da janela das eumênides

...cada amanhecer traz a razão para recomeçar...

Maria Brockerhoff

As Eumênides acreditam, piamente, na sorte do trevo de quatro folhas… regado com suor, garra, técnica e insônia!

Cidadinhas da Groenlândia

Paamiut — 1742 — é cercada de pedras quebradas por martelos gigantes em diversos tamanhos.


Foto: Rainer Brockerhoff

Paamiut parece mais próspera e mais limpa do que Ammassalik. Supermercado com vinhos e outros produtos chilenos, italianos, franceses. Os nativos mais velhos são baixinhos, muito enrugados. Os dentes, em geral, como os dos chineses, são encavalados. Aqui a única escola naval da Groenlândia, bem como a maior fábrica de empacotamento de bacalhau. A maioria dos 1600 habitantes é luterana.

Foto: Rainer Brockerhoff

Maniitsoq — a formação de basalto é espetacular e as montanhas atingem 2000m.

Foto: Rainer Brockerhoff

As casas tem escadarias enormes. O exercício para chegar até lá vale por horas de academia.

Foto: Rainer Brockerhoff

Em Maniitsoq, o aconchego é de pedra.

Foto: Rainer Brockerhoff

É impossível cavar nesta "terra", por isso as tubulações de água, esgoto e luz exigem estruturas bem elaboradas sobre as rochas.

Foto: Rainer Brockerhoff

Todos os passantes nos cumprimentam. Um taxista puxou prosa; ao saber da procedência brasileira, abriu um sorriso e imitou passos de samba. Agradeci em groenlandês: qujanaq! Ganhei um amigo. Crianças muito pequenas, sozinhas a caminho da escola. Outras, também pequenas e sem acompanhantes, pegaram o Bussii.

Foto: Rainer Brockerhoff


Maria Brockerhoff

As Eumênides acreditam, piamente, na sorte do trevo de quatro folhas… regado com suor, garra, técnica e insônia!.
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