esquina do Óbvio

Porque a genialidade está à esquina do óbvio

Gerson Avillez

Graduando em pedagogia, bacharel em teologia. Conservador moderado de direita com tendências anarcopacifistas como crítica à corrupção e abusos de poder, e asperger por natureza. Homo Kaber Viven, natural do Rio de Janeiro. Hominídeo bípede de hábitos onívoros e graduando teologia. A pedra no rim do capeta, o dragão na garagem dos pseudos, a pulga atrás da orelha de Nietzsche, o calo nos pés do mau vidente. Membro do CLFC (Clube de Leitores de Ficção Científica) Autor de 20 livros até 2015 de Corpus Ad Ventus sua Magnus Opus. Convido-os a curtir minha página no facebook: www.facebook.com/Filoversismo

Ilhas Misteriosas da História

A história humana traz ricos relatos que não deixam dúvidas de acontecimentos. Porém, há pontos obscuros ao longo desse trajeto demonstrando que a história também tem seus mistérios, mistérios como dessas misteriosas ilhas pelo mundo.


A História humana está repleta de mistérios. Um olhar mais apurado sobre pontos obscuros de nossa história revela casos inusitados, dos rumores de uma civilização desaparecia, a Atlântida, e ao constar em mapas cartográficos de lugares que aparentemente desapareceram, como o continente Mu a ilha Hi-Brazil. Há relatos de ilhas onde casos misteriosos ocorriam e até mesmo desapareciam.

Um desses casos é a Ilha Sandy, uma ilha fantasma supostamente localizada entre a Austrália e Nova Caledônia no Mar de Coral, sendo presente até mesmo no google maps, mas retirada dos mapas oficiais em 1979. Apesar de ter sido retirada do Times Atlas of the World em 1999, sua ausência somente fora percebida novamente durante uma expedição realizada nas mediações em 2012, expedição esta que investigava as placas tectônicas da região, nos levando a perguntar: se a ilha nunca existiu como fora parar em tantos mapas assim?

SandyIsland.jpg Ilha Sandy, no google maps.

Outro caso similar ocorreu no litoral mexicano onde mapas do período das grandes navegações de 1535 à 1775 revelam a chamada Ilha de Bermeja. No entanto, após esse período passou longo tempo desaparecida vindo a ressurgir novamente em mapas de 1857 o que rendeu a ela o apelido de 'Ilha Encantada'.

Hoje ao se procurar a Ilha de Bermeja nos mapas de satélite não a encontram, mesmo que alguns digam a encontrar navegando em meio a nevoeiros. A polêmica se acendeu quando o então presidente do México, Ernesto Zedillo, negociava com o presidente Bill Clinton uma demarcação de águas internacionais na região. Ao usarem a Isla Bermeja como referência, não demorou muito para perceber sua inexistência, aparentemente confirmada por uma expedição realizada até o local em 2000, constatando que nem rochas submarinas a existiam.

Tenha essas ilhas existido ou não, suas histórias parecem saídas de Lost, o que parece enriquecer o imaginário popular. Porém, ainda que não desaparecida a ilha do terceiro caso é não menos misteriosa.

A Isola La Gaiola, uma ilha na região de Nápoles, na Itália, ficou conhecida como a Ilha Amaldiçoada. Comprovadamente existente recebeu esse título pelo fato de todos seus habitantes terem simplesmente morrido ou enlouquecido. O primeiro caso ocorreu em 1920 quando um casal suíço, os Braun, morreram misteriosamente. Posteriormente o alemão Otto Grunback, o barão alemão Karl Paul Langheim e o industrial francês Maurice-Yves Sandoz suicidaram-se na mesma ilha. A ilha coleciona mortos, como os parentes de Gianni Agnelli, e quando não até mesmo alguns mortos assassinados como o caso de Franco Ambrosio e sua esposa Giovanna Sacco, mortos em 2009. Os padrões de mortes suspeitas nunca foram desvendados.

gaiola-island-12.jpg Ilha da Gaiola, Nápoles, Itália

Mas o Brasil também tem seus casos misteriosos ocorrido em ilhas. Na década de 70, durante a ditadura militar brasileira, a aeronáutica realizou uma operação de investigação de misteriosas aparições de OVNIs, que ficou conhecida como 'Operação Prato', na região do Pará, quando se constatou relatos de uma misteriosa mulher, com estranho sotaque. Essa mulher todos os dias ia para uma ilha levando muito peixe. O problema é que uma vez lá ela desaparecia assim como todos os peixes, para ressurgir novamente, no dia seguinte, pedindo aos barqueiros locais para leva-la novamente a ilha.

Intrigados com o comportamento suspeito dela, os navegadores passaram observar a mulher constatando que ela algumas vezes andava nua pela ilha. Para piorar a situação, ela passou levar cerca de dez homens nunca vistos antes até a ilha para todos desaparecerem, assim como os peixes que levava. O caso chamou tanta atenção da população da região que os responsáveis pela Operação Prato a prenderam. A mulher chamada Elizabeth Quimine Berger tinha documentos de nascimento suíços, passaporte inglês e documentos de residência em Paris.

Sem nenhuma prova que incriminasse Elizabeth Quimine Berger, ela fora solta, mas mediante o clamor e as suspeitas de que tivesse protegendo guerrilheiros fora presa pela terceira vez, até que posteriormente desapareceu. Anos mais tarde alguns disseram tê-la visto atuando como enfermeira em 1985, durante um terremoto em Los Angeles e depois na Coréia do Sul. Esse caso é relatado até hoje por militares de alta patente, chegando aparecer nos jornais da época.


Gerson Avillez

Graduando em pedagogia, bacharel em teologia. Conservador moderado de direita com tendências anarcopacifistas como crítica à corrupção e abusos de poder, e asperger por natureza. Homo Kaber Viven, natural do Rio de Janeiro. Hominídeo bípede de hábitos onívoros e graduando teologia. A pedra no rim do capeta, o dragão na garagem dos pseudos, a pulga atrás da orelha de Nietzsche, o calo nos pés do mau vidente. Membro do CLFC (Clube de Leitores de Ficção Científica) Autor de 20 livros até 2015 de Corpus Ad Ventus sua Magnus Opus. Convido-os a curtir minha página no facebook: www.facebook.com/Filoversismo.
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