miscelânea

Um pouco de tudo, de tudo um pouco

Fabíola Donadão

Me encantam o simples, o diferente e o divertido. Palavras são como o ar que respiro. Sem elas, não vivo

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    Capitão Fantástico

    A mãe se foi, mas no final das contas, todos os que estão à parte do clã parecem mortos de alguma maneira, e o mais triste, em plena existência.

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    Quatro vidas de um Cachorro

    Se você é do time dos apaixonados por cães, prepare-se.

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    Basta afeto

    Vivemos tempos agitados. São tempos líquidos, já disse Zygmunt Bauman. Tempos que escorrem por nossas mãos.
    O homem pensa que o controla, mas está sempre correndo contra ele.
    O estresse reina soberano. E traz consigo a obesidade, o diabetes, as doenças do coração, do fígado, a má digestão.
    Como crescem as crianças nessa agitação toda? Será que crescem?
    Alguns autores diriam que não. O principal problema? A falta de afeto.

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    A música das esferas

    A “natureza inanimada” é bela e ordenada porque está em comunhão com a música da vida. É privilégio do homem tocar fora de sintonia.

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    Zebras não têm úlceras

    O homem é o único animal capaz de manter o seu pensamento em temas do passado ou situações futuras por toda sua existência.

    Estamos programados assim e é natural nos estressarmos diante das preocupações. O que não é natural para a raça humana é a sensação de ameaça constante, criada por esse fenômeno de antecipação (quando nos preocupamos com coisas que ainda nem aconteceram e talvez nem aconteçam) porque o nosso organismo não está adaptado para isso. O corpo humano não aguenta adrenalina e cortisol 24 horas por dia.

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    O capitão saiu para o almoço e os marinheiros trocaram a estação do rádio

    Por que há tão poucas pessoas interessantes? Em milhões, por que não há algumas? Devemos continuar a viver com esta espécie insípida e tediosa? Parece que seu único ato é a Violência. São bons nisso. Realmente florescem. Flores de merda, emporcalhando nossas chances. O problema é que tenho que continuar a me relacionar com eles. Isto é, se eu quiser que as luzes continuem acesas, se eu quiser consertar esse computador, se eu quiser dar a descarga na privada, comprar um pneu novo, arrancar um dente ou abrir a minha barriga, tenho que continuar a me relacionar. Preciso dos desgraçados para as menores necessidades, mesmo que eles mesmos me causem horror. E horror é uma palavra gentil.

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    A vida secreta dos bichos

    Você é daqueles que fica imaginando o que o seu amigão faz enquanto está sozinho em casa?

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    Carl G. Jung e seus símbolos

    O pensamento de Carl Gustav Jung trouxe uma nova perspectiva ao mundo da psicologia moderna. Muitos de seus conceitos, como por exemplo, “extrovertido”, “introvertido” e “arquétipo” são adotados de maneira exaustiva e, à mercê de interpretações, acabam sendo empregados erroneamente. Mas a mais notável contribuição de Jung ao conhecimento psicológico é o conceito de inconsciente – não como um quarto de despejos dos desejos reprimidos (como é para Freud), mas como um mundo consciente e “meditador” do ego. A linguagem e as pessoas do inconsciente são os símbolos, e os meios de comunicação com este mundo são os sonhos.

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    Adaptação de O Pequeno Príncipe é pura magia

    “As pessoas veem estrelas de maneira diferente. Para aqueles que viajam, as estrelas são guias. Para outros, elas não passam de pequenas luzes. Para os sábios, elas são problemas. Para o empresário, eram ouro. Mas todas essas estrelas se calam. Tu, porém, terás estrelas como ninguém nunca as teve... Quando olhares o céu a noite, eu estarei habitando uma delas, e de lá estarei rindo; então será para ti como se todas as estrelas rissem! Desta forma, tu, somente tu, terás estrelas que sabem rir! E quando estiveres consolado (a gente sempre se consola), tu ficarás contente por me teres conhecido. Tu as vezes abrirás tua janela apenas pelo simples prazer... E teus amigos ficarão espantados de ver-te rir olhando o céu. Tu explicarás então: “Sim, as estrelas, elas sempre me fazem rir!” E eles te julgarão louco. Será como uma peça que te prego...” - Trecho do livro O Pequeno Príncipe, de Antoine de Saint-Exupéry.

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    Gaga e Bennett

    A rádio anunciou a canção e os artistas. Em meio ao burburinho do trânsito, num primeiro momento, aqueles dizeres passaram despercebidos. Mas daí, aquela canção, aquela voz! Aquelas vozes! E que vozes!
    Parei e pensei. “Espera, deixa ver se entendi direito.”
    Sim, tinha escutado bem, era ela: a própria. Gaga, com o queridíssimo Bennett.

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    ENCONTRE MOMO

    O designer gráfico Andrew Knapp brinda seus seguidores de forma divertida. Momo, seu companheiro inseparável, um border collie de quatro anos e meio, é a estrela de suas imagens, mas... Onde é que está Momo?

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    Meninos de Verdade só querem escolher como voltar

    A história de três amigos adolescentes e o amor como a chave para a formação desses indivíduos.

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    Aquela música que não sai da sua cabeça

    Sabe aquela canção horrível, ou melhor, o refrão dela, talvez a pior parte, que está ali há dias na sua cabeça, te infernizando?

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    Pare de sonhar, comece a viver

    Quanto vale aproveitar um momento?
    Impossível determinar uma medida para calcular a importância das experiências vividas. E é exatamente por não ter preço que é fundamental vivê-las.