Márcio Chocorosqui

Um dia aventurei-me no mundo das letras e, desde então, alimento-me do meu trabalho com as palavras e dele faço uma profissão de fé, mesmo que isso pareça ser a luta mais vã

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    Dê uma chance a Bingo

    Ir ao cinema hoje em dia é padecer numa lista de filmes padronizados. Eles seguem a receita norte-americana cuja ênfase está nos efeitos visuais e na técnica para obtenção do lucro. São raros os filmes que fogem a essa regra e investem no conteúdo. Qual filme escolher? Será que “Bingo, o Rei das Manhãs” merece uma chance?

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    O perfil do canalha

    Quem nunca sofreu uma canalhice na vida? É inacreditável, mas isso acontece de forma inesperada. Quando você percebe, já caiu na rede de artimanhas de um canalha. Aí pode ser tarde demais para amenizar os danos causados. Mas quem é esse cara ignóbil que quer vê-lo arruinado? Nunca é demais observar algumas reflexões sobre o canalha.

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    A educação em ‘Pink Floyd The Wall’

    Um ranço de escola tradicional nunca abandonou a educação, em cujo DNA está latente o “ensino bancário”, no que este tem de burocrático e autoritário. A pedagogia moderna indica uma teorização voltada para a prática educativo-crítica, libertária e sensibilizadora. No filme “Pink Floyd The Wall” há uma dura crítica ao ensino opressor.

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    O bom e o mau professor

    Nas escolas é comum se tachar os professores em dois tipos: o bom e o mau. Enquanto este passa por negligente, preguiçoso e irresponsável, aquele colhe os louros da vitória pela pedagogia oficial. Mas ser extremamente preocupado com o cumprimento de suas obrigações pode fazer mal à saúde. Será por isso que o “mau professor” está sempre de bem com a vida?

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    O Brasil inventado pelo outro

    O brasileiro é cordial e tem jogo de cintura. Sua hospitalidade e gentileza são gabadas por estrangeiros, estes mesmos que também o veem conforme um perfil em que não falta alegria, curtição, malandragem, preguiça e sensualidade, ao que se agrega a imagem do país tropical sempre em festa e comunhão com sua natureza paradisíaca. De onde vêm esses clichês?

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    A inexplicável Lei de Murphy

    “Nada é tão ruim que não possa piorar.” Essa é a filosofia fundamental da Lei de Murphy, uma invenção folclórica norte-americana que explica como, em situações do cotidiano, a provável melhor escolha acaba dando errado. Por experiência própria, listei algumas dessas situações, seja em filas, no trânsito ou às voltas com uma goteira.

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    O anarquismo pela língua

    Desde minha infância, eu via no ato de mostrar a língua uma rebeldia e uma desobediência. Embora nos consultórios médicos isso fosse comum, em outros contextos sociais produzia censura e repreensão. A língua comprova sua vocação anárquica na clássica foto de Einstein e no logotipo dos Rolling Stones.

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    O amor e a maldade

    O mundo seria infinitamente melhor se todas as pessoas tomassem como filosofia de vida simplesmente “seguir o caminho do bem”. Mas por que somos cercados por tanta maldade? O que leva alguém a tornar-se cruel? A falta de amor causa as mais horrendas perversidades. Assim, é difícil acreditar que no coração de quem ama haja espaço para a maldade.

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    Não cultive este pé de fumo

    A escrita nos permite, por meio da retórica, tomar o partido que quisermos. Tudo pode ter um ponto de vista favorável ou contrário. Exemplo: fumar faz mal à saúde e pode levar à morte! Diante dessa sentença, como argumentar contra? Fumantes têm sido banidos do convívio social. Como defendê-los? Quais os benefícios do cigarro? Ei-los, com uma baforada de ironia.

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    O Brasil nas copas das conspirações

    Em época de Copa do Mundo, emergem teorias da conspiração sobre manipulações extracampo de resultados de jogos. Vejamos casos em que o Brasil está envolvido: a Espanha teria vendido a Copa das Confederações de 2013? Haveria fraude no sorteio dos grupos da Copa de 2014? Houve esquema entre Brasil e França em 1998? O Peru facilitou contra a Argentina em 1978? E a água “benta” de Maradona em 1990?

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    O começo do fim do mundo

    O mundo pode acabar? Cientistas afirmam que sim, daqui a bilhões de anos, por fatores naturais, oriundos do espaço, ou a qualquer momento, pelo potencial destrutivo da humanidade, com guerras e agressões à natureza. Enquanto isso, profecias dos índios hopi, cantadas no filme “Koyaanisqatsi”, alertam que precisamos viver de outra forma, para que a vida não se desintegre.

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    Quando o segundo sol chegar

    O fim do mundo é um tema que fascina a humanidade e, de vez em quando, aparece no topo das discussões. Até então, todas as datas marcadas para o mundo acabar falharam, como a suposta profecia dos maias. Não obstante, a tese de Nibiru ou de um segundo sol em rota de colisão com a Terra persiste e se transforma numa teoria da conspiração com elementos bastante imaginativos.

  • The men in black, Lowell Cunnigham. Arte - Sandy Carruthers.jpg
    Está no gibi e no cinema

    Há teorias da conspiração tão sofisticadas e inventivas que viram tema de HQs e filmes. Assim, os homens de preto, famosos no cinema, envolvem-se com atividades extraterrestres e paranormais. Já o polêmico assassinato do presidente Kennedy produziu versões tão convincentes e verossímeis que atraem a curiosidade dos mais céticos.

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    Celebridades na teoria da conspiração

    Define-se “teoria da conspiração” como uma explicação alternativa para determinado acontecimento histórico, em refutação ao que é veiculado como “a verdade dos fatos”. Qualquer elemento pode ser tema para conspiracionistas. A vida (ou morte) de celebridades, dada sua repercussão midiática, está cheia de hipóteses conspiratórias, muitas bem curiosas, outras estranhas e macabras.

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    A escravização pelo celular

    O telefone de latas e fio, uma antiga brincadeira de criança, serve de ponto de partida para uma análise sobre o uso do telefone celular. Do telefone fixo de disco ao telefone móvel, os avanços tecnológicos galoparam. E com eles vieram alguns incômodos no convívio social. Às vezes se esquece que um celular serve, inclusive, para telefonar.