curiosas verdades

Artigos sobre verdades históricas não encontradas nos livros escolares

Cláudio B.

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Miriam de Magdala, a mulher que conhecia O Todo

A verdadeira história de Santa Maria Madalena e as mais recentes provas de seu verdadeiro relacionamento com o Messias, sob a ótica científica, atual e adogmática. O artigo lhe convida à pesquisa e descobertas, passo a passo, de um dos grandes mistérios do Cristianismo.


Thumbnail image for Thumbnail image for the-lamentation-of-christ-sandro-botticelli.jpgAssim Cristo chamava Maria Madalena. Mas, seu nome em Aramaico, significa "A Torre do Rebanho".

As primeiras e mais antigas fontes que citam o nome de Maria Madalena na tradição religiosa do cristianismo são os Evangelhos Canônicos, escritos pelos quatro evangelistas, Mateus, Marcos, Lucas e João, no século I de nossa era. Esses primeiros evangelhos foram selecionados entre muitos outros pelo bispo de Lyon, Irineu, sendo os restantes julgados “apócrifos ou gnósticos” - de pouco valor.

Sua primeira referência encontramos em Marcos: “E ali também estavam algumas mulheres, entre as quais Maria Madalena, Maria mãe de Tiago e Salomé” (Marcos 15:40). Mais adiante, ele afirma que a unção do corpo morto de Jesus foi realizado por essas mesmas mulheres. Também Felipe menciona em seu Evangelho Gnóstico escrito no final do século II, que “Haviam três mulheres que andavam com o Senhor: Maria, sua mãe, a irmã de sua mãe e Miriam Magdalena, conhecida como a sua companheira. Para ele, Miriam era uma irmã, uma mãe e a esposa”. Curiosamente, ela era chamada de "koinomos", entre os discípulos do Messias, palavra grega que tecnicamente, significa "consorte" ou "companheira", sugerindo uma relação íntima e não apenas uma amiga de viagem, sendo a principal confidente de Jesus. Tais afirmações, são encontradas nos Evangelhos Sinóticos e nos Apócrifos Gnósticos, principalmente na Bilioteca de Nag Hammadi, que antecedem os manuscritos bíblicos em 200 anos.

Entretanto, as suspeitas sobre a verdadeira relação de Cristo com esta mulher, quem por algum período curto, após a morte do Mestre, ainda se manteve com destacada liderança entre os apostólos, de acordo com as palavras de Pedro - "Amava-a mais do que às outras mulheres" e com a imediata defesa de Levi, por Madalena, quando o mesmo Pedro a menosprezou, após o relato de seu encontro com o ressuscitado - "Devemos mudar nossos hábitos e escutarmos todos, essa mulher?” questionando que o Salvador a preferisse colocá-la acima de seus seguidores, mesmo após sua morte. Felipe, em seu Evangelho, a menciona mais claramente:"A companheira (do Salvador) era Maria Madalena. (Ele) a amava mais que a todos os discípulos e costumava beijá-la muitas vezes na boca. Eles lhe disseram: Por que você a ama mais do que a todos nós?" mesmo sabendo que ela era sábia e respeitada pelo Mestre.

Um pouco antes, ainda confeccionando nossa colcha de retalhos a respeito das afirmações sobre qual o papel desta personagem, em relação ao Filho de Deus, nos deparamos com a cena da Unção de Yeshua, ou Jesus, em hebraico: A unção com o óleo é uma referência explicita ao ritual do casamento sagrado, assim como faziam as sacerdotisas antigas antes de se unirem ao rei. Madalena era vista como a noiva de Jesus e o casamento sacro era um antigo rito de fertilidade e renovação da terra, muitas vezes seguido da morte do rei ou de um salvador que oferecia seu sangue ao povo e que renascia depois junto com a vegetação. No Evangelho de Marcos (14:8-9) Jesus prenunciou a sua própria morte quando sua cabeça foi ungida pela Madalena e ele se tornou “O Ungido” ou Messias. Como símbolos de Madalena, são mencionados o manto vermelho (ou às vezes verde, da renovação da terra), o jarro de alabastro, o unguento de nardo, a pomba e o ovo vermelho (antigos símbolos dos ritos de fertilidade das Deusas Astarte e Eostre). o Cristianismo Primitivo incluía a celebração do chamado Hierosgamos, que significa a união dos opostos, uma espécie de Sacramento da Câmara Nupcial tal como a concebiam os antigos gnósticos, muitos deles contemporâneos e até mesmo identificados com os primeiros cristãos. Esta celebração oferecia um modelo arquetípico do noivo (Jesus Cristo) e da noiva (Maria Madalena), ensinando a metafísica da união do Espírito Puro com a Alma Arrependida, e a ciência da união sexual entre homem e mulher. Este último corresponde à mescla inteligente do erótico com o sagrado, um ato verdadeiramente religioso capaz de converter seus adeptos em divinais, ou seja, de levá-los à união com a Divindade para conhecer seus Mistérios. Esta condição foi explicitamente colocada no Evangelho Segundo Tomé, excluído, apesar de ter sido escrito por volta dos anos 60 e 70 do Século I e o qual nós, os pesquisadores, suspeitamos que seja o famoso Fonte Q, o qual teria sido a base de 3 dos 4 evangelhos canônicos, que foram adaptados a partir dele. Finalmente, reforçando a certeza de que Miriam de Magdala fora realmente a esposa do Cristo, temos os testemunhos de Publius Cornelius Tacitus - o mesmo historiador romano que em sua época escreveu a biografia de César - na sua monumental obra Annales: "As Bodas de Caná, episódio onde o Messias realizara seu primeiro milagre, transformando água em vinho, seria na verdade, a celebração de seu próprio casamento. Era tradição judaica inquebrável e obrigatória, de o anfitrião, no caso o noivo, fornecer bebida e comida suficientes para seus convidados - fato que se conserva até hoje, mesmo em outras religiões e culturas antigas".

Nos concílios de Nicéia e de Trento, a Igreja conseguiu de uma vez por todas, enterrar todas estas afirmações, blindando a imagem Divina e "pura" de Cristo, contra o pecado carnal representado por uma mulher, ressuscitando esta condição no Concílio de Latrão, onde a exigência do celibato passou a ser obrigatória, com a finalidade de escaparem dos dotes que teriam de ser pagos por seus sacerdotes que decidissem casar, enquanto o Papa Gregório I, terminou atirando a última pedra, taxando-a de mera prostituta arrependida e autorizando a manipulação de um relato bíblico, que então passou a ser atribuído à outra personagem, em outra época, ocultando uma revelação importante, na pesquisa sobre a vida de Madalena e Cristo:

Como, na verdade, eles teriam se conhecido?

O relato, distorcido propositalmente, como vários outros, conta sobre um dos primeiros milagres de Jesus, mas que, graças a datação alterada, possa ter sido realmente, seu primeiro milagre (quase desconhecido pelos fiéis e nunca comentados nos sermões da Igreja): O milagre da "Cura da Mulher com Sangramento". É um dos milagres de Jesus, relatado nos evangelhos sinóticos em Marcos 5:21-43, Mateus 9:18-26 e Lucas 8:40-56. O episódio foi recolocado imediatamente após o exorcismo em Gérasa e ficou intercalado com o milagre da ressurreição da filha de Jairo, de acordo com essa narrativa - "Enquanto Jesus estava indo para a casa de Jairo, uma mulher enferma na multidão avançou e tocou o manto de Jesus. Ela sofria de sangramentos constantes já havia doze anos e sofrera um bocado nas mãos de diversos médicos incapazes de curá-la, com seu estado piorando a cada dia. Quando ela ouviu sobre Jesus, o seguiu na multidão e tocou seu manto. Imediatamente seu sangramento foi curado e ela sentiu que seu corpo estava livre da enfermidade. Imediatamente Jesus percebeu o que havia ocorrido, se voltou e perguntou quem o havia tocado. Seus discípulos estranharam e responderam: "Vês que a multidão te aperta, e perguntas: Quem me tocou?"(Marcos 5:31). Mesmo assim, Jesus continuou procurando à sua volta para tentar identificar quem o havia tocado. Então, a mulher, ciente de sua cura, se aproximou e se lançou aos pés de Jesus, trêmula de medo, e contou-lhe a verdade.

Teria sido ali, onde surgiu a paixão entre os dois, sendo que, mesmo com a mudança de tempo e cena, dá para fazer uma relação direta com a verdadeira origem da Santa e sua vinda à Palestina do Messias..

Lendáriamente, pois não existem registros precisos, seria filha de mãe italiana e pai grego. Os gregos cultuavam a beleza da poesia, da música, da dança, da escultura e da pintura. Miriam de Magdala tinha sido criada e educada dentro desses princípios e estava muito distante da religião e dos costumes hebreus. Aos 17 anos fica órfã e dona de grande fortuna. Escolhe viver numa das propriedades que herdara de seus pais, na aldeia de Magdala. Jamais se preocupou em se informar, nem sequer por curiosidade, sob a forma de vida, leis e costumes do povo de Israel. Lá, uma doença que se agravava, a teria levado a conhecer um Rabi, que andava pelas estradas da Galiléia e da Judéia e que, segundo relatos, poderia lhe proporcionar uma cura.

Colcha acabada, sobram os detalhes, dentre eles, a pergunta: se Maria Madalena era realmente a esposa do Cristo, haveria fundamento na questão de ter gerado um fruto desta relação, um herdeiro?

Esqueçamos as estórias sem fundamento de Dan Brown e mesmo as dos teóricos sobre o assunto, que alegam que teriam tido uma filha, chamada Sofia, mais tarde Santa Sofia, que teria sido enterrada no túmulo de sua mãe, em uma cidade no interior da França, após a mudança da viúva do Messias, para aquele País. Tudo não passa de uma construção poética dentro de um engodo para vender livros e justificar falsas assertivas. Comecemos pela frase de Jesus, dirigida não à sua mãe, mas à Maria Madalena, quando crucificado mas ainda vivo: "Mulher, eis aí o teu filho". Deve-se levar ao pé da tradução em Aramaico e Copta, retirando-se o Grego. Referia-se à sua mulher e ao filho dela, um menino e não á uma filha. O afresco Copta, nas ilustrações deste artigo, mostra muito bem a figura de um menino, de cabelos curtos e na verdade, não se refere à Maria, mãe de Cristo e com o menino Jesus, mas a Madalena e seu filho, aceito pelos verdadeiros autores da imagem, os Cristãos Cátaros, primitivos, conhecidos como uma dissidência do Cristianismo do Século II. Reverenciavam Madalena como esposa de Jesus e por isso foram considerados hereges e todos dizimados!

A possibilidade da "Santa Madalena e a menina Sofia", negras, aceitas pelo povo cigano até hoje, só reflete uma dúvida quanto a ascedência verdadeira de Madalena não ser realmente Italo-grega, mas de uma família de nobres mercadores Zelotes, filha de Teófilo, um comerciante de bálsamos na rota comercial entre a Peréia, a Judéia e a Galiléia e com suas racterísticas raciais comuns até hoje na região. Este fato a aproximaria mais ainda do Messias e seu grupo, no contexto histórico e nas razões que facilitaram seu encontro com o pregador. O que sabemos com certeza absoluta e isso é o mais importante, é que ela era “negra” simbolicamente ou seja, “não reconhecida nas ruas“ - atributo dos príncipes da linhagem de Davi (Livro das Lamentações 4:8).

Avançando na pesquisa, descobrimos que Madalena realmente foi obrigada a fugir para o Sul da Gália, juntamente com seu filho, seu tio Arimatéia, os irmãos Lázaro, Marta, a mãe de João e Tiago chamada Maria Salomé, Maria de Cleofas, esta última a tia de Jesus e Maximin d'Aix, um dos setenta e dois discípulos de Cristo e famoso evangelizador da região de Aix-en-Provence. Havia na embarcação, participando desta jornada, uma jovem de pele morena, vinda do Alto Egito, para servir como aia... ou, seria a própria babá do herdeiro? Como seu nome era Sara, a trama confusa foi construída a partir daí, para proteger o menino de sua existência.

Mas, porque tudo isso?

Por que a fuga não fora devida a perseguição aos cristãos primitivos, nos anos seguintes a crucificação, só ocorrida exatamente em 42 D.C, mas sim, quanto a possibilidade iminente de a criança e sua mãe serem assassinadas. O herdeiro de Cristo poderia assumir com facilidade, o trono do Mártir, o que, se fosse uma menina, mulher, jamais aconteceria. Existe uma teoria muito plausível, de que a idéia de eliminar os dois e mesmo, os outros fugitivos-testemunhas, tenha partido de Pedro, diante da possibilidade de perder seu posto como novo Líder da Igreja que se formava, tão logo os fiéis soubessem da existência do filho homem do Salvador e não proveniente dos romanos, que nesta época, ainda consideravam o cristianismo como uma revolta suprimida e uma religião que não prosperaria.

A cidade de Saintes-Maries-de-la-Mer foi o porto onde os familiares e discípulos de Jesus desembarcaram de sua fuga pelo Mediterrâneo, exatamente onde havia uma fortaleza chamada Oppidum-Ra. O local passou logo a ser conhecido como Notre-Dame-de-Ratis, pois Ra se tornou Ratis (que em latim significa algo como “navegar”), para mais tarde tornar-se Notre-Dame-de-la-Mer, e no século XIX, Saintes-Maries-de-la-Mer. Lá, até hoje, existem registros oficiais, incluindo o de autoridades sacerdotais, sobre a vida do menino até sua morte precoce, ocorrida por uma doença desconhecida. Lendo-os, verifica-se que o menino era tão iluminado quanto seu pai, realizando prodígios até mesmo iguais aos milagres, com algumas curas e exorcismos, testemunhados pelos habitantes locais, governantes e religiosos. De concreto, sabe-se que não se manifestava em momento algum, de forma religiosa ou divina, sendo criado como uma criança normal até seu último dia de vida.

Não conseguiu curar-se a si próprio.

Finalmente, encerro o artigo, lembrando que esta mulher forte, viúva de uma das figuras mais importantes da Antiguidade e que acabou virando Martir de uma causa, em sua época conturbada de revoltas politicas e religiosas da dominação romana, foi ofendida, humilhada pessoalmente e seu nome, ridicularizado como não sendo uma das estruturadoras do cristianismo. Dona de seu próprio Evangelho, riquíssimo, com detalhes os quais somente a íntima de Jesus poderia revelar e a figura mais citada, por 17 vezes nos Evangelhos, acabou sendo maculada, mesmo depois que a moderna Igreja retirou-lhe as acusações de prostituta: não estão preparados para aceitar novos marinheiros, conduzindo a barca de Pedro, uma terrível ameaça a uma entidade de dois mil anos.

Antes que os "santinhos conhecedores de bíblias", decidam me crucificar, ao estilo do atual grupo terrorista Estado Islâmico, o ISIS, publico após as imagens abaixo, lista completa dos textos considerados "perdidos", dos evangelhos, os quais, certamente nunca ouviram falar, tampouco estudaram sobre grande parte deles, como eu, para falarem sobre o assunto. Façam suas pesquisas e lembrem-se: não sou teólogo; sou historiador e nunca confundo fatos e evidências com lendas. A cerne de todos os meus artigos, sempre é puramente científica, sob a historiologia, portanto isenta de estruturas dogmáticas ou non-sense fundamentalista.

Obrigado à todos.

Nas ilustrações a seguir, podemos apreciar a imagem cristã primitiva de Jesus e Madalena, creditada pelos bispos de Nicéia como sendo da aparição de Cristo, após a ressurreição - uma grande mentira, uma vez que já se descobriu que retrata, na verdade, o milagre do sangramento. Observar por favor, o "toque" no manto do Messias. A Madona Negra, outra representação artística, deformada para não ser a heresia de Madalena e seu filho homem, mas a da Mãe do Messias. A "Mulher Samaritana", grosseira farsa cristã desvendada, reconhecendo-se na verdade, uma cena entre Jesus e Madalena, que o serve, no dia a dia, como sua esposa. Depois, a representação icônica de Santa Madalena, reconhecida por todas as Igrejas Cristãs Ortodoxas no Mundo, exatamente como a descrevi no artigo. Terminando, a pintura renascentista, onde se nota Pedro se indispondo com seu Mestre, por causa de Madalena ser uma mulher, estar sendo iniciada entre os discípulos da futura Igreja e a foto dos Evangelhos proibidos por desmascararem os interesses reeditados pela Nova Igreja do Século II e os quais, agora, em pleno Século XXI, não podem ser reconhecidos... os erros e as mentiras, jamais poderão ser reconhecidos. Bastante diferente do reconhecimento das culpas e a verdade absoluta, que o próprio Cristo pregava, não acham?

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(No Velho Testamento)

1. Livro do Convênio (Êxodos 24:4, 7) 2. Livro das Guerras (Números 21:14) 3. Livro de Jasar (Josué 10:13) (2 Samuel 1:18) 4. Livro dos Estatutos (1 Samuel 10:25) 5. Livro dos Atos de Salomão (1 Reis 11:41) 6. Livro de Natã (1 Crônicas 29:29) (2 Crônicas 9:29) 7. Livro de Gade (Mesmo do número 6) 8. Profecias de Aías (2 Crônicas 9:29; 2:15; 13:22) 9. Visões de Ido (Mesmo do número 8) 10. Livro de Semaías (2 Crônicas 12:15) 11. Livro de Jeú (2 Crônicas 20:34) 12. Atos de Uzias, Escrito por Isaías (2 Crônicas 26:22) 13. Livros dos Videntes (2 Crônicas 33:19) 14. Profecias de Enoque Jude 14 15. Comentários de Mateus de Nazaré (Mateus 2:23) Escritos perdidos do Novo Testamento (ou seja, somente mencionados, mas infelizmente totalmente perdidos) 16. Epístola Perdida de Paulo (1 Coríntios 5:9) 17. Segunda epístola perdida de Paulo (Efésios 3:3-4) 18. Terceira epistola perdida de Paulo (Colossenses 4:16) 19. Epístola perdida de Judas Os livros da Bíblia em Apócrifos (Escritos do Velho Testamento) 20. Tobit 21. Judite 22. Adição do livro de Ester 23. Sabedoria de Salomão 24. Eclesiásticos, ou a Sabedoria de Jesus 25. Baruque 26. A carta de Jeremias 27. Oração de Azarias 28. Canção dos três Judeus *(Estes são os livros perdidos de Daniel.) 29. Susana 30. Sino e o Dragão 31. 1 Macabeus 32. 2 Macabeus 33. 3 Macabeus 34. 4 Macabeus 35. 1 Esdras 36. 2 Esdras 37. Oração de Manassés 38. Salmo 151

Escrito do Novo Testamento que tem sido eliminado, mas mencionado: 39. Livro de Maria

(Os seguintes textos perdidos são mencionados em História Eclesiástica, de 337 d.C., pelo bispo Eusébio de Cesaréia, o qual os suprimiu por considerá-los "heresias". Sabe-se hoje, que alguns monges escribas, esconderam cópias, que estão sendo encontradas, aos poucos:

40. Atos de Paulo 41. Atos de André 42. Atos de João 43. O Protevangelho 44. Infância I 45. Infância II 46. Cristo e Abgarus 47. Nicodemos 48. O Credo dos Apóstolos 49. Laodiceans 50. Paulo e Sêneca 51. Paulo and Theca 52. Revelação de Pedro 53. Epístola de Barnabas 54. O Evangelho Perdido de Acordo com Pedro 55. Evangelho de Thomas 56. Evangelho de Matias 57. Clemente I 58. Clemente II 59. Efésios (II) 60. Magnésios 61. Tralians 62. Romanos (II) 63. Filadelfians 64. Smaraneas 65. Policarp 66. Filipenses (II) 66. Evangelho referido somente pela letra Q

(Algumas destas podem ser encontradas nos escritos por Marcion, 150 d.C., e Muratoria, 170 d.C.):

67. Sheppard de Hermas 68. Hermas I (Visões) 69. Hermas II (Mandamentos) 70. Hermas III 71. Cartas de Herodes à Pilatos (Ref. Para o julgamento de Cristo)

(Os seguintes são uma lista de Escritos Apócrifos que não mais existem; no entanto, eles são mencionados e referidos em outros, mais recentes, do século 4 d.C.):

72. O Evangelho de André 73. Outos livros abaixo de André 74. Evangelho de Afiles 75. O Evangelho de Acordo com os Doze Apóstolos 76. O Evangelho de Barnabé 77. Os Escritos de Bartolomeu, o Apóstolo 78. O Evangelho de Bartolomeu 79. O Evangelho de Basilides 80. O Evangelho de Cernithus 81. A Revelação de Cernithus 82. Uma Epístola de Jesus Cristo para Pedro e Paulo 83. Vários outros livros abaixo do nome de Cristo 84. Uma Epístola de Cristo (produzido por Manichees) 85. Um Hino, ensinado por Cristo para seus Discípulos 86. O Evangelho de Acordo com os Egípcios 87. Os Atos dos Apóstolos 88. O Evangelho de Ebonites 89. O Evangelho de Encratites 90. O Evangelho de Eva 91. O Evangelho de Acordo com Hebreus (ou Hebreus II) 92. O Livro de Helkesaites 93. O Falso Evangelho de Hesychius 94. O Livro de Tiago 95. Os Atos de João 96. Evangelho de Jude 97. Evangelho de Acordo com Judas Iscariot 98. Atos do Apóstolo Leucius 99. Atos do Apóstolo Lentitus 100. Atos do Apóstolo Leontius 101. Atos dos Apóstolos Leuthon 102. Os falsos Evangelhos, publicado por Lucianus 103. Atos dos Apóstolos (usado por Manichees) 104. O Evangelho de acordo com ou de Marcion 105. Livros abaixo de Mateus: - O Evangelho de Matias - As Tradições de Matias - O Livro de Matias - O Evangelho de Merinthus 106. Evangelho de Acordo com os Nazarenos 107. Os Atos de Pedro e Thecla 108. As Pregações de Pedro e Paulo 109. As Revelações de Paulo 110. O Evangelho da Perfeição 111. Atos Adicionais de Pedro 112. A Doutrina de Pedro 113. O Evangelho de Pedro (não confunda com o Evangelho de acordo com Pedro) 114. O Julgamento de Pedro 115. As Pregações de Pedro 116. As Revelações de Pedro 117. Os Atos de Philip 118. O Evangelho de Philip 119. O Evangelho de Scythianus 120. Os Atos dos Apóstolos, por Seleucus 121. A Revelação de Stephen 122. O Evangelho de Titan 123. O Evangelho de Tadeu 124. Os Atos e o Evangelho de Thomas 125. O Evangelho da Verdade 126. Contra a Heresia

Modernas descobertas de textos considerados totalmente perdidos, mas que são Escrituras Bíblicas:

127. Livro de Moisés 128. Livro de Abraão (127 e 128, foram encontrados nas tumbas egípcias em 1830. 129. Profecia de José do Egito 2 Néfi 3 130. Profecia de Zenoque 1 Néfi 19 131. Profecia de Neum 132. Profecia de Zenos

Os números 66 e 72 a 126 somente existem nas referências, eles nunca foram encontrados, mas sabe-se que foram conhecidos porque muitos cristãos antigos referiam-se a eles em suas cartas (não oficiais, como as Epístolas) e outros tantos escritos religiosos. Entretanto alguns eruditos ainda debatem a legalidade destes escritos.


Cláudio B.

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