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Liz Passos

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A fotografia realista de Edouard Boubat

Edouard Boubat começou a fotografar em uma época marcada por conflitos, devastação e pobreza. Ainda assim, as suas imagens sempre foram captadas com humor e ternura, transformando-o em uma das grandes figuras da fotografia humanista francesa.


Boubat definia a sua fotografia como breves momentos transformados em partes de um todo. Não se sentia separado da paisagem ou da pessoa fotografada. Dizia não observar os detalhes porque não os via.

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Mantinha uma distância da fotografia conceitual, anulava a concepção intelectual do mundo e não julgava ao fotografar. Simplesmente seguia a sua intuição e não concordava com o estilo surreal.

Boubat - mulher casaco.jpg

Boubat iniciou os seus trabalhos como fotógrafo depois da Segunda Guerra Mundial, por volta de 1946, em Paris. Mas profissionalmente, foi somente em 1951, quando participou de uma exposição coletiva na livraria La Hune. O diretor da revista Réalités, o chamou para colaborar regularmente com a publicação como fotojornalista.

Boubat namorados.jpg

Nas suas obras notamos, além da beleza natural captada pela sua sensibilidade, algo especial que beira o romantismo.

Boubat - casal.jpg

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“Uma foto é como um beijo roubado. De fato, um beijo é roubado sempre, mesmo se a mulher estiver consentindo. Com uma fotografia é o mesmo: roubado sempre, e ainda ligeiramente consentindo" Boubat


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