esquina do Óbvio

Porque a genialidade está à esquina do óbvio

Gerson Avillez

Fotógrafo e homem da prática de letras nas horas vagas, teólogo e pedagogo por formação, filósofo autodidata e por vocação. Descendente direto do Tenente-General Jorge Avillez, portador da Síndrome de Aspeger, trabalhou em eventos culturais nas Lonas Culturais no Rio (2002) onde produziu e fotografou, tendo fotos publicadas em jornais do Rio de Janeiro. Posteriormente trabalhou na Rede Globo como fiscal de figuração pela agência MMCDI especialmente na novela Avenida Brasil (2012). Membro votante do Plano Estadual do Livro, Leitura, Literatura e Bibliotecas do Rio de Janeiro, membro número 1017 do CLFC (Clube de Leitores de Ficção Científica) e da Sal (Sociedade de Artes de São Gonçalo), tendo escrito artigos para a Revista Somnium, teve contos selecionados e publicados na Revista Litera, Primeiro Capítulo e é autor de destaque da Obvious Mag. Finalista de diversos concursos literários, tem 21 livros escritos e dois publicados, 'Adormecidos' (2011 - Ryoki Produções) e 'Síndrome Celestial' (2013 - Editora Multifoco).Convido-os a curtir minha página no facebook: www.facebook.com/Filoversismo

A Genealogia da Filosofia

Se a filosofia é o nome ao pensamento humano, analisemos a filosofia da filosofia, seus bastidores.


Todo intelectual honesto prioriza a verdade factual como fundamento e resultante de sua busca [A Ciência do Bem e do Mal], de igual modo a liberdade na sua prática auto-disciplinada, não num sentido retórico, mas realmente de valorizar o saber como fonte da liberdade do pensar, o pensamento como fogo, o conhecimento a lenha e a criatividade o ar. O ato de honestidade é primordial ao pensamento analítico e crítico. Ora, todo grande livre pensador é um artista, queira concorde com seus ideais ou não, mas sempre estão livres não somente a pensar, mas como nos permitir o mesmo, sendo assim ótimos debatedores quando conhecedores da ciência factual do qual aqui separa-se da arte em sua parcialidade a uma logia exatamente imparcial. Para o cientista a ciência vai até certo ponto e depois deste vem o que alguns subentende por Deus, o não preenchível pelas verdades testaveis, ao passo que para um cristão primeiro vem Deus e a ciência é apenas consequência concordante com os fatos, mesmo que mediante um cientista ateu este sendo livre pensador admite as lacunas que somente poderiam ser preenchidas por Ele, queira se prove ou não, mesmo que utilizado muitas vezes também como paradigma. "Como é que filosofamos? É visivelmente apenas a partir do momento em que nos encontramos em diálogo com os filósofos. Isso implica debatermos com eles os problemas (...). Uma coisa é constatar e descrever as opiniões dos filósofos, outra completamente diferente é debater o que eles dizem." [Martin Heidegger, Qu’est ce que la philosophie?, Gallimard]

Assim seguindo a diversos horizontes, além deles, procurando o melhor de dois mundos, em busca de um sexto sentido, quinto elemento, quarta dimensão, um oitavo dia. Seguindo em rota de colisão nessa história paralela interior, caçando nosso diabo particular para destruí-lo. No caminho confrontando-se com todos os medos do homem, a abiose interior de milhares de formas de vidas, a mokita coletiva de que o crepúsculo da humanidade é essa decadência non-sense, onde a verdade dita é uma ilusão, e o não dito verdade, onde nossas buscas se fazem em círculos completos, onde o começo é o fim, um loop sacana onde o passado é um fantasma e a única maneira de se ver o futuro é olhando para trás, mesmo que viremos estatuas de sal... Sócrates, Platão, Aristóteles, Nostradamus eram fogo e vírus, são eternizadas gárgulas e quimeras de um eterno passado de ouro, onde na verdade não passaram de sonhadores. Eu quem diga, gênio ingênuo do holoceno, sonhador dos tesouros divinos de nosso interior que mesmo batizado pelo tempo, sigo a minha desobediência aos desobedientes de uma doente sociedade em busca desse elo perdido que é o motivo de nossa existência atual, no qual mesmo que chegue no limite do infinito espero não ter apenas fechado mais um círculo e terminar escrevendo um texto que nada nós leva à não ser uma infeliz e vazia poesia, pois o filosofo verdadeiro não limita-se ao mero expressar pertinente ao poeta, mas analisar, questionar. O senso do popular por vezes se confronta com a vulgata, comum é degradante não somente a filosofia onde chamasse de “uma ciência com a qual e sem a qual o mundo permanece tal e qual”. O popular é o comum aceito, o vulgar é o destituído de status e valor moral ou ético. Logo a vulgarização da filosofia está para o devaneio banal que o cotidiano com a violência. Filosofar não é simples pensar, mas a objetividade interpretativa e eficaz de forma funcional e imparcial na busca pela compreensão e solução de determinados problemas sob suas diversas óticas, o fundamento de qualquer logia original que se prese, pois ao que se sabe as maiores ciências da matemática, psicologia a física tiveram seu conceitos forjados pelos grandes pensadores gregos, de onde advém o termo do qual diz que tudo já fora pensado na Grécia, e que em suas correntes apresentam até mesmo técnica de pensar, sendo imparcial com suas leis e emocional como as artes. É saber e fazer, teoria e prática, mas somente sólida quando comprovada, assim como muitas vezes junção entre logias e religião, ou até protociência, pois diz respeito a princípios. Claro que assim como as demais podem se determinar como arte, do qual por si só é uma filosofia de expressão, nos conduzindo aos medos, desejos e sonhos comuns a humanidade. A razão da moral. Da própria relatividade ao geral cotidiano e na demanda das demais áreas, demonstra-se a perda de valor próprio destituído por sua própria aplicação de forma contraditoriamente absoluta, onde o relativo que é lei, ganha contornos parciais e fluídos como signo de aplicação, se tornando uma mera filosofia de pensar, não factual deste modo, pois a própria relatividade se torna absolutamente relativa, paranão dizer absurda. Destes desvios confusos destoam-se ausência de argumentos de igual modo a ironizar palavras, não demonstra-se argumento. A Filosofia está para a moral que a contradição para a perda do sentido. "É verdade que desde 1915 a compreensão da relatividade geral foi vastamente aprimorada, nossa confiança na teoria cresceu e não foram encontradas limitações confirmadas sobre sua validade. Contudo, ninguém hoje afirmaria ter um domínio total do rico conteúdo da relatividade geral. O mesmo vale para as respostas a problemas filosóficos levantados pela teoria totalmente ao nosso alcance hoje. Segundo meus conhecimentos, os escritos filosóficos sobre esse assunto foram um tanto limitados, sem dúvida principalmente porque a matemática envolvida é bastante complicada." [PAIS, A. Einstein viveu aqui : 150]

Ora, o problema da filosofia não é o ateísmo comum que se liga diretamente ao secularismo, mesmo que não seja difícil de se ver os limites desse 'ismo' dentro da própria ciência que inclusive abre margem para as religiões pseudocientíficas universidades adentro conforme já vi desabafar até mesmo um cientista descontente em seu blog. As ciências se dividem em humanas, exatas, biológicas, mas todas devem ser delimitadas pela objetividade para se considerar legítima. Isso é um fator preocupante do qual nos afeta direta ou indiretamente - não precisa ser cientista para notar ou sofre-lo - e absurdamente crescente nos dias de hoje, o que é inacreditável, obsceno, mas pseudo-surreal. Esse desvario ensandecido é freqüente talvez principalmente por causa dos 'ismos' da filosofia tão disseminadas atualmente como signo de 'cool' ou 'cult' mas que, no entanto não somente fogem da religião original em sua raiz conceitual como do próprio ateísmo da verdade científica de forma empírica. A ciência verdadeira só estuda os efeitos se for para compreender a causa. Ora, tal busca naturalmente nos leva (eleva) as concausa e obviamente a se confrontar com a filosofia. Sobretudo a síntese da ciência é apenas mediante debates argumentativos sob a luz dos fatos, uma essencialidade onde refuta-se e se questiona o valores inerentes a uma teoria até chegar ser considerada lei, é a evolução da ciência onde esta apenas deixa de ser paradigma mediante tal, é o "peer-review" do qual não existe qualquer conclusibilidade sem tal subsistência. Quando se age de forma anômica a resultante sempre será contradição, não se pode escolher uma lei ou teoria e contraria-la, pregar algo e não demonstra-la factualmente, crenças destoantes umas das outras. Ora, a matemática é exata, não a numerologia que está para a astrologia a astronomia.

"Assim ciência e filosofia não podem mutuamente desconhecer-se... são, uma e outra, emanação da razão e de uma razão que permanece fundamentalmente a mesma nestas duas manifestações." E. MEYERSON, De l’Explication dans les Sciences, Paris, Payot, 1924, t. II, p. 361.

A Exemplo do ateísmo que se diz acreditar em designo inteligente da pressuposição de que o próprio universo não surgiu por acaso tem um pé fora do próprio eixo, especialmente mediante aos falsos desígnios de hoje que de inteligente não tem nada. A suposição plena da crença na Teoria da Evolução parte de conceitos seletivos por leis inteligentes, não desígnos, se contradizendo assim, pois o acaso neste caso não se pode se considerar lei assim não fazendo parte desta Teoria evolucionista que isso propõe. O evolucionismo se tornou, não obstante, uma ferramenta notavelmente útil, podendo se aplicar inclusive também na memética, psicologia, e no desenvolvimento da Inteligência Artificial, mas inevitavelmente sempre se ligará a um principio comum, a do livre-arbítrio, essência que define cada ser mediante sua consciência “evoluida” minimamente e quanticamente correto. Claro, que neste debate que sucederem tópicos seguintes, independe a condição de crença teísta ou não-teista quando o tocante é livre-arbítrio VS predeterminismo e determinismo. O determismo como fatalismo é algo que não somente subtraí plenamente nossa liberdade submetendo-nos a uma mera ilusão perceptiva - ou nem tanto - desta diametralmente contra o conceito de livre-arbítrio. Logo se uma pessoa se diz ateu e ao mesmo tempo acreditar nesta crença diria que seus ideais no mínimo são mal resolvidos, mas um buraco filosófico. Esses neo-ateístas são semi-teístas não confessos como Carl Sagan e Arthur C.Clarke, mesmo que aqui não exista a torção filosófica chamada determinismo enfadonho e esburacado filosoficamente. Estes como escritores sabiam expor suas crenças filosóficas de modo que assim como eu reconheço que como ficção tudo fica mais fácil e bonito, mas a maioria das vezes desqualificadas cientificamente, aqui entra o occanismo e empirismo iniciado apenas em debate pela filosofia da ficção-científica, sua única verdadeira função, não como a epistemologia, também chamada teoria do conhecimento, que é o ramo da filosofia interessado na investigação da natureza, fontes e validade do conhecimento. Já para Nietzsche a filosofia se resume ao confrontamento com a moral. Aqui anula-se a ética e consequentemente a estética: "A filosofia, como até agora a compreendi e a vivi, é viver voluntariamente entre o gelo e nas montanhas altaneiras – uma procura de tudo o que é estranho e discutível na existência, tudo o que, até aqui, tem sido excomungado pela moralidade." [Nietzsche, Ecce Homo, tr. Eduardo Saló, Europa-América, p. 42.] Assim na difícil definição posterior do que venha ser um simulacro. Os simulacros se determinam como uma cópia sem original ou auto-cópia, de modo que assim seria mais real que o mesmo (surreal?), mesmo que soe mais como uma forma prosaica de auto-caricatura: "o simulacro nunca é o que esconde a verdade - é a verdade que esconde o fato de que não existe nenhuma" seria como nominar o triunfo do falso, da mentira, sobre a verdade.

"Todo aquele que não deseja depender das opiniões que a sorte lhe trouxe, mas se empenha em procurar a verdade, sempre encontrará nessa busca alguma satisfação; e por muito pouco que venha a obter, nunca dirá que perdeu o seu tempo." John Locke, Ensaio sobre o Entendimento Humano, vol. I, F.C.Gulbenkian, Lisboa, 1999

Mas Joseph Wittgenstein em seu Tractatus Logico-Philosophicus fora um dentre muitos exemplos que pretensionava resolver todos estes problemas da filosofia. Em grande parte partindo-se em suma da 'expressão' onde definitivamente parte do problema da filosofia está no próprio empregar das palavras, de fato por expressões que se re-conectam constantemente não parece haver resolução, apenas se sucedendo. No seu livro Investigações filosóficas [tr. M. S. Lourenço, Gulbenkian, I parte, § 109] Wittgenstein define que "A filosofia é um combate contra embruxamento do intelecto pelos meios da linguagem." A Filosofia, assim, se determina justamente pela função da compreensão do universo nato e metafísico não por meras concepções prosaicas de expressões e paralelos e palavras do qual são pertinentes apenas ao poetas e aos hipócritas. Porém isso ainda assim não expunha por completo o problema, fora que existe coisas não somente de impossível expressar, mas talvez até de se 'perceber'. Assim a própria palavra Filoversia expressa parcialmente este elemento, mas dentro do contexto de "verbo" espiritual, não ideológico. Mesmo que até os poetas se aventuram neste campo sem muito sucesso. E o problema continua... Curiosamente ao se expor o problema parcial da filosofia Wittgenstein parecia alimentar Hegel na sua neodialética posterior sem qualquer escoramento empírico positivista, mas apenas verbal nas idéias, como uma espécie de baba intelectual sobre as próprias idéias. A dialética se tornou nada mais do que um meio ao paradigma do sofismo e ao modismo maquiavélico. De todas as previsões e adivinhações as mais imprevisíveis e potencialmente catastróficas está a dialética ideológica mesmo que não se exija esforço para conceber onde chegará. O Próprio Nietzsche aqui parecia ser um crítico: "O dialético degrada a inteligência de seu antagonista. Só se escolhe a dialética quando não se tem mais nenhuma saída." Aqui se exponha outra parte do problema: a da coexistência contraditória também abordada pela Filoversia, que visa separa-las dos paradoxos legítimos o que Hegel não fez. Assim demonstra-se o fatalismo dos 'ismos' canibais responsáveis pela cultura de fachada delimitada apenas por uma carcaça ideológica, mas vazia de elementos comprováveis factualmente. A loucura como alguns propõe não é relativa, a relatividade em tudo que é loucura, pois é isto que um louco vê na verdade, na realidade. A própria mentira é um destes erros aceptivos da percepção: a loucura aqui ganha valores não de erro, mas indiciplina-mor para com a realidade submetida à verdade. A incompetência vacilante do ser mediante ao 'facto' ao autodesonrar supremo do não cumprimento da palavra ou vacilos verbais tidos como lei, de modo similar as promessas do tolo que se resume a concepção do sangue. Por isso Bradley definia a filosofia como uma arte na busca de más razões para aquilo que se crê por instinto. Não existe estúpido maior daquele que agrega todo conhecimento sem pratica-lo ou pratica-lo sem ética. Essa ilusão não é uma 'matrix', mas sim 'natrix', de nariz da mentira falaciosa. Ora, as falácias detectadas por silogismos levam a erros categóricos e injustiças conceituais. Quando se não é falácia funciona sob todos os aspectos. Toda a generalização antropológica é uma falácia, cuja única generalização antropológica que não é uma falácia é esta. Sobretudo para Parmênides seu pensamento eram sobre duas realidades essenciais, a alétheia como a irrevogável verdade que não se contradiz e dóxa onde é representado pela ambiguidade da opinião, ou seja, não representa uma verdade ou certeza. Sua integração com o ser, deste modo demonstrava uma crítica relação ilusória onde a verdade (alétheia) não seria palpável sensorialmente como metafísica cuja resultante dóxa do qual o universo visível não representaria alétheia mediante as aparências de transformações. Comprova-se tal concepção mediante a astronomia onde a imagem não condiz uma realidade se não passada, por exemplo. Esse empirismo, no entanto, não se dá de forma generalizada a nível pessoal por experiência tampouco recusando-se o passado como tabula rasa de Locke, mas similar à crença empirista de Berkeley de forma parcial, sendo contra ao Solipcismo tal como em seus individualismo egocêntrico, mas individualismo cooperante. Assim a importância da lógica intuitiva mediante a razão para a Filoversia, está como uma ferramenta fundamental que somada a paradoxologia se completa a distinguir as contradições que devidamente desqualifica qualquer crença que assim se combate, aos paradoxos. Negando assim a própria concepção filosófica de Bertrand Russell, enquanto os 'ismos' dominantes do mal são o cinismo, manequismo e maqueavilismo, e incluindo uma irritante dialética subjetivista, jamais positivista ou verificacionista como ferramente de alta utilidade, assim sendo duma redundância do qual apenas se faz rir por absurda, o que resultaria no que chamo de ‘sarcasismo’ que acabei de criar enquanto escrevo isso, que a exemplo do Antropomorfismo na realidade não aproxima os animais de nós, mas nós da animalização. Em minha experiência dos três grandes temas da filosofia (ética, estética e positivista) nota-se que ambos se ligam inevitavelmente, onde como fotografo que até mesmo a estética apresenta uma moral, ou seja, ética, do qual abordei em 'O Sentido Perdido'.

"Mais de dois mil anos já se passaram desde o dia em que Platão ocupava o centro do universo espiritual da Grécia e em que todos os olhares convergiam para a sua Academia, e ainda hoje se continua a definir o caráter da filosofia, seja ela qual for, pela sua relação com aquele filósofo." [Jaeger, Werner. Paidéia. A formação do homem grego: 581]

Mesmo que como a grande maioria dos filósofos terem sido influenciado por antecedentes de renome e correntes filosóficas que seguiam, Wittgenstein, assim, não resolveu o problema dando seguimento a esta genealogia que se sucedendo por mestres e discípulos indiretos rastreados de Platão até hoje. Mas afinal há elementos corrompidos desde Platão onde suas crenças como "Tudo que está encima é como está abaixo" era uma clara referência torcida ao longo dos anos, mas se referia a navegação, ou seja, verdadeiros equívocos seculares mesmo que curiosos a teoria dos espelhos, mas apenas mediante repetições. Não há um consenso lógico entre os demais 'ismos' especialmente plenamente de acordo com o mundo empírico comprovável de modo que desconheça algum grande trabalho atual publicado, do qual o meu não conta por lástima óbvia de resultante opressiva pseudo-póstula, e duvido que alguém seja fiel a este a fim de compreender esta ligação proposta desde ao longo da obra.

Trecho de ‘Ecce Libro’ de Gerson Avillez – 2012®

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Gerson Avillez

Fotógrafo e homem da prática de letras nas horas vagas, teólogo e pedagogo por formação, filósofo autodidata e por vocação. Descendente direto do Tenente-General Jorge Avillez, portador da Síndrome de Aspeger, trabalhou em eventos culturais nas Lonas Culturais no Rio (2002) onde produziu e fotografou, tendo fotos publicadas em jornais do Rio de Janeiro. Posteriormente trabalhou na Rede Globo como fiscal de figuração pela agência MMCDI especialmente na novela Avenida Brasil (2012). Membro votante do Plano Estadual do Livro, Leitura, Literatura e Bibliotecas do Rio de Janeiro, membro número 1017 do CLFC (Clube de Leitores de Ficção Científica) e da Sal (Sociedade de Artes de São Gonçalo), tendo escrito artigos para a Revista Somnium, teve contos selecionados e publicados na Revista Litera, Primeiro Capítulo e é autor de destaque da Obvious Mag. Finalista de diversos concursos literários, tem 21 livros escritos e dois publicados, 'Adormecidos' (2011 - Ryoki Produções) e 'Síndrome Celestial' (2013 - Editora Multifoco).Convido-os a curtir minha página no facebook: www.facebook.com/Filoversismo.
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