musical insane

Sons em trânsito

Irene Leite

Jornalista. Prestes a fundar um jornal de música e com um livro prestes a ser lançado , falta-lhe apenas a arvore e o filho. Apadrinha causas (imp)ssiveis e adora histórias de pessoas comuns, shoppings e supermercados.

Wild Raghilda: A short story

No ano em que termino a minha primeira história infanto-juvenil, Ziggy Brown e os felinos de Vénus, a Viagem de Autodescoberta, vou partilhar convosco uma historia também de ficção cientifica que elaborei nos tempos da faculdade, “Wild Raghilda e a sua mágica máquina de escrever”. Confiram e divirtam-se!


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Wild Raghilda sempre foi uma excelente aluna no SL Learning Centre. 20 era a sua nota característica. Só que a adolescente apresentava uma particularidade: era metade bruxa, metade mortal. O facto de ter poderes mágicos, colocava-a em sarilhos, uma vez que os feitiços tinham sempre um preço a pagar …

No entanto, a tendência das boas notas alterou-se numa aula de português, quando o professor Mr Smith lhe entregou a nota de uma short Story que os alunos tinham que elaborar: um 10-. A bruxinha adolescente sentiu-se devastada. Ainda assim, uma pequena esperança surgiu, quando o professor sugeriu para a semana seguinte a elaboração de uma nova história.

Raghilda, desanimada, chegou a casa e explicou a situação à tia Cathy. Cathy ao tentar animá-la, foi buscar uma velha máquina de escrever ao sótão, que nos tempos de liceu conferia-lhe grande sorte para os trabalhos. Tinha sempre nota máxima. A bruxinha adolescente ficou com muitas esperanças com o estímulo simbólico da tia e dirigiu-se para o seu quarto. Tinha que escrever uma história fenomenal. Passaram-se duas semanas. Chegou finalmente o dia de receber a nova short story. Raghilda estava confiante de uma grande nota: teve novamente um 10-.

De acordo com Mr.Smith, o problema da história residia no facto das personagens parecerem vazias, (o que denotava pouco conhecimento por parte da autora sobre as fraquezas e pontos fortes dessas mesmas personagens) e pouco reais. Raghilda protestou, mas sem sucesso.

Quando saía da escola, a bruxinha adolescente não queria acreditar: encontrou no corredor da escola duas das personagens da sua história. Jonathan e Robert Devil. Achou muito estranha esta situação, visto que não havia utilizado qualquer feitiço do livro de magia.

Quando chegou a casa e explicou a situação à tia Cathy , esta lembrou-se de Katrina , a outra tia de Raghilda que só faz asneiras…

Afinal cada uma apresentava a sua máquina de escrever e a de Katrina tinha sarilhos à vista,para variar. Foi oferecida por um namorado de liceu, Frances e era …mágica.

Katrina sabia unicamente que só se devia escrever naquela máquina finais felizes. Quanto aos finais terroríficos não sabia como dar a volta à situação. É que a máquina rejeitava qualquer final forçado….Como resolver a situação? Através claro da ajuda da família: William, Cathy , Katrina e o pai Prince. Não esquecer também a preciosa ajuda do estranho (não para William), Frances.

Mas a saga da mágica máquina de escrever não termina por aqui.

Conheça o episódio original de Sabrina, a Bruxinha Adolescente que inspirou esta short story.


Irene Leite

Jornalista. Prestes a fundar um jornal de música e com um livro prestes a ser lançado , falta-lhe apenas a arvore e o filho. Apadrinha causas (imp)ssiveis e adora histórias de pessoas comuns, shoppings e supermercados. .
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