animus movendi

Relativizando o movimento e o referencial

Deleite e traição

em Poesia por em 16 de set de 2012 às 07:30

Quando os ruídos do mundo se calam por alguns instantes, é o momento da leitura silenciosa.


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O ócio apaixonante das horas vazias, esquecido da pressa, se demora.
É um fim de tarde preguiçoso, dentro do seu mundo - Aconchego.
Lá fora tudo passa: as pessoas, o tempo, afazeres que não são seus.
O doce deleite do olhar repousado sobre o nada, pura contemplação...
Estado letárgico e sonolento, desprogramado para agir.
Foi-se o "animus movendi", deitou-se o ímpeto.
A crônica da derrota anunciada paira sobre as nossas cabeças,
E mesmo não sendo uma surpresa,
Todo domingo é traído pela segunda-feira.

 

Artigo da autoria de LuhanaSP.
Palavras libertam sentimentos - movimento contínuo.
Saiba como fazer parte da obvious.

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