astronauta

Entre os voos sub-orbitais e os delírios cotidianos.

Mylena Queiroz

"A vida é mutirão de todos".

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    Hitlerocidades

    Um Guimarães desconhecido: olhares sobre o nazismo

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    Diário de pesquisa sobre Guimarães Rosa e Nazismo

    Na Alemanha, mas atenta às notícias do Brasil. Quase pausa entre zumbidos, leituras e escrituras.

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    DESPITE THE BENCH, WE READ

    When we talk about books in our country, we use to remember some quotes like “nobody reads in Brazil”. But that is not exactly true. Although the cultural market is placed on the bench by the Brazilian government, we do consume cultural products.

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    diálogo entre as muitas vozes que costuram o texto/tecido do país
    Quem não deve também teme: o diário de um jovem negro morando numa favela do Rio. Arte da ilustradora Amanda Miranda. Na quarta (17/03), acompanhei a aula Práticas Indígenas de Produção de Cuidado, ministrada pelo ativista indígena Ailton ...
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    Filha da voz: judaísmo e proscrição na poética de Alejandra Pizarnik

    "Vista pela crítica especializada quase estritamente pela ótica do surrealismo francês, a obra de Alejandra Pizarnik também oculta/revela em seus poemas, diários, correspondências e relatos, visões de mundo, confissões, imagens, melodias e uma série de referências pertencentes ao universo estético do judaísmo e próprias da condição judaica." (Paullina Carvalho)

    "Ella se desnuda en el paraíso/ de su memoria/ ella desconoce el feroz destino/ de sus visiones/ ella tiene miedo de non saber nombrar/ lo que no existe" (Pizarnik. Árbol de Diana, 1962)

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    Como usar um pesadelo: coronavírus, meritocracia, necropolítica e networking

    São trezes narrativas: dentre os contos, uma peça de teatro e uma última com cheiro de novela, todas elas com sonhos e pesadelos de vários tipos. Abre-se o livro e logo se chega ao quinto conto, intitulado "Três dias sem as meninas", que é um suco ácido de "Black Museum", episódio de Black Mirror, "Passeio Noturno", conto de Rubem Fonseca, bolsonarismo e restos decrépitos da elite outrora algodoeira do interior do Nordeste brasileiro.

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    NARRATIVAS DA CRISE DO PATRIARCADO NA LITERATURA BRASILEIRA
    Com a ideia de formar um mosaico com as pesquisas do Programa de Pós-Graduação em Literatura e Interculturalidade, da Universidade Estadual da Paraíba, iniciada com Trabalho imaterial das personagens secundárias mulheres na literatura ...
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    No Brasil, seguimos tentando ler - uma conversa com unicornioliterario, contaolivro, sonhodeestante e annasaraivaf

    "Seria um grande sonho ver livros com preços mais acessíveis e que nosso governo investisse com real vontade na educação. Acredito que todos nós temos gosto pela leitura, algumas pessoas infelizmente não têm a oportunidade de conhecer esse mundo. É um caminho muito difícil, eu sei, mas não custa sonhar, não é mesmo?" diz annasaraivaf. Junto a ela, unicornioliterario, contaolivro e sonhodeestante falam sobre suas experiências como influenciadoras digitais de leitura literária.

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    Trabalho imaterial das personagens secundárias mulheres na literatura contemporânea

    "A discussão de gênero e a desconstrução de identidades fixas são dois fios condutores da minha tese que muito se relacionam às questões políticas contemporâneas. Estamos passando por um momento de fissuras político-sociais necessárias, fazendo com que surjam novas identidades, cada vez mais empenhadas na reafirmação de si próprias, sobretudo, aquelas que foram subalternizadas ao longo da história."

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    Contrastes visíveis em Pequim como recorte da China contemporânea: notas sobre o dragão chinês, o deus ocidental e outros imperialismos
    Cidade Proibida e Terminal do Aeroporto, ambos em Pequim. O país mais populoso do mundo tem um vasto território, na Ásia Oriental, que apresenta paisagens diversas, desde montanhas e lagos a desertos. Na última década, o aumento do Produto ...
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    Diante das experiências dos outros: narrativas gráficas para ler durante a quarentena (ou depois dela)

    Campo de concentração de Auschwitz pelos relatos de um sobrevivente, Guerra da Bósnia sob o olhar de um jornalista, início da república islâmica autocrática na perspectiva de uma iraniana, interior belga underground da década de 80, mulheres iemenitas e direitos femininos na visão de uma fotojornalista ou autoficção sobre uma "lobismoça" que investiga o assassinato de sua vizinha alemã num turbulento contexto social e político dos EUA do final da década de 60. "Por que comics, por que ratos, por que holocausto?" indaga o personagem de Maus, de Art Spiegelman.

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    Mulheres Na Luta: 150 ANOS EM BUSCA DE LIBERDADE, IGUALDADE E SORORIDADE

    "No século 19, a vida entre homens e mulheres era muito diferente".

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    JÁ ACABOU, SHIRUKAYA?

    "Rinhas de gente, maridos tóxicos e mortos, mulheres armadas até os dentes, um Clube da Luta às avessas e lucrativo, uma personagem colecionadora de tesouras, facas afiadas pra dar e vender, cortes, tiros e socos. Aqui a violência é a única forma possível de sobrevivência". (Sinopse do Livro)

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    ESCRITA APÓS O MASSACRE DE CARANDIRU EM SOBREVIVENDO NO INFERNO, DE RACIONAIS MC’S

    Racionais vão contar a realidade das ruas
    Que em nome de outras vidas, a minha e a sua viemos falar
    Que pra mudar temos que parar de se acomodar
    E acatar o que nos prejudica
    O medo – sentimento em comum num lugar
    Que parece sempre estar esquecido
    Desconfiança, insegurança, mano
    Pois já se tem a consciência do perigo, e aí? – Pode crer
    Mal te conhecem consideram inimigo

    Pânico na Zona Sul, 1993.

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    Narrativa dos muitos: Bacurau e a potência dos pobres

    "Em um sentido mais geral, a multidão desafia qualquer representação por se tratar de uma multiplicidade incomensurável. Ao contrário do conceito de povo, o conceito de multidão é de uma multiplicidade singular. O povo constitui um corpo social, a multidão não, porque a multidão é a carne da vida. Massa e plebe são palavras que têm sido usadas para nomear uma força social irracional e passiva, violenta e perigosa, que justamente por isso é facilmente manipulável. Ao contrário, a multidão constitui um ator social ativo, uma multiplicidade que age." (HARDT; NEGRI).