barco a remo

E um astigmata em mar de letras pequenas.

Giliard Barbosa

Letras, sonhos e um processo infinitamente inacabado de autoconstrução

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    Discutindo a História da Literatura Brasileira (I): O projeto
    Olá, caros leitores! Depois de um bom tempo sem publicar - e sentindo a necessidade de me impor, também, a escrita como tarefa - decidi criar uma série de artigos refletindo sobre a História da Literatura Brasileira - embora eu atue mais com ...
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    Viajes de Penélope: uma das faces da tríplice mitofagia de Juana Rosa Pita

    Todos já tivemos contato com a Odisseia, de Homero. Seja pela leitura da obra, pela visualização de uma releitura cinematográfica, pelo encontro com um quadro que retratasse uma das centenas de cenas épicas da obra homérica, todos nós carregamos conosco as imagens da mulher fiel que, esperando o amado, tece e destece, dia e noite, a mortalha do sogro, na tentativa de protelar um - imposto - novo casamento. Na Literatura, esse arquétipo de fidelidade tem sido revisto e frequentemente subvertido, em suas releituras contemporâneas. E é justamente por não seguir o modelo de subversão que Juana Rosa Pita, sem deixar, também ela, de desconstruir, inova em sua poesia mítico-diaspórica.

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    Banal Oubli: Gary Victor e a trama do esquecimento

    O escrito haitiano mais lido do momento é um completo desconhecido no Brasil. Bastante ligado ao gênero policial, seu romance Banal oubli transcende as fronteiras do mero modelo detetivesco e instaura discussões muitíssimo interessantes tanto sobre a escrita da literatura como sobre a história e a identidade do Haiti, sobretudo do vaudou haitiano.