mise en scène do mundo

A expressão, em todas as suas formas e compartilhada, é a independência do homem.

Fabíola Amaral

Publicitária com pensamentos críticos sobre cultura e arte.

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    Deseja desbloquear a sua criatividade? SIM [ ] NÃO [ ]

    O layout em branco. A página do Word em branco. O papel em branco. Toma café, fala sobre futebol com os colegas, fuma um cigarro (O Ministério da Saúde adverte: o uso deste produto leva à morte por câncer de pulmão e enfisema – imaginem foto de um corpo aberto nojento), pesquisa no Google, entra no Facebook e esquece o que estava pensando. Volta. Nada. NADA! Vazio completo.

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    A culpa do meu vício: o tabaco no cinema

    A cada Ano Novo é uma oportunidade de iniciar uma nova fase, novas listas de conquistas e também de novas promessas. A cada fim de ano alguém – em algum lugar – já disse ou ouviu a seguinte frase: “No próximo ano, vou parar de fumar!”. Que o cigarro mata, nós já sabemos. Por que as pessoas fumam, longas histórias. Mas têm muitas dessas histórias culpando, justamente ele, o CINEMA.

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    “Faça-se a luz!”. E assim, o cinema nasceu!

    Deus viu que a luz era boa, e separou a luz das trevas. A versão romântica do nascimento da luz em Gênesis é improvável, sabendo que a escuridão não existe por ser a ausência de luz. Sem entrar nessa discussão, mais sim, pensar que da luz e do tempo, nasceu a sétima arte, para além da visão científica e tecnológica de “luz”. E vimos que o cinema era bom, e iluminou a alma das trevas.

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    No cinema nada se perde, tudo se transforma

    Temos a impressão, mas só a impressão, de que para tudo na vida existiu antes uma referência, algo para transformarmos. Talvez exista pouca legitimidade e o uso da palavra referência nos liberte da culpa na construção de ideias. Mas o que seria a criatividade se não a junção de combinações úteis? No cinema isso não é diferente, com ciclos de referências cinematográficas nascentes no cinema romântico de Hollywoody, ou antes, nos clássicos japoneses, franceses... Mas quem nasceu primeiro, o ovo ou a galinha?

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    O Andy Warhol que poucos conhecem: o cineasta

    “Aqueles que andavam com o Andy eram todos uns idiotas drogados”, afirma Paul Morrissey que dirigiu todos os filmes. E continua: "Fiz os filmes para mostrar como eram estúpidos”.

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    Todo mundo ama as cores de Wes Anderson

    O cinema teatral de Wes Anderson possui uma das características fundamentais na narrativa cinematográfica, comunicar por meio das cores. Além de sua precisão na direção, Anderson consegue nos fazer sentir o mundo em sua paleta de cores saturadas. Mas como?

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    A (i)moralidade de Hollywood na Guerra Fria

    A herança do estereótipo do bem e do mal nos cinemas, com a identidade do American way of life de Hollywood. Na Guerra Fria, esse estereótipo foi instrumento privilegiado para persuasão ideológica.

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