entre a loucura e a razão

Por que para ser considerado normal, deve-se estar entre os extremos da racionalidade e insanidade.

Prescila Rizzardi

Uma leitora compulsiva, cinéfila por natureza e amante de todas as formas de arte

EU OUÇO JOHN MAYER, E DAÍ?

Sabe aqueles momentos ao longo do dia onde por um breve instante de tempo nos perdemos em meio a diversos pensamentos? São aqueles quinze minutos de pura ociosidade. Não importa o motivo, e nem necessariamente precisa-se ter um, o simples fato de se perder em devaneios é sublime e necessita de uma trilha sonora, a minha é John Mayer.


Imagem1.jpg FONTE DE IMAGEM: RETIRADA DA INTERNET

Músico americano nascido em Bridgeport e que estudou na Berklee College of Music antes de se mudar para Atlanta, Geórgia, em 1997. Seus dois primeiros álbuns de estúdio atingiram uma boa repercussão comercial, mas foi em 2003, com "Your Body Is A Wonderland", que atingiu sua primeira grande façanha ao ganhar o prêmio de melhor desempenho pop masculino no Grammy Award.

Mayer começou sua carreira tocando rock, principalmente acústico, mas aos poucos começou uma transição para o blues. A influência do blues pode ser ouvida em seu álbum “Continuum”, lançado em setembro de 2006. No Grammy Awards de 2007, ganhou o prêmio de melhor Álbum Pop Vocal e novamente melhor Desempenho Vocal Pop Masculino por “Waiting On The World To Change”.

Apesar de uma evolução considerável de estilo e até mesmo da temática de suas letras, acredito que o amadurecimento musical de John foi mais do que benéfico, apesar de sua vida pessoal ter várias polêmicas, as quais ele mesmo criava, diga-se de passagem, seu talento supera o artista, porém não sem alguns arranhões. Um de seus sucessos que representa essa futura transição de fase é “Edge of Desire”.

E a única e excepcional “Stop This Train”, que por alguma razão, me faz querer estar dentro da música, ou ao menos ver tudo que se passa ao longe como uma simples passageira desse trem chamado vida.

Alguns anos depois, um câncer na garganta o deixou sem poder falar e exercer a sua mais primordial necessidade, cantar. Nesse tempo recluso, deu origem ao álbum, “Born and Raised” e que representou muito bem essa nova fase na vida de John, onde “Shadow Days” consegue retratar todo seu sofrimento e depois sua renovação, assim como uma nova forma de encarar a vida.

Há pouco tempo, tive o prazer de disseminar a obra de John Mayer a mais alguém. Independente de portador de opinião formada ou não, deve-se deixar claro que seu talento é indiscutível, e por mais clichê que possa parecer, existe uma música para cada fase da vida, e posso afirmar isso com toda a certeza, visto que sou uma fã incondicional do cantor em questão. Seria impossível elencar as melhores canções, mas tentei deixar um pouco de cada fase dele e não meus gostos pessoais, mas como última indicação escolhida, simplesmente por que eu gosto e pronto, deixo vocês com “Why Georgia”.


Prescila Rizzardi

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