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O PODER FEMININO EM VOGA
por Jaya Hari Das
Observando como o mundo, nas últimas décadas, vem modificando sua aparência masculina para a feminina, e considerando o recente episódio da morte de Margaret Thatcher, "A Dama de Ferro", como ficou conhecida - uma das personalidades políticas mais marcantes dos últimos tempos -, ocorreu-me escrever um artigo no qual enfatizasse algumas dessas personagens da história recente, de forma a oferecer uma breve homenagem a essas novas "musas", "divas", "damas", do cenário mundial. A elas, toda honra e toda glória!
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O VERNIZ E A PIOLHAGEM NA EDUCAÇÃO
por Jaya Hari Das
A preocupação de Nietzsche com a educação na Alemanha, na segunda metade do século 19, nos remete a uma preocupação com a educação brasileira na atualidade, pois, ao que parece, tal como lá, urge também aqui um necessidade de transvaloração da educação, de tal forma que a busca por uma educação de melhor qualidade e que valorize a vida humana, tendo para esta uma utilidade real, não se confunda com a luta dos professores por melhores condições de trabalho e salário. Além disso, é necessário ainda compreender que a sociedade, e a humanidade de forma geral, é composta por homens desiguais, no que tange às noções de "intelectualidade" e "mediocridade", "grandeza" e "pequeneza". Sendo isso apenas uma constatação e não uma "acusação", ou "depreciação" de alguns em prol de outros.
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HOJE É MAIS UM DIA
por Jaya Hari Das
O presente artigo é um depoimento sobre como a Terapia Hari (terapia holística que desenvolvi e sistematizei, a partir da Filosofia, da Psicologia e da Sabedoria Oriental) foi sendo praticada por mim mesmo, enquanto ainda a sistematizava e organizava, até adquirir a estrutura atual. É também uma oportunidade de explicar um dos primeiros procedimentos que o praticante deve tomar em sua vida diária, de forma a tirar o maior proveito da T.H* em menor tempo. Dedicar-se ao dia de "hoje" e a tudo o que isso implica está em conformidade com a prática do Zen, que é dos fundamentos da minha terapia.
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A NATUREZA (EXTRA)ORDINÁRIA DOS HOMENS DE MILAGRES (Parte II)
por Jaya Hari Das
Este artigo é a segunda e última parte de uma argumentação sobre a natureza dos supostos milagres e seus feitores, tendo sido retirada e adaptada de um dos capítulos de meu livro "O Governante das Estrelas - Da Materialidade do Eterno" (ainda não publicado). Não deixe de ler a 1ª parte, para não perder o sentido dessa argumentação.
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O PAPA É POP
por Jaya Hari Das
A banda brasileira, Engenheiros do Hawaii, gravou em 1990 uma balada de grande sucesso, ao estilo debochado do velho e bom Rock'n'roll, "O Papa é pop"*. No presente artigo, aproveito esse momento em que o atual papa, Bento XVI, renuncia ao seu Pontificado, para fazer uma "costura" entre a letra daquele hit e os desafios e dissabores enfrentados por Joseph Ratzinger durante o seu "calvário", quero dizer, seus anos como líder da Igreja Católica.
*O Papa É Pop foi o quinto álbum de estúdio da banda brasileira de rock Engenheiros do Hawaii. Foi lançado em formato de LP e CDem 1990, pela BMG. Este foi o primeiro álbum produzido pelos próprios integrantes, ele marca a adoção por parte da banda de uma sonoridade mais próxima ao pop, com o uso de teclados, bateria eletrônica, baixo e à guitarra. Seus singles são: "O Exército de um Homem Só", "O Papa é Pop", "Era um Garoto Que, Como Eu, Amava os Beatles e os Rolling Stones" e "Pra Ser Sincero".
É considerado o álbum mais vendido da banda, com mais de 400 mil cópias nos primeiros anos. Com ele, os Engenheiros do Hawaii foram considerados a maior banda de rock do Brasil de 1990 em votação promovida pela revista Bizz, em reportagem da mesma revista meses depois e pela revista Veja. – Fonte: Wikipédia
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A NATUREZA (EXTRA)ORDINÁRIA DOS HOMENS DE MILAGRES (Parte 1)
por Jaya Hari Das
O presente artigo foi extraído do capítulo intitulado "O Avatar e o Reino dos Siddhis", do meu livro "O Governante das Estrelas- Da Materialidade do Eterno" (a ser publicado). Nele, trato da questão dos milagres e de seus produtores à luz da razão, segundo as pesquisas que empreendi sobre o tema. É uma das formas de se abordar o assunto, no sentido de levar as pessoas a pensarem antes de sair por aí acreditando em qualquer evento como se ele fosse algo fora das leis naturais, ou extraordinário.
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O HOMEM MITOLÓGICO VERSUS O SOL DA RAZÃO - A religião em descompasso com o século XXI
por Jaya Hari Das
"Há mais de meio século, os estudiosos ocidentais têm situado o estudo do mito em uma perspectiva que contrasta sensivelmente com, digamos, por exemplo, a do século XIX. Em vez de tratar o mito, como seus predecessores, na acepção usual do termo, ou seja, enquanto “fábula”, “invenção”, “ficção”, eles o consideraram tal como faziam as sociedades arcaicas, nas quais o mito designava, bem ao contrário, uma “história verdadeira”, e mais ainda, uma história de valor inestimável, por ser sagrada, exemplar e significativa. Mas este novo valor semântico, dado ao vocábulo “mito” na linguagem atual, não passa de um equívoco. Com efeito, esta palavra é utilizada hoje em dia tanto no sentido de “ficção” ou de “ilusão” quanto no sentido, especialmente familiar aos etnólogos, aos sociólogos e aos historiadores das religiões, de “tradição sagrada, revelação primordial, modelo exemplar”. (do livro Mito y Realidade, de Mircea Eliade – tradução minha).
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VÍDEOS E FILÓSOFOS QUE NÃO SERVEM PARA NADA
por Jaya Hari Das
Trata-se de um protesto contra o uso indevido da imagem e da utilidade da Filosofia, na maneira em que ela é exposta em vídeos/entrevistas, ou apresentada em cursos de Filosofia, que não aprofundam as respostas nem o pensamento dos filósofos, respectivamente, deixando a má impressão de que Filosofia é uma coisa chata que não serve para nada.
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CONTRASTES
por Jaya Hari Das
Queria escrever um conto que chamasse a atenção das pessoas para os contrastes da vida; para que elas mesmas pudessem refletir sobre seus gostos, suas escolhas, e sobre como isso que lhes parece tão importante, tão sério, vem da ideia "fantasiosa" de cada uma delas se sentir "protagonista da vida". Escrevi, na verdade, para mim mesmo - só para ver se um dia eu "caio na real" e compreendo que eu "não sou protagonista de nada".
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Poesia
ONCE UPON A DREAM
por Jaya Hari Das
Esse poema surgiu em mim durante uma noite em que perdi o sono, mas fiquei recordando um estranho sonho que tive. Primeiro, escrevi alguma coisa sem muito sentido, seguindo as imagens que vinham em minha mente; depois, resolvi tentar organizá-las, formando uma ideia mais consistente. O sonho parecia ser uma mensagem para mim mesmo; parecia querer me "despertar" para alguma "verdade" sobre mim. Como, ao despertar, o sonho se acaba, decidi escrever um poema com esse nome: "Era uma vez num sonho". Então, escrevi...
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Essa tal felicidade
por Jaya Hari Das
Qual o objetivo da vida humana? Alguém sabe? A resposta pode variar bastante, segundo a crença de quem tentar responder, mas isso só significa que ninguém, mas "ninguém mesmo", sabe ao certo a resposta. No entanto, a mais improvável, porém a mais aceita, por ser a mais consoladora de todas, é de que nós estamos neste mundo para ser felizes! Uma falácia, obviamente, diante dos muitos que já partiram tão ou mais infelizes do que aqui chegaram, e dos que ainda sofrem nesse "mundo de meu Deus".
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SANTOS FILÓSOFOS, NÃO! FILOSOFASTROS! (Parte II)
por Jaya Hari Das
Depois de Agostinho de Hipona (Santo Agostinho), o nome mais expressivo entre os chamados santos filósofos é o de Tomás de Aquino, que, por sua vez, utiliza-se do pensamento de Aristóteles para dar continuidade à fundamentação de uma filosofia cristã. No entanto, como veremos neste artigo, tantas e tamanhas são as incongruências entre as "verdades reveladas" defendidas pela Igreja e a lógica aristotélica, que o que restou mesmo foi uma confusão de argumentos esfarrapados, que somente ficou conhecida como "filosofia", porque assim o quis a força dominante e repressora vigente - a Santa Igreja Católica Apostólica Romana.
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SANTOS FILÓSOFOS, NÃO! FILOSOFASTROS! (Parte I)
por Jaya Hari Das
A Filosofia e a Religião não são irreconciliáveis devido aos seus objetos, pois, muitas vezes, estes são coincidentes, mas devido as seus modos de chegarem até eles. Deus, por exemplo, parece um caso resolvido para a Religião, porém, permanece um problema para a Filosofia. Portanto, ser santo e também filósofo é tão improvável quanto "ser" e "não ser", ao mesmo tempo. Ou, em termos éticos, como sentenciou o filósofo Nietzsche: é imoral! É disso que tratarei nesta série.
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PARAÍSO PERDIDO ou O ADVOGADO DO DIABO (Parte II)
por Jaya Hari Das
Enquanto houver "selos invioláveis" em favor do que se convencionou chamar de "sagrado", "mistério" e "moralidade", não haverá espaço para o filósofo nem para a verdadeira filosofia. Somos “profanos” por essência, “exploradores” por profissão, “imorais” por natureza. Nossos escrúpulos são totalmente humanos, o que significa dizer que somos capazes de qualquer promiscuidade em prol da Vida e da maior crueldade contra qualquer Deus que ache uma vergonha nossa nudez, mas não assuma a covardia que é não mostrar sua cara. Nunca pedimos um "céu", jamais quisemos um "inferno" - nos basta a Terra!
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MUNDO: A MÁSCARA DA ETERNIDADE
por Jaya Hari Das
Este artigo foi publicado alhures, na íntegra, sob o título de "O Melhor dos Mundos Possíveis". Aqui, ele foi divido em duas partes, sendo esta a primeira delas, por considerar que assim o leitor desfrutaria de uma leitura mais agradável, proporcionando-lhe uma melhor compreensão. O texto traz uma abordagem filosófica sobre o mundo-existência, a partir de sua íntima relação com o mundo-eternidade. O presente artigo é parte integrante do meu livro "O Governante das Estrelas - Da Materialidade do Eterno" (a ser publicado - Obs.: EM BUSCA DE EDITOR(A)).
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