esquina do Óbvio

Porque a genialidade está à esquina do óbvio

Gerson Avillez

Fotógrafo, autor, teólogo, filósofo e pedagogo por formação. Portador da Síndrome de Aspeger com superdotação (Qi 163), trabalhou em eventos culturais nas Lonas Culturais no Rio (2002) onde produziu e fotografou, com fotos publicadas em jornais cariocas. Posteriormente trabalhou na Globo como fiscal de figuração pela agência MMCDI na novela Avenida Brasil (2012). Membro votante do Plano Estadual do Livro, Leitura,Literatura e Bibliotecas do Rio de Janeiro, membro do CLFC (Clube de Leitores de Ficção Científica) e da Sal (Sociedade de Artes de São Gonçalo), escreveu artigos para a Revista Somnium, teve 35 contos selecionados e publicados na Revista Litera Livre, site Maldohorror, Primeiro Capítulo, Conexão Literatura, Creepypasta Brasil nas antologias Arte do Terror, Mirage, Nemephile, assim como autor da semana com artigos de destaque na Obvious Mag. Finalista de diversos concursos literários. Tem 27 livros escritos e dois publicados, 'Adormecidos' (2011 - Ryoki Produções) e 'Síndrome Celestial' (2013 - Ed. Multifoco). Convido-os a curtir minha página no facebook: www.facebook.com/Filoversismo

O Hipercubo e Objetos impossíveis

O único equivalente atual de um objeto que vare conceitualmente nossas dimensões conhecidas é o hipercubo, sendo um tipo de poliedro donde sua forma sugere a quarta dimensão acima da altura, comprimento e profundidade, subtraindo-se a dimensão temporal.


2083629667_588bba2d66.jpgO único equivalente atual de um objeto que vare conceitualmente nossas dimensões conhecidas é o hipercubo, sendo um tipo de poliedro donde sua forma sugere a quarta dimensão acima da altura, comprimento e profundidade, subtraindo-se a dimensão temporal. Mesmo que o "objeto" impossível mais primordial a geometria comum seja o ponto, por não ser possível se medir, apenas definindo uma posição no espaço, o hipercubo é o único atual que apresenta medidas aparentemente dimensionais (veja o exemplo ao lado), porém, excedendo quando um cubo se desloca à trajetórias anteriores sem que tais direções existam num espaço tridimensional conhecido, o limite que a geometria atual conseguiu. Aqui ocorre um esboço que exemplifica filosoficamente o objeto impossível do livro Antrovates (cuja postagem está neste blog) faz como se não obstante sugerisse uma equivalência apenas presentes as partículas mais elementares do universo e previsto similarmente pela incerteza de Heinsenberg, não sendo possível se definir ponto ou velocidade expondo finalmente o que aparenta ser uma singularidade conceitual presente em pontos opostos do universo, do micro (tais partículas) ao macro (de certa forma num buraco negro). Sobretudo isto sugere outra dimensão ou dimensões desconhecidas que podem servir de atalhos espaciais ou não, mas que sobretudo podem perfeitamente amarrar as teorias da relatividade geral a mecânica quântica, justamente o que sugere o livro Antrovates. A compreensão da teoria do tudo somente é possível com a compreensão igualmente de dimensões extras cujas fronteiras são as singularidades (normalmente seguidas de paradoxos), mesmo que apenas teórico há de ter plena funcionalidade dado os exemplos naturais citados. Porém, muito antes as artes das pinturas pareciam já tentar tocar tais dimensões a exemplo de alguns casos surgidos do movimento surrealista e neo-cubista. E justamente pelas artes que exemplífico mais alguns casos de objetos impossíveis, basta ter a mente aberta e um pouco de imaginação.

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Claro que nestes casos podem ser exemplificados como ilusão de ótica, porém, tal objeto "ilusório" somente é possível teoricamente, aqui, neste caso, no papel, por literalmente enrrolar a profundidade tal como as demais dimensões.

Fontes: www.ilusaodeotica.com.br

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Gerson Avillez

Fotógrafo, autor, teólogo, filósofo e pedagogo por formação. Portador da Síndrome de Aspeger com superdotação (Qi 163), trabalhou em eventos culturais nas Lonas Culturais no Rio (2002) onde produziu e fotografou, com fotos publicadas em jornais cariocas. Posteriormente trabalhou na Globo como fiscal de figuração pela agência MMCDI na novela Avenida Brasil (2012). Membro votante do Plano Estadual do Livro, Leitura,Literatura e Bibliotecas do Rio de Janeiro, membro do CLFC (Clube de Leitores de Ficção Científica) e da Sal (Sociedade de Artes de São Gonçalo), escreveu artigos para a Revista Somnium, teve 35 contos selecionados e publicados na Revista Litera Livre, site Maldohorror, Primeiro Capítulo, Conexão Literatura, Creepypasta Brasil nas antologias Arte do Terror, Mirage, Nemephile, assim como autor da semana com artigos de destaque na Obvious Mag. Finalista de diversos concursos literários. Tem 27 livros escritos e dois publicados, 'Adormecidos' (2011 - Ryoki Produções) e 'Síndrome Celestial' (2013 - Ed. Multifoco). Convido-os a curtir minha página no facebook: www.facebook.com/Filoversismo.
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