calango neptuniano

Breve análise sobre as patavinas psicossomáticas

Mentira, a frustração estava ali

em Prosa por em 24 de jun de 2012 às 18:46

Ata-me as mãos, pois o frio desce. Ata-me as mãos para que eu não mais minta em sorriso. Ata-me as mãos para eu alcançar o brilho nas trevas de meu olhar e para que Deus vibre sobre meu mísero ponto de luz.

E, hoje, eu vou sorrir; mas só por falta de alternativa. Vou sorrir por esta manhã despertar atrasada e pela minha falta de esforço ao apoiar-me sobre a latrina onde te cuspo nem clara, nem viscosa. Meu sorriso volta à translucidez por conhecer o céu e mais um cento de curiós.

Te mato por meu indulto e te condeno por toda vida.

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Artigo da autoria de Gabriel Bortolot Ferreira.
Eu sou o tropeço da eternidade, a asfixia do tempo, o feijão do cosmo, o calibre 7.62 na testa de minha modéstia!.
Saiba como fazer parte da obvious.

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