Não terei grandes dificuldades em eleger o 57 SC Atlantic da Bugatti como o automóvel mais bonito de todo o período pré 2ª Guerra Mundial, assim como concordo perfeitamente com quem afirma que este é o primeiro super-carro da história automóvel.

A fluidez e elegância deste Bugatti torna-o numa peça difícil de comparar com o que quer que se construa nos dias de hoje. As curvas acentuadas dão-lhe uma carga de infinito que infelizmente não vimos em muitos carros ao longo da história da indústria automóvel.
A forma em lágrima é, efectivamente, de fazer chorar muitos dos grandes carros modernos.

Para uma obra de engenharia (e de arte) nascida antes do final da década de 40 do século passado (1938), i.e., com quase três quartos de século, é extraordinariamente moderno. O motor de cerca de 200 cavalos de potência e uma marca de 200Km/h para a velocidade máxima, reafirmam toda a modernidade que o design também não deixa que se desminta.



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