miopia

Singularidade desfocada, com visão de nome próprio.

Ivan Gomes

Servidor público como Drummond e Vinícius e diletante nas horas vagas. Humanista trágico que espera, na diligência que é viver, acumular afetos, experiências e conhecimento: e transbordar. Porque a virtude tem que ser dadivosa.

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    Europa imaginada, o muro que fustiga chumbo

    Os muros existem e não existem. A sua materialidade sustenta-se na imaterialidade de signos e símbolos que desenham o nacionalismo europeu. Nacionalismo esse que, para além da xenofobia, cria um problema inconciliável: a intolerância para com o outro e a nomeação de um inimigo que deve ser exterminado.

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    O Menino (eu, você) e o Mundo

    Uma animação de papel e lápis, em plena era do 3D; que diz: 'da cor viemos, e à cor voltaremos'.

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    Kumiko, o deslocamento, a solidão e o tesouro do mapa.

    O que é real e o que é inventado em nossas vidas? Kumiko perambula pelas ruas de Tóquio, tal qual um espectro, cercada de cobranças sociais. Num ato corajoso - ou desesperado - vai à caça de um tesouro absurdo. O que nos faz pensar: não estaríamos nós mesmos correndo atrás de tesouros absurdos, por pura vontade de dar, a qualquer custo, um sentido para nossa existência?

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    O sujeito múltiplo em Fernando Pessoa

    O ego, o indivíduo, o ser. A cultura ocidental sempre foi compelida a ver o sujeito como uno, indivisível, portador de uma essência. Friedrich Nietzsche, o filósofo alemão 'do martelo', e Fernando Pessoa, o poeta português que 'foi vários', trazem uma perspectiva diferente: onde somos múltiplos - abrindo inúmeras e frutíferas possibilidades de ser, e fazer, e viver e criar.

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