desmistificador de dálias

“inventar vida de onde [talvez] nunca saiu sequer um sopro de ar”

J. Douglas Alves

Escritor, cinéfilo, Pedagogo, Mestre em Educação e Desmistificador de Dálias.

  • 06. Chaplin 45543985439.jpg
    Eu só queria ir ao cinema...

    A ideia era ir ao cinema, entrar na fila, comprar o ingresso e aproveitar a sessão. Este era o plano, mas...

  • 08. Ed. Marinho - 89Poço-é-lição.jpg
    NÃO TENHA MEDO DE SUAS FRAQUEZAS

    “Renda-se, como eu me rendi. Mergulhe no que você não conhece como eu mergulhei. Não se preocupe em entender, viver ultrapassa qualquer entendimento.” (Clarice Lispector)

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    Um por todos e todos pela música!

    Porque música é sentimento expresso e compartilhado por (e com) todos.

  • 09. 1280-idea-infographic_0.jpg
    PROBLEMAS DE PESQUISA(DOR)

    Quando não é a metodologia e/ou o método, é o tema escolhido ou outras dificuldades circunstanciais que podem atrapalhar a vida de todo(a) pesquisador(a).

  • 06. -pior-mas-todas-sao-mais-tennessee-williams-161675.jpg
    ATÉ QUE PONTO NÓS CHEGAMOS

    Destruímos a criança que há em nós e não nos preocupamos em destruir as que ainda existem dentro das próprias crianças. A seguir um breve relato de como somos ignorantes de nós mesmos.

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    NOTAS DO COTIDIANO: PRIMEIRAMENTE, GENTILEZA

    Um relato sobre como os detalhes – por menores que sejam – fazem uma grande diferença. E sobre como muitas vezes eles não são percebidos.

  • 01. menino_mundo - fsrasuyug.jpg
    NOTAS DO COTIDIANO: SOBRE AS CRIANÇAS E SEU DIREITO DE "EXISTIR"

    A seguir faço um breve relato de uma situação que demonstra a "invisibilidade" ou "exclusão" das crianças diante da cultura adultocêntrica da nossa sociedade.

  • 15 - O Grande Hotel Budapeste (The Grand Budapest Hotel, 2014, de Wes Anderson) juyhdf.jpg
    ABERTA A TEMPORADA DE CAÇA AOS CULPADOS

    De quem é a culpa pela insegurança que assola boa parte do Brasil? Enquanto a mídia hegemônica aponta os culpados entre as vítimas, a fonte do problema permanece encoberta pelos discursos (re)produzidos cotidianamente.

  • messi. via - httpdoentesporfutebol.com.br.jpg
    POR MAIS “MESSIS” NAS SALAS DE AULA

    Comparar os(as) discentes com jogadores, os(as) docentes com árbitros e treinadores, a escola com o campo de futebol. Esta reflexão surgiu de uma situação pedagógica concreta e tem o intuito de dialogar a partir dela.

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    Déficit de Atenção

    O Déficit de Atenção, também conhecido por TDAH, segundos os especialistas é um transtorno de causas genéticas, geralmente percebida na infância e que acompanha o indivíduo por toda sua vida. Não sou nenhum especialista da área e não é sobre este Déficit de Atenção que trata o texto a seguir.

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    Precisamos falar sobre isso

    Os Guarani-Kaiowá tentam resistir à barbárie histórica e pedem que os seus direitos sejam respeitados; refugiados asiáticos e africanos fogem de conflitos e guerras e pedem que sejam acolhidos. Precisamos falar sobre isso...

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    você, ficaria?

    Uma pergunta pertinente para nossos tempos: você, ficaria em um lugar destruído pela guerra? Onde seus amigos e familiares foram mortos – ou a qualquer momento podem morrer de forma violenta e trágica - vítimas de ataques aéreos e terrestres, vítimas da opressão humana. Você, ficaria?

  • 06. Latuff - financiamento poítico.jpg
    SOBRE A MORTE DA PRESIDENTE DILMA ROUSSEFF

    A presidente não morreu. No entanto, diante das tantas aberrações sob o nome de “protesto” que podemos observar nas ruas e em redes sociais, não me surpreenderia caso ela tentasse suicídio. O que me causa estranheza é o fato de tantas pessoas incitarem – e mesmo desejarem – que isso aconteça.

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    NOTAS DO COTIDIANO: Sobre bike, dinheiro e redução da maioridade penal

    Esta é segunda postagem sobre as “notas do cotidiano”, histórias que têm sua origem nos discursos ou práticas comuns de nosso dia a dia, e que são aqui problematizados visando uma reflexão sobre os mesmos.

  • 07. Delawer Omar 0654.jpg
    Quanto vale a vida?

    Sabemos: a vida não tem preço. No entanto, cada vez com mais frequência, ela parece ser desvalorizada perante a violência e brutalidades cotidianas; junte a estes fatores a indiferença que se naturaliza (ou se normatiza) entre os seres humanos, e temos um retrato – não o único ou o mais “verdadeiro” – da sociedade moderna.

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