calango neptuniano

Breve análise sobre as patavinas psicossomáticas

Gabriel Bortolot Ferreira

Eu sou o tropeço da eternidade, a asfixia do tempo, o feijão do cosmo, o calibre 7.62 na testa de minha modéstia!

Hitchcock em "Quer que eu desenhe?"

Se um bom contrato de pré-produção é a expressão "uma imagem vale mais que mil palavras", dito e feito, storyboards do rei do suspense nos provam quão perfeccionista era sua precisão quando o assunto era materializar sua imaginação.


Alfred Joseph Hitchcock, que dispensa apresentações mais elaboradas, sempre dispôs de boa excentricidade, o que não chega a ser grande revelação. Contudo, sua múltiplas curiosidades vão além da fobia de ovos e de suas aparições, elas envolvem outro campo no qual Alfred também era perito, o desenho.

Ao principiar seus estudos de engenharia na Universidade de Londres, ingressou no curso de desenho artístico. Após um tempo, obteve ofício de criar letreiros para filmes mudos. Sua intimidade com os desenhos se estende mais, até quando passa a dirigir seus filmes e usá-los para garantir a exatidão do que pensava. Com o apoio de equipes de desenhistas, Hitchcock elaborava minuciosamente seus storyboards, investindo enorme importância na pré-produção de seus filmes. Quem questionaria o sucesso?

The Birds 4367[1].jpg Psycho 3228_600x1136.jpg Vertigo 3228_600x1136.jpg

Confiram:

hitchcockwiki.com


Gabriel Bortolot Ferreira

Eu sou o tropeço da eternidade, a asfixia do tempo, o feijão do cosmo, o calibre 7.62 na testa de minha modéstia!.
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