fabita

Jornalista, amante de literatura, cinema e filosofia

Feitas para fazer escolhas

Femininas, sim, sempre, e cheias de ideias brilhantes e profundas e também de amenidades, reservadas para as amigas mais próximas


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Mulheres foram feitas para fazer escolhas. Algumas defendem o direito de trabalhar fora; outras, o direito de cuidar da casa, do marido e dos filhos. Não há regras. O importante é não perder a feminilidade, a doçura, a meiguice, o apreço pela vida, que tanto encantam a humanidade. Afinal, somos mesmo diferentes. Trazemos a vida, transformamos casas em lares e oferecemos o aconchego. Detalhes que nos transformam em deusas aos olhos dos homens. Femininas, sim, sempre, e cheias de ideias brilhantes e profundas e também de amenidades, reservadas para as amigas mais próximas.

Damos cor ao mundo, ordem, carinho, confiança, credibilidade. Lado a lado de grandes homens, somos grandes mulheres que, por vezes, precisamos apenas do conforto de um abraço e alguém que nos ouça. E como gostamos de falar! A maioria de nós tem uma necessidade absurda de se expressar. Nos primórdios, quando os homens saiam para caçar e precisavam essencialmente do silêncio, nós ficávamos em casa e éramos responsáveis pelo desenvolvimento da fala dos pequenos. Vai ver foi daí que surgiu tamanha necessidade!

Houve um tempo em que fomos amazonas, de espírito guerreiro; houve um tempo em que fomos queimadas na inquisição; houve um tempo em que não podíamos votar. Muito foi o que mudou ao longo da História e hoje, cada vez mais, temos o poder de escolha. Não há apenas um caminho para a mulher contemporânea. Os caminhos são infinitos, assim como são infinitas as contribuições que deixamos.

A nossa marca ficará impressa no mundo, de um jeito gracioso. Nosso exemplo, seguido geração após geração. Hoje, nos permitimos ter prazer, nos permitimos mostrar mais as curvas, dirigir, trocar o pneu do carro, falar de política. Porém, não tornemos os homens dispensáveis, pois isto seria um grande desperdício. Vamos juntos escrever com luz a História de onde vivemos, deixando este lugar melhor do que quando o encontramos.


fabita

Jornalista, amante de literatura, cinema e filosofia.
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