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quando uma vida encontra outra e a palavra encontra a carne

Carlos Feitosa Tesch

Historiador, especializado em política, ética e linguagem. Atuando como professor, escritor, editor e revisor acadêmico, tutor de produção e online academic writing. Apenas um inquieto que no suposto silêncio da escrita expira palavras.

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    FORTUNA: O LIMITE E A POTÊNCIA EM MAQUIAVEL

    "Sorte imensa e vazia, tu – roda volúvel – és má, vã é a felicidade sempre dissolúvel, nebulosa e velada também a mim contagias; agora por brincadeira o dorso nu entrego à tua perversidade". Canções de Benediktbeuern

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    MANIFESTO CONTRA OS DEGENERADOS POLÍTICOS

    Se você endossou a gestão do partido dos trabalhadores, sobretudo depois do segundo mandato de Lula e se você reelegeu a presidente Dilma, você não é apenas vítima, você é cúmplice. Cúmplice do mensalão, do lava-jato, do petrolão, de assistencialismos eleitoreiros e da segregação racial/sexual institucionalmente fomentada, você deveria ser julgado, você é um José Dirceu.

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    A RESPONSABILIDADE É MAQUIAVÉLICA

    A responsabilidade encontra ampla prosperidade em Maquiavel. O seu advento formula uma nova concepção de homem, não mais um resignado coadjuvante da Roda da Fortuna, mas como um ser que atua imprimindo sua marca no rodopiar de tal acaso.

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    Sobre amar duas mulheres ao mesmo tempo

    Amar uma mãe como mulher é receber um afeto que nasce sem o exaspero da prioridade, é se desnudar da posse, é finalmente deixar as coisas próprias de criança, outra vida repousará em tal conforto, é finalmente ser homem.

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    esqueça aquela estória de se amar primeiro

    “São demais os perigos desta vida pra quem tem paixão”. São tantos os perdidos na equação amor-próprio/amor-impróprio, tantos suspiros à espera de reciprocidade, tanto medo e desconfiança. É um mundo onde o adeus antecipa a chegada.

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    A HONRA NA CONSTRUÇÃO DO REICH

    Resenha analítica de “Não Iremos Mais à Floresta” de Gilbert Ziebura. Uma análise da ligação entre a Honra e os retrocessos antidemocráticos que culminaram no Terceiro Reich.

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    a glória enquanto paixão política

    Resenha de “A Glória”, publicação de Renato Janine Ribeiro em “Os Sentidos da Paixão” (FUNARTE/CIA das Letras). O escopo promove uma breve análise histórica da decadência da Honra e de sua interferência sócio-política.

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    Amores, balões e casas que voam

    O amor nasceu em 1956. Bastaram apenas 34 minutos para que eu soubesse que nada mais cultivaria, sob modo tão simples, os meus sentidos e a minha consciência amorosa.

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    QUESTIONAR É COISA DE SATANÁS

    Não recomendado para ateus cientificistas e religiosos fundamentalistas.

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    A BANALIZAÇÃO DO PEJORATIVO É O PRINCÍPIO DA DESUMANIZAÇÃO

    Falar mal do outro é desumanidade sorrateira. A negatividade que despejamos ao depreciar uns aos outros apenas atesta nossa insegurança, nossa ignorância à sensibilidade e nossa falência enquanto gente.

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    A SEXUALIDADE FAWCEWTT

    Os caminhos para o exercício da sexualidade são vastos, constantemente opomos nossa enraizada e ignóbil moralidade aos humanos desejos e impulsos. Entre “Cocktail” e “Básico Instinto”, este é um agradecimento aos meus estimados mestres Fausto Fawcett, Luís Carlos Miele e Roger Moreira.

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    PENSE NEGATIVO

    O trabalho de um IRONWORKER é a metáfora perfeita do equilíbrio necessário para viver bem, ou melhor, talvez não se trate do exaspero de viver bem ou mal, mas tão somente de poder evoluir enquanto vivemos, construímos algo, corremos riscos e brincamos de ser de ferro para manter a lucidez.

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    ALICE ENCONTRA O PEQUENO PRÍNCIPE

    Sempre se trata de encontrar o “pomme de terre” como disse o Lagarto ao Coelho Branco. Gardner uma vez me confidenciou que Alice, como toda menina do seu tempo, teve uma educação com viés francês, mas o apetite de Alice, não era simples curiosidade de menina vitoriana, havia muito mais em sua inquietude.

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    PARA QUEM ODEIA TARJAS PRETAS E PIIIS

    Palavrão é mesmo coisa de gente imoral e é coisa de gente. Ignoramos a genealogia das palavras, desprezamos seus muitos sentidos, nos calamos e somos castrados por instituições, governos e manuais que ditam os bons modos. Odeio reconhecer os méritos de Foucault. “Mas o que eu não gosto é do bom gosto, eu não gosto de bom senso, eu não gosto dos bons modos”.

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    APELO AO EXTREMAMENTE HUMANO

    Não há virtude maior do que a temperança? Sim. Mas ela só é experimentada pela paixão, pela prática do sentir, não por um “mais ou menos”, um “estar não estar” insosso. Todo destempero e excesso de emoção, ou mesmo a falta dela em um momento específico, são a mais pura demonstração de humanidade.

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