Juliana Rosas
As rosas aqui falam. Pensam, sentem, comunicam-se. Juliana Rosas escreve porque a vida a provoca. É jornalista porque não é filósofa. Vê filmes como se fossem não a sétima arte, mas a sétima maravilha. Fotografa por brincadeira com seriedade. Ama a arte alheia porque não conseguiu liberar a sua própria.
O amor tóxico do pop
O lado lobby da vida
De tradicional doce à estrela de cinema
3.0
Para Woody, com amor
Onde os curtos não têm vez
À espera da meia-noite ou por que trilogia?
Albinos
Os círculos e as quebras ou o que perdemos pelo caminho
Gooble-gobble, gooble-gobble: apenas um de nós
O cinema nunca acreditou na inocência das crianças
Arte ou peripécia?
Mídia, femicídio e a dominação masculina
Lars von Trier e sua melancolia
O barulho das notícias lembra o silêncio de Morvern
Juliana Rosas
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as rosas falam
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