curiosas verdades

Artigos sobre verdades históricas não encontradas nos livros escolares

Cláudio B.

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"O fervoroso Católico"

Empresário, homem de bons princípios, trabalhador e fervoroso católico! Estas são as recomendações do Vaticano, para a imigração Argentina, anotadas na documentação oficial de identidade italiana do senhor Riccardo Klement. Aceito sem mais perguntas por Juan Domingo Perón, este bondoso senhor, fora especialmente indicado por importantes autoridades da Igreja Católica na época...


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Estas autoridades eram todas ligadas a Organização ODESSA, da SS de Himmler, - precisamente o Padre Franciscano húngaro Edward Domoter e o Bispo Alois Hudal - sendo que com sua preciosa ajuda, o pacífico e fervoroso fiel de Jesus Cristo, passou a residir tranquilamente no continente Sul Americano, até ser preso e sequestrado por agentes do Mossad, o Serviço Secreto de Israel, em 1960: só então encontraram este documento, emitido pela Cruz Vermelha sob pedido do Vaticano e com as recomendações anotadas, junto com a numeração queimada em seu braço, de seu código Gestapo para o Tenente-Coronel SS e conhecido carrasco nazista Adolf Eichmann.

Eichmann, o "queridinho" de Reinhard Heydrich, do campo de concentração de Dachau, foi o responsável pela determinação de assuntos ligados à solução final judaica e por seus "bons serviços" à causa, recebeu sua patente de SS-Obersturmbannführer, tornando-se o Chefe do Departamento da Gestapo IV B 4 - Órgão responsável pela logística e execução do extermínio em curso. Este Santo homem foi julgado, enforcado e cremado, tendo suas sagradas cinzas atiradas ao mar, além da costa hebraica.

Esqueceram porém, varridos sob o tapete, os documentos e assinaturas eclesiásticas, que facilitaram sua fuga após a segunda guerra, até a América Latina...

O Arcebispo Hudal, que em Roma, na época trocou seu próprio nome de Alois para Luigi, enquanto facilitava igualmente a fuga de Gustav Wagner, Alois Brunner, Erich Priebke, Eduard Roschmann, Franz Stangl, Walter Rauff, Klaus Barbie e do famoso "Anjo da Morte" de Birkenau, Dr. Joseph Mengele. Como prêmio por sua importante atuação para que todos estes nazistas escapassem, foi ordenado como Bispo de Ela, pelo seu comparsa e protetor, o Cardeal Carmelengo Eugenio Pacelli, mais conhecido como Papa Pio XII. Este último, esteve no Brasil, visitou o Cristo Redentor e de passagem para a Argentina, onde se encontraria com Perón, ainda teve tempo de reforçar junto a mente de Getúlio Vargas, no Palácio do Catete do Rio de Janeiro, a simpatia velada que o caudilho possuía por Adolf Hitler e o Partido Nazista.

Em 2009, meu velho inimigo e até hoje, "chefe-mor" da quadrilha de canalhas pedófilos, ladrões e corruptos da Santa Cúria, proclamou-o "Venerável", ao promulgar decreto para sua beatificação, que aguarda somente a existência de um milagre, realizado por alguma intercessão do finado Papa Pacelli. Um "milagre" já foi produzido, que foi a ordem de Bento XVI para tentar esconder sua reputação Nazi-facista, através de maquiagens grosseiras nos arquivos históricos do Vaticano - que não coincidem com os arquivos históricos do Governo da Itália, à época de Mussolini. Revirando e manipulando a História de cabeça para baixo, pintaram-no oficialmente como "grande defensor da causa judaica e inimigo do Nazismo", para que seu passado repugnante não venha a impedir que um dia, seja transformado em mais um "Santo", aproveitando das cortinas de fumaça que costumava lançar, para ocultar suas atividades sinistras a mando do Reich: inventaram até que seria "sequestrado", pelo general Karl Otto Wolff, por ordem direta do Führer, fato que nunca aconteceu e nem poderia, uma vez que o próprio Mussolini poderia executar, se verdadeiro fosse tal esquema. Wolff, Cruz Germânica de Ouro e braço direito de Himmler, morreu em 1984, aos 84 anos, negando que tivesse recebido tal ordem e que, se houvesse, teria cumprido imediatamente.

Sempre os "santinhos", em suas sujeiras, esquecem alguma coisa.. porém, a História e pesquisadores sérios como eu, jamais ocultam a verdade, para coceira nas más línguas católicas que me difamam, censuram e atacam, sempre que podem.

Na ilustração abaixo, identidade do fervoroso católico Riccardo Klement, com o carimbo da Cruz Vermelha Italiana e sua face inocente ao ser preso, a qual difere bastante de seu cinismo, ao posar em fotografia com seu uniforme Oficial SS-Gestapo.

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Cláudio B.

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