calango neptuniano

Breve análise sobre as patavinas psicossomáticas

Gabriel Bortolot Ferreira

Eu sou o tropeço da eternidade, a asfixia do tempo, o feijão do cosmo, o calibre 7.62 na testa de minha modéstia!

Louis Boullogne, o pai esquecido da arte ocidental

O primeiro artículo de uma expedição suja de tinta, barro e carvão de mestres e discípulos


Atenção. O texto a seguir pode conter certa inconcistência devido à escasseza de fontes seguras e grande parte destas provirem da memória falha de seu autor, que, aos 15 anos de idade, as obteve por consequência de uma troca de idéias informal com o avô.

Digamos que, em relação ao ofício que passou a exercer, Louis Boullogne(1609, Picardy - 1674, Paris) era um pai de filhos sem avô. Ele era um artista sem raízes profundas, porém, pai de uma tradição que se tornaria secular; uns dirão devido às influências culturais do início século XVII, ainda brotando, outros inventarão outras histórias(!), o que pouco vem nos importar; porque falemos aqui simplesmente da aurora da educação artística, de todo o montante de produções das artes plásticas instituídas a partir da renascença.

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Boullogne foi a ponte de influência essencial na formação da arte ocidental. O fato foi simples: durante a mocidade, foi continuar parte de seus estudos da pintura clássica na Itália(berço de Rafael, Perugino e muitos outros insignes mestres) obtendo enorme influência de humanistas. Retornou à Paris. Logo após, tornou-se professor notável na recém formada Académie royale de peinture et de sculpture (Academia Real de pintura e escultura) durante meados do século XVII.

Em breve seus alunos se tornariam munição de ouro escorrendo revolução adentro.

Confira na próxima semana o discípulo de Louis Boullogne


Gabriel Bortolot Ferreira

Eu sou o tropeço da eternidade, a asfixia do tempo, o feijão do cosmo, o calibre 7.62 na testa de minha modéstia!.
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