aura mediocritas

Pega um café, sente-se e vamos conversar sobre as efemeridades (ou não) da vida...

Nayara Anhanha

Dizer quem sou é tão efêmero quanto falar sobre o tempo; sabemos que uma hora ou outra o sol vai voltar, mas nunca vamos saber quando a chuva vai cessar. Sou as minhas ideologias, meus anseios, no entanto eles mudam, são lapidados. A ignorância é achar que a razão é sempre a sua, imutável. Eu sou assim, uma metamorfose ambulante.

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    Aonde foi parar a tal da empatia?

    Como será que nos comportamos? Será que não deveríamos repensar sobre o nosso papel e importância na vida dos que nos cercam? Somos a soma das nossas atitudes, não conosco, com os outros. Nossas ações têm um espaço indireto, porém de suma importância para a vida do próximo. Não nos damos conta, mas aquela indiferença com alguém que te cerca pode ser mais prejudicial do que a sua consciência mede.

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    Vamos falar sobre literatura e mulheres?

    Estrutural? Histórico ou só falta feeling da parte das mulheres mesmo? Dos 110 escritores premiados pelo Nobel de Literatura apenas 13 são escritoras. A Academia Brasileira de Letras tem apenas 5 mulheres dentre 40 membros. Será que não estamos escrevendo na mesma quantidade que os homens ou é preconceito editorial? Falta público? Estamos aí em meios alternativos nos fazendo ser ouvidas, no entanto há uma grande barreira imposta para inserção da literatura feminina no mercado e ela se mantém sólida.

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