Marco Gavazza

Marco Gavazza é Publicitário, com extensão em Planejamento Estratégico e Marketing Eleitoral. Editor do site BahiaMulher e colaborador em diversas publicações

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    O VERÃO DE '42

    Hermie e Oscy não mudaram nada, visto serem personagens de celulóide gravadas em 35 mm. Portanto, mudei eu. Os mais críticos e sensíveis dirão que eu perdi a emoção, os valores acima do sexo e do descartável, aqueles só revelados pelo amor, pelo sentimento, pela entrega total.

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    MASSACRANDO O PORTUGUES

    Não falo de idéias ou tendências, pois a estas, todos tem direito, sejam elas as mais esquisitas que forem. Falo da linguagem mesmo, da palavra escrita, vítima indefesa de uma pancadaria como nunca se viu antes.

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    BELEZA ROUBADA

    Quando Goering foi alertado pelo general Rosenberg que o governo francês estava protestando pelas violações da Convenção de Haia, respondeu: "Meu caro, deixe que eu me preocupo com isso. Eu sou o mais alto jurista da França”.

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    RABISCANDO

    Acho que o lápis é uma espécie de roupa íntima dos nossos pensamentos. O instrumento adequado a não eternizar rabiscos geométricos ou formas surreais feitos durante reuniões chatíssimas. O nome ou as iniciais da mulher amada que não nos enxerga, em incontáveis folhas de bloco. O orçamento secreto para aquela viagem à Catmandu que nunca faremos.

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    SHERLOCK HOLMES E A VIDA REAL

    Cada um de nós já sentiu ou sente a vontade de tomar para si a tarefa de fazer justiça e combater pessoalmente o crime. O desejo íntimo de estar no lugar de um justiceiro, de alguém capaz de salvar a mocinha e jogar o bandido no despenhadeiro nos acompanha desde a infância.

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    PROCURE NO GOOGLE

    Como bom saudosista que sou, gosto de acreditar que a cultura antiga também -e ainda- está na mente humana. Nos nossos cérebros, esta HD de capacidade desconhecida.

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    INAFUNDÁVEL

    No começo do século 20 o mundo saboreava a sensação de que todos os seus problemas haviam sido resolvidos. Vivia-se uma época de grande avanço tecnológico, de estabilidade social, ebulição nas artes, muito glamour e paz nas relações humanas, mesmo naquelas em que persistiam as diferenças e o domínio de classes.

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    O BRADO RETUMBANTE

    Este amor libertário pela própria linguagem exige sacrifícios em nome da compreensão e isto, creio, está além de acordos ortográficos ou sintonias lingüísticas; está na possibilidade de que nossas idéias -as filhas diletas do nosso raciocínio- consigam ser compreendidas pelo mundo lá fora.

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    REMOTAS EMOÇÕES

    Se todos os pesquisadores e cientistas que apostaram suas vidas inteiras de estudos na teoria do inconsciente ativo estiverem certos, somos todos comandados por ele e aplicamos freios aqui e ali de acordo com padrões morais e códigos sociais que foram enfiados em nosso consciente pela família, pela escola, pelos amigos, pelas religiões, pelo Estado.

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    UM TAXI PARA O ALBANY (3ª PARTE)

    Neste terceiro capítulo de "Um Taxi..." George Wesley experimenta sensações inesperadas em seu primeiro encontro com Florence Dayse. A partir daí, em poucos momentos ele esteve no comando do seu destino. “Um Taxi Para o Albany” é um romance curto -uma novela- terceiro de uma trilogia que terminei de escrever em 2011. Esta disponível no site www.clube de autores.com.br juntamente com "Manhattan É Logo Ali" e "Paris Nem Sempre É Uma Festa". Decidi publicá-lo aqui em capítulos até que um de nós -autor e leitor- perceba que não está valendo a pena. Ou está.

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    Um Taxi Para o Albany (2ª parte)

    Ambientado em 1º de janeiro de 1940 começa o 2º capítulo de "Um Taxi Para o Albany" e aí começa também a trama que envolve Florence Dayse e George Wesley. A história atravessa a II Guerra Mundial entre paixões, arrependimentos e mortes. “Um Taxi Para o Albany” é um romance curto -uma novela- terceiro de uma trilogia que terminei de escrever em 2011. Esta disponível no site www.clube de autores.com.br e decidi publicá-lo aqui em capítulos.

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    Um taxi para o Albany (1ª parte)

    “Um Taxi Para o Albany” é um romance curto -uma novela- terceiro de uma trilogia que terminei de escrever em 2011. Esta disponível no site www.clube de autores.com.br e decidi publicá-lo aqui, em capítulos. Creio ser uma experiência nova no Obvious e não tenho certeza se irá funcionar. Caso torne-se aborrecido para quem lê ou para mim, interromperei as postagens. As imagens que ilustram este capítulo e ilustrarão os seguintes são todas captadas na internet. Como ícone da principal personagem feminina, escolhi imagens da atriz brasileira Sonia Braga que possui o biótipo ideal. Sempre que o autor das fotos estiver identificado o devido crédito será publicado.

  • FUMAÇA NEGRA

    Preocupa-me a crescente intolerância religiosa que domina o mundo. Parece que trilhamos um caminho de volta às inúmeras idades das trevas que já atravessamos. É difícil aceitar que chegamos à segunda década do século 21 em meio a sérias divergências religiosas que ao longo da história sempre foram estopins de conflitos armados.

  • Absurdíssimo

    Santos Fernando foi um daqueles casos corriqueiros dos gênios pouco conhecidos e aos quais o panteão da eternidade não abre as portas. Existem milhares de gênios assim, sempre vivendo próximo a nós e não há uma explicação lógica para que jamais alcancem a fama e o sucesso merecidos.

  • 21.12.2012

    "Se, a princípio, a ideia não é absurda, então não há esperança para ela."
    - Albert Einstein

    Não acho que o mundo irá acabar em 21 de dezembro, mas ao mesmo tempo não posso ignorar a sabedoria do povo Maia. Andei lendo o que foi possível no cipoal de bobagens que invadiu a internet a respeito do assunto (sobre isso seria necessário outro artigo para comentar, mas a minha intenção neste momento é diferente). A respeito da chamada “profecia maia”, a única verdade é que ela não é uma profecia.