cinema em prosa

Ensaios de uma amante da sétima arte

Michele Ramos

Nunca recusa café. Usa a arte pra fugir da vida

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    Anticristo

    Sobre as cenas explícitas de violência, Lars von Trier afirma: "Simplesmente achei que seria errado não mostrar. Sou um cineasta que acredita que devemos colocar na tela tudo o que pensamos. Sei que é doloroso ver, mas esse filme tem muito a ver com essas dores"

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    Só sei que foi assim em O Auto da Compadecida

    Uma análise do filme baseado na obra do grande escritor Ariano Suassuna

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    Para Sempre: o amor pode ter uma segunda chance?

    Já pensou no quanto os últimos cinco anos da sua vida contribuíram para você ser o que é hoje? E se, de repente, eles sumissem de sua memória? Baseado em fatos reais, “Para Sempre” é um filme sobre possíveis recomeços e descobertas sobre o amor e sobre si mesmo.

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    Sonata de Outono: quando o cinema sufoca e faz pensar

    Um filme que fará você repensar nas relações entre pais e filhos. Nas cicatrizes que ninguém vê. Será que algum dia o cordão umbilical é realmente cortado? O brilhantismo de Ingmar Bergman presente neste enredo gera conflitos entre o espectador e a sua própria subjetividade. Como todos do diretor, aliás.

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    A Felicidade não se compra ou um filme para ser feliz em existir neste mundo caótico

    O que seria do mundo sem você nele? Como seria a vida das pessoas ao seu redor se você não tivesse nascido? “A Felicidade não se compra” é um filme clássico que nos faz refletir sobre nossa influência no comportamento e na vida de quem nos cerca simplesmente por estarmos aqui, existindo. É o tal laço invisível que nos une.

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    Adaptações cinematográficas: o livro é sempre melhor que o filme?

    “Sorriu com compreensão, com muito mais do que compreensão. Era um desses raros sorrisos que trazem em si algo de segurança e de conforto; um desses sorrisos que você encontra umas quatro ou cinco vezes em toda vida. Um sorriso que parecia encarar todo o mundo, a eternidade, e então se concentrava sobre você, transmitindo-lhe uma simpatia irresistível. Era um sorriso que o compreendia até o ponto em que você queria ser compreendido, acreditava em você como você gostaria de acreditar em si mesmo e lhe garantia que tinha de você a impressão mais favorável que você teria a esperança de comunicar.”

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    O Sorriso de Monalisa: arte, subversão e feminismo nos anos 50

    O filme de 2003 retrata a vida de mulheres dos anos 50 cujo objetivo único era atrair um marido. Na vida e na arte, o conservadorismo presente na época regulava a sociedade. Subversivo era quem não vivia segundo preceitos tradicionais.

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    Filmes de Woody Allen: terapia cinematográfica?

    Fellini dizia que o cinema é um modo divino de contar a vida. Se paraíso ou inferno, o inegável é que se trata de uma das melhores formas de identificação com as mazelas da nossa existência.Os filmes de Woody Allen refletem bem o absurdo que é viver. Confira!