astronauta

Entre os voos sub-orbitais e os delírios cotidianos.

Mylena Queiroz

"A vida é mutirão de todos".

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    Os santos do chão bravo: a violência do habitar colonial da terra

    Cerca de 80% do território mexicano sofre com algum nível de escassez de água, o qual se encaminha para um desastre agrícola e o aumento de insegurança alimentar neste ano de 2022. O Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas alerta para a piora da falta de água no nordeste brasileiro. Um histórico de haciendas, plantations, modelo extrativista, migração forçada e injustiça climática fizeram os ativistas do Fórum Social de Justiça Climática da América Latina e do Caribe, no ano de 2021, apontarem o fracasso das cúpulas sobre clima realizadas nas últimas décadas, as quais ainda priorizam interesses corporativos e desconsideram os impactos desiguais às populações historicamente racializadas pelos colonialismos. Sobre os chãos bravos do novo livro de João Matias, as narrativas revelam esqueletos e violências herdeiros desse habitar colonial da terra.

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    A onça, o porco e a disputa por novos imaginários

    "Porco de Raça" e "O som do rugido da onça" levam a pensar que, se o imaginário que reflete o estado das coisas fora estruturado para ser intolerante, racista, misógino, inimigo da educação e controlador de corpos não civilizados, ele não nos serve. Precisamos de novos imaginários.

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    Canalizar a raiva

    "Já fomos quilombos e cidades/
    Canudos e Palmares/
    Originais e originários"
    Don L.


    (Many thanks to my powerful and strong friends Maraike Bangun and Niza Santiago, who encouraged me to share this talk at Afrikanisches Zentrum Borgfelde, on Nov. 14, 2021).

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    Hitlerocidades

    Um Guimarães desconhecido: olhares sobre o nazismo

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    Diário de pesquisa sobre Guimarães Rosa e Nazismo

    Na Alemanha, mas atenta às notícias do Brasil. Quase pausa entre zumbidos, leituras e escrituras.

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    DESPITE THE BENCH, WE READ

    When we talk about books in our country, we use to remember some quotes like “nobody reads in Brazil”. But that is not exactly true. Although the cultural market is placed on the bench by the Brazilian government, we do consume cultural products.

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    diálogo entre as muitas vozes que costuram o texto/tecido do país
    Quem não deve também teme: o diário de um jovem negro morando numa favela do Rio. Arte da ilustradora Amanda Miranda. Na quarta (17/03), acompanhei a aula Práticas Indígenas de Produção de Cuidado, ministrada pelo ativista indígena Ailton ...
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    Filha da voz: judaísmo e proscrição na poética de Alejandra Pizarnik

    "Vista pela crítica especializada quase estritamente pela ótica do surrealismo francês, a obra de Alejandra Pizarnik também oculta/revela em seus poemas, diários, correspondências e relatos, visões de mundo, confissões, imagens, melodias e uma série de referências pertencentes ao universo estético do judaísmo e próprias da condição judaica." (Paullina Carvalho)

    "Ella se desnuda en el paraíso/ de su memoria/ ella desconoce el feroz destino/ de sus visiones/ ella tiene miedo de non saber nombrar/ lo que no existe" (Pizarnik. Árbol de Diana, 1962)

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    Como usar um pesadelo: coronavírus, meritocracia, necropolítica e networking

    São trezes narrativas: dentre os contos, uma peça de teatro e uma última com cheiro de novela, todas elas com sonhos e pesadelos de vários tipos. Abre-se o livro e logo se chega ao quinto conto, intitulado "Três dias sem as meninas", que é um suco ácido de "Black Museum", episódio de Black Mirror, "Passeio Noturno", conto de Rubem Fonseca, bolsonarismo e restos decrépitos da elite outrora algodoeira do interior do Nordeste brasileiro.

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    NARRATIVAS DA CRISE DO PATRIARCADO NA LITERATURA BRASILEIRA
    Com a ideia de formar um mosaico com as pesquisas do Programa de Pós-Graduação em Literatura e Interculturalidade, da Universidade Estadual da Paraíba, iniciada com Trabalho imaterial das personagens secundárias mulheres na literatura ...
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    No Brasil, seguimos tentando ler - uma conversa com unicornioliterario, contaolivro, sonhodeestante e annasaraivaf

    "Seria um grande sonho ver livros com preços mais acessíveis e que nosso governo investisse com real vontade na educação. Acredito que todos nós temos gosto pela leitura, algumas pessoas infelizmente não têm a oportunidade de conhecer esse mundo. É um caminho muito difícil, eu sei, mas não custa sonhar, não é mesmo?" diz annasaraivaf. Junto a ela, unicornioliterario, contaolivro e sonhodeestante falam sobre suas experiências como influenciadoras digitais de leitura literária.

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    Trabalho imaterial das personagens secundárias mulheres na literatura contemporânea

    "A discussão de gênero e a desconstrução de identidades fixas são dois fios condutores da minha tese que muito se relacionam às questões políticas contemporâneas. Estamos passando por um momento de fissuras político-sociais necessárias, fazendo com que surjam novas identidades, cada vez mais empenhadas na reafirmação de si próprias, sobretudo, aquelas que foram subalternizadas ao longo da história."

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    Contrastes visíveis em Pequim como recorte da China contemporânea: notas sobre o dragão chinês, o deus ocidental e outros imperialismos
    Cidade Proibida e Terminal do Aeroporto, ambos em Pequim. O país mais populoso do mundo tem um vasto território, na Ásia Oriental, que apresenta paisagens diversas, desde montanhas e lagos a desertos. Na última década, o aumento do Produto ...
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    Diante das experiências dos outros: narrativas gráficas para ler durante a quarentena (ou depois dela)

    Campo de concentração de Auschwitz pelos relatos de um sobrevivente, Guerra da Bósnia sob o olhar de um jornalista, início da república islâmica autocrática na perspectiva de uma iraniana, interior belga underground da década de 80, mulheres iemenitas e direitos femininos na visão de uma fotojornalista ou autoficção sobre uma "lobismoça" que investiga o assassinato de sua vizinha alemã num turbulento contexto social e político dos EUA do final da década de 60. "Por que comics, por que ratos, por que holocausto?" indaga o personagem de Maus, de Art Spiegelman.

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    Mulheres Na Luta: 150 ANOS EM BUSCA DE LIBERDADE, IGUALDADE E SORORIDADE

    "No século 19, a vida entre homens e mulheres era muito diferente".