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Tempos incertos, futuro curioso

Marina Ribeiro

Gosto de me escrever, procuro quem goste de me ler

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    Quem tem medo de tecnologia?

    Resistência ante o novo é um processo recorrente. Demoramos para aceitar inovações, temos medo das coisas que nos tirem da zona de conforto. Vencer este medo é o grande desafio que temos perante as novas tecnologias. Criar coragem e ter atitude para o enfrentamento, talvez seja o que temos de mais importante a ensinar para as crianças.

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    Folhas de sonho no jardim do solar

    Lá, naqueles dias, que se tornaram anos, no bairro de Botafogo, Rio de Janeiro, os protagonistas não tinham ideia da repercussão que suas vidas teriam no futuro de todos nós. No momento em que viviam suas inquietações, suas dificuldades, a pequenez de suas rotinas, seus medos e incertezas, sequer sonhavam que você poderia estar lendo, hoje, sobre coias que aconteceram nos 7 anos em que existiu a pensão da Dona Jurema. Tão pouco valia o casarão, tão pouco interessante se julgou aquele pedaço de espaço-tempo, que se demoliu o imóvel e construiu-se sobre o terreno o ícone da nova cultura: o shopping center. Que se consume o ato de consumir.

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    Você é um escândalo

    Os anos 20 foram incríveis. Década de Coco Chanel e Charles Chaplin. As saias subiram. As mangas caíram. O chapéu, só de dia. Bocas vermelhas. Olhos muito pretos. Cabelos curtos. Surge o rádio, cinema. Dadaismo, surrealismo, arte moderna. No norte, American way of life. No sul a paulicéia, desvairada ao presenciar a antropofagia da modernidade em todas as formas de expressão artística. Klaxon. É tempo de provocação.

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    Chiquinha Gonzaga: uma vida ao som da transgressão

    Sem dinheiro para roupas, as que vestia ela mesma costurava, nem para os chapéus, era imposição da época que as mulheres andassem com a cabeça coberta, o que Chiquinha usava era um laço, e por isso era constantemente vaiada nas ruas pelas outras mulheres. Mas levou uma orquestra de 100 violões ao teatro. O violão, um instrumento de bêbados e boêmios. E ainda cantou: ó abre alas, que eu quero passar.

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    A Magia de Miró

    Lentamente vamos nos misturando com a vida, com o processo criativo, com as companhias preferidas, até chegarmos a um painel. Lê-se nele uma pequena história. Uma história que reflete a finitude da vida e nos agarra em cheio na garganta. E dá um nó.