da janela das eumênides

...cada amanhecer traz a razão para recomeçar...

Maria Brockerhoff

As Eumênides acreditam, piamente, na sorte do trevo de quatro folhas… regado com suor, garra, técnica e insônia!

Groenlândia — Mar à Vista

O embarque em Bremerhaven, um dos maiores portos da Europa, às margens do Rio Weser, traz curiosa excitação.


Foto: Rainer Brockerhoff

De Bremen para este porto o trem leva 34 minutos cravados. No trem, e por todo lado, um universo de gente de todas as cores, tipos e etnias. Esta diversidade recente enriquece, traz vantagens para todos.

Aqui em Bremerhaven o Atlantic Hotel Sail City, à beira-mar, nos recebe com água de hortelã e maçãs. A sauna, toda de vidro, tem a forma de um barco e as duchas bem fortes, revigoradoras.

Foto: Rainer Brockerhoff

Bremerhaven, com 110 mil habitantes, limpíssima, agradável é, essencialmente, cosmopolita. Os belos e modernos edifícios —como o centro de conferências em forma de zepelim e o hotel — acentuam o contraste entre a tradição do museu e a história intrigante de navios antigos.

Um barco a vapor, pesadão — DE Wal, 1937-1990 — uma relíquia-navegante satisfaz o desejo dos saudosistas lançando-se ao mar, de vez em quando, com uma tripulação de voluntários:

Foto: Rainer Brockerhoff

Tudo cuidadosamente restaurado.

Foto: Rainer Brockerhoff

Um submarino-veterano nos faz surpresa.

Foto: Rainer Brockerhoff

Finalmente, uma van nos leva ao MS Albatros, da Phoenix. É o ponto inicial para a Groenlândia:

Foto: Phoenixreisen

A partir daqui tudo é novo, principalmente, se nos tornamos disponíveis para mais uma primeira vez!


Maria Brockerhoff

As Eumênides acreditam, piamente, na sorte do trevo de quatro folhas… regado com suor, garra, técnica e insônia!.
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