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Virá que eu vi!
por Noronha Rosa
Aldeia Maracanã - Foto: Noronha Rosa Ontem fui ver Caetano Veloso cantar o seu abraçaço, foi lindo. No fim do show, nas últimas três músicas, já não havia mais show, mas muita gente continuou cantando feliz, Luz de Tieta, mãos pra cima. Como o Rio, afinal, grande parte - leve e cantarolando, mãos pra cima, gol! Como se fosse a cidade maravilhosa - que pachorra. Caetano cantou "Um Índio",[...]
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Sobre a palavra entalada, e os perigos da palavra enlatada
por Noronha Rosa
Palavra. Palavra tem forma, tem jeito, tem força, mas tem mais que isso. Palavra tem gente, gente por trás da palavra, intenção por trás dos discursos.
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Amor de hortelã e rede
por Noronha Rosa
Tinha gosto de jabuticaba fresca, aroma de hortelã entre os livros da estante, e a cor forte do café preto passado nas tardes embaladas na rede....
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Em tempo e cólera, mas amor sempre - A miscelânea criativa da Calle 13
por Noronha Rosa
Força e inspiração latentes na voz e na criação musical do duo porto-riquenho, Calle 13. A dupla de Hip-Hop-jazz-tango-eletrônico-bossa tudo e um pouco de tantos vem da criação livre e se faz do cotidiano. Os rapazes e a sua tão diversa música cantam o que buscam e onde estão. Cantar as suas vozes e as outras tantas que carregam em vidas e histórias da sua gente, e de nós mesmos. É isso o que eles fazem.
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