Na série "Compulsion" Alex Prager investiga a complexidade de observação em uma sociedade inundada por espectadores compulsivos.
A fotógrafa cria imagens de coisas que nunca aconteceram, um mundo que nunca existiu, mas ao mesmo tempo é muito familiar.
A construção das imagens é intencionalmente carregada promovendo uma exploração de narrativas através de cenas inspiradas por tragédias.
Os olhos sugerem a forma como cada telespectador interpreta as cenas de acordo com a sua resposta emocional.
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