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percursos de espaços & narrativas insurgentes

Leandro Andrade

Quando eu nasci veio um anjo me dizer: - Vai, guri, ser quase na vida... E eu achei bacana e fui... pois quasar é quase estrela ... o que pouca coisa não é!

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    saudades

    A ordem dos fatos e dos amores não altera a vida.
    Se nem tudo é verdade, mentira tampouco.
    Amar e mudar as coisas ainda me interessa mais.

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    FÁBULA DO MENINO QUE MORAVA EM UM CHINELO

    Era uma vez, lembranças e esperanças. Uma aventura para quem deseja enfrentar o medo da diferença.

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    FÁBULA LUCIFERINA (ÚLTIMO ROUND)

    Sobre o desejo, a tentação, e o que pode acontecer com o porvir.

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    CASA DO HUMBERTO (RAZÕES PARA SONHAR ARQUITETURA)

    Desenhar uma casa é um ato de amor. Amor/morar, palavras irmãs. Por isso as crianças desenham casinhas de duas águas, com portinha, janelinha e chaminé, mesmo quando moram em condomínios verticais. Mesmo quando moram onde não deveria morar ninguém. E sonham, porque sonhar é o mais sublime dos modos de projetar a existência. Quando crescem, algumas crianças se tornam arquitetos. E sonham. E arquitetos desenham, entre outras coisas, casas. Humberto foi uma dessas crianças, penso eu, e construiu a casa sonhada.

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    MUDANÇA (bibliotopia)

    Mudança (de casa, de pele, de cidade, de amor, ou de ponto de vista). Crônica de caminho à inesperada encruzilhada. Registro de ventura à aventura vivenciada. Cartografia de percurso ao trajeto irresolvível. Compêndio de palavras ao tempo amareladas. Memória da intensidade que torna e retorna ao coração. Manifesto do percorredor que esqueceu como esquecer as contingências do caminho. Geografias.

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    poemimagens

    Ou "Como desenhar uma linha reta: você desenha uma linha reta e ela fica torta e você desenha uma outra linha reta em cima daquela e ela fica torta de uma maneira diferente e, em seguida, você desenha uma outra e, eventualmente, você tem uma coisa muito rica em suas mãos e que é não uma linha reta." (Jasper Johns)

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    aeroportos (uma carta de amor)

    Às vezes, acontece de acontecer, e é simples assim, no aeroporto a ver navios.

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    Sobre Desenho
    (…) quanto mais rápido alguém viaja, mais o tempo desacelera. Ao atingir a velocidade da luz, o tempo para. (Russell Stannard, Relatividade)
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    Sonhos (teoria da bolha)
    Em tempo, razões para este texto: em seu Compêndio de Uma Mente Sem Razão, Luciana Chardelli, em um arquivo de áudio, presenteia ao mundo o texto "Morcegos". Prendeu-me tanto ao escutá-la que instalou-se em mim essa necessidade de escrever algo a partir das suas palavras. Daí vem a teoria da bolha, que é também matéria de sonhos, psicanálise de mesa de bar, notas arrancadas das teclas de um piano, um café na praça ao entardecer, uma dureza d’alma que se derrete ao enternecer
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    O JARDIM DO BOM REI
    Era uma vez, como costuma ser, e em longínquo tempo e incerto lugar, viveu um certo rei que obrava para ser um bom Rei. Em sua destemida desastrada desatinada vida, em seu triste tolo teimoso reinado, plantou, regou e colheu parábolas, flores que, como se sabe, dependem de considerável cuidado, desejante amor, e certa dose de calma e caos. De sua longa errante e fabulosa história, o que restou e o tudo quase nada que se conhece hoje é este pequeno parabólico jardim.
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    CRÔNICA MONGOLIANA

    Confesso, pois, minha obsessão por essa nação que, talvez, jamais venha a conhecer. E relato, nesta crônica de uma viagem que nunca realizei, meu encontro com Italo Calvino, Stanley Stewart e um punhado de inverossímeis mas verdadeiras personagens, reunidos todos sob o azul do céu mais límpido do planeta que chamamos Terra.

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    LUCIANA ENTRE PALAVRAS

    "Polaquinha, a confusão é um termo relativo - fiz-lhe notar - entenderemos ou não entenderemos, mas o que você chama confusão não é responsável por nenhuma das duas coisas. Entender, me parece, só depende de nós, e para isso não basta medir a realidade em termos de confusão ou de ordem. Fazem falta outras potências, outras opções como dizem agora, outras mediações como dizem muitíssimo agora. Quando se fala de confusão, o que quase sempre há são confusos; às vezes basta um amor, uma decisão, uma hora fora do relógio para que de repente o acaso e a vontade fixem os cristais do calidoscópio. Etecétera."

    Julio Cortázar, O livro de Manuel.

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    Nós

    Les passages de PLUTON dans les Verseau marquent les novations les plus extraordinaires: les renaissances, les réformes, les révolutions.

    (Maryse Lévy, Pluton: planète lointaine. 1958)

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    Luto

    Meu pai costumava dizer que vivíamos na melhor cidade do melhor país do melhor planeta do sistema solar. Por ai parava meu pai. Talvez, reconhecendo um limite à arrogância humana. Não era um tolo, ao contrário. Conhecia os limites, as margens dos abismos, e por aí se continha.

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    Pete Townshend: nossa história

    See me. Feel me. Touch me. Heal me.