Valéria Scavone

Paulistana e albatroz por consequência. Minha paixão é por 'algos': o improvável, a essência, a unidade, a troca, o diálogo, o existencialismo e a arte, que, sentida e, não necessariamente entendida, transpõe cada um destes algos. Um ser que não está na vida à passeio.

Bovey Lee: que papelão!


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Impulsos criativos e habilidade manual: “cortar papel é uma reação visceral em resposta natural e carinhosa às minhas raízes: precisão, detalhes e sutileza.”

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Bovey Lee nasceu em Hong Kong e aprendeu caligrafia chinesa aos dez anos de idade. Seguiu a carreira artística fazendo desenhos e pinturas.

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Depois de praticar artes digitais por anos, percebeu que a sua pegada era o lance com as mãos e buscou uma expressão para satisfazer seu ímpeto criativo.

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Em 2005, Bovey cria seu primeiro corte de papel, utilizando papel de arroz chinês – o mesmo que usava para caligrafia.

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A decisão de “esculpir” em papéis veio por considerar o material íntimo e comum para todos, além de simples, humilde e acessível. Para Lee, o papel de arroz chinês é culturalmente significativo, já que é parte de sua ninhagem. O processo criativo é desenvolvido em três etapas: desenha à mão, digitaliza e corta.

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Valéria Scavone

Paulistana e albatroz por consequência. Minha paixão é por 'algos': o improvável, a essência, a unidade, a troca, o diálogo, o existencialismo e a arte, que, sentida e, não necessariamente entendida, transpõe cada um destes algos. Um ser que não está na vida à passeio..
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