fabita

Jornalista, amante de literatura, cinema e filosofia

“Corre, Forrest, corre!”

Ele não ficou em meados da década de 1990. Forrest Gump permanece na boca e no coração dos mais sensíveis, que ainda tiram preciosas lições do personagem que é incrível em sua simplicidade


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Dificilmente um filme conquistou tantos fãs quanto Forrest Gump – O Contador de Histórias. Filme de 1994, Forrest Gump mostrou que alguém aparentemente “idiota”, na visão de alguns, chegou muito mais longe do que um bando de gente que se acha esperta.

Forrest Gump é dramático, é engraçado, é histórico. O personagem principal passa por diversos momentos marcantes do Século XX, interage com os ícones de seu tempo, influencia multidões e dá uma lição de amor, daquelas puras e raras.

Sua Jenny viveu intensamente cada fase. Desde a Era Hippie até a Era Disco, foi mãe solteira – como muitas mulheres da pós-revolução sexual – e morreu de AIDS, a doença do século. Forrest a amou desde o primeiro contato, a amou mesmo com a temida doença, a amou mesmo quando tudo o que ela queria era distância, mesmo quando a indiferença era tudo o que ela podia dar.

É um daqueles filmes que você assiste todas as vezes que passa na TV e todas as vezes é como se você estivesse descobrindo tudo de novo. Sempre há detalhes esquecidos e ângulos ainda não explorados, que fazem sentido com o passar do tempo, com o passar dos anos, com o passar das fases. Os mais sensíveis correm com Forrest e dizem com ele, de forma despretensiosa: “idiota é quem faz idiotice”, lamentando a opinião da maioria.

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Jornalista, amante de literatura, cinema e filosofia.
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