Flávia Sgavioli

"No que eu escrevo só me interessa encontrar meu timbre. Meu timbre de vida" - Clarice Lispector

Playing For Change- A música como linguagem universal.

A união de pessoas de muitas partes do mundo movidas pelo desejo de fazer da música um instrumento transformador, provocando um sentimento positivo e de união entre todos que ouvem e participam desse projeto.


De uma percepção musical nasce um ideia multimídia, da ideia um projeto global em busca da paz através da música, nasce então a mudança social.

A novidade se iniciou pela crença de que a música tem o poder de atravessar fronteiras e superar a distância entre as pessoas, sejam geográficas, políticas, econômicas, espirituais ou ideológicas.

Para esses músicos de toda a parte do mundo e para o idealizador do projeto “Playing for Change” a música ganhou um novo sentido: mudar o mundo.

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Seria pretensioso pensar em transformar toda uma situação social, mas temos que concordar que a ressignificação musical nos dias atuais vem sendo cada vez mais rara.

Mark Johnson, produtor e engenheiro de áudio, começou com a despretensiosa gravação de um documentário em 2004, com músicos e cantores do mundo inteiro executando, com arranjos inusitados, canções compostas por grandes nomes da música para a transformação, como por exemplo: “One Love” e “War/no More Trouble” do revolucionário Bob Marley, “Stand by me” do lendário John Lennon e “Love Rescue Me” do grupo U2.

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O que era para ser apenas um documentário se tornou fenômeno da internet e resultou em uma série de apresentações. E nada melhor para contagiar as pessoas; além dá música há performance. Eles conseguem se apresentar com muita energia no palco e virtuosismo em diversos países.

A principal formação da banda teve integrantes escolhidos a dedo: Roger Ridley (quem inspirou Mark a começar projeto quando o ouviu cantar “Stand by Me”). Louis Mhlanga (guitarrista), Grandpa Elliot (figura central do grupo: vocalista e gaitista), Clarence Bekker (vocalista e violonista)e Tal Ben-Ari “Tula” (vocalista que mostra sentimento em cada nota cantada).

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Além das apresentações, o projeto rendeu inúmeras gravações com as mais diversas etnias, cores, raças e culturas. Uma miscelânea- que talvez por a ser- chama tanto a atenção por onde passam.

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Flávia Sgavioli

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