nostálgicas primícias

a primeira vez que vi o futuro

Wuldson Marcelo

Corintiano apaixonado por literatura e cinema, nascido em 1979, em Cuiabá, que possui Mestrado em Estudos de Cultura Contemporânea e graduação em Filosofia (ambos pela UFMT). É autor do livro de contos “Subterfúgios Urbanos” (2013, Editora Multifoco).

O Apelo das Imagens na Metrópole Comunicacional

Em um mundo em constante mudança, a relação imagem-metrópole nos provoca as mais singulares reações e desejos. O antropólogo Massimo Canevacci é um dos principais expoentes da leitura da metrópole e dos fluxos que a perpassam, por isso conceitos chaves de seu pensamento como bodyscape, location, atratores e interstícios se fazem fundamentais para compreender como as imagens penetram e são penetradas pelo observador.


japao1.jpg Estação de metrô de Tóquio (Foto: Koji Sasahara/AP).

As imagens preenchem cada minúsculo canto das metrópoles. O ser humano é um painel de informações em dialógo constante com a produção visual das cidades. Há um apelo às imagens. Um fetichismo visual crescente e associado à formação da personalidade, tanto humana quanto da própria cidade. Adotando dois termos presentes na obra do antropólogo Massimo Canevacci, bodyscape e location, podemos verificar as múltiplas transições que ocorrem entre o corpo: corpo panorâmico – bodyscape – e o contexto, sua projeção na cidade – location. Transição de imagem para imagem. O bodyscape é um corpo espaçado, um corpo que se amplia, se amplifica.

O corpo percorre imagens, faz-se imagem numa metrópole comunicacional. As relações comunicacionais que se estabelecem nas metrópoles são perpassadas por fetichismos visuais. Fetiches esses que são atraentes, geram volições, configuram tendências e dialogam com seus desejantes, "[...] alterações entre humano e mercadoria (entre sujeito e objeto) são o reino decomposto dos novos fetichismos, que desafiam as interpretações precedentes e conduzem em direção a um além do domínio de uma ratio dualista e de uma lógica binária" (CANEVACCI, 2008, p. 13). A aparente (pois não num sentido físico) fusão entre ser humano e mercadoria abole a fronteira que determinava o pré-domínio – esse domínio de antemão já atribuído ao sujeito – do humano em relação às suas fabricações. Mas num mundo cujo fluxo de imagens prorrompem de todos os lados sentimo-nos olhados por elas: imagens bidimensionais, tridimensionais, produzidas pelas cada vez mais impressionantes e provocativas tecnologias digitais. Em tempos longínguos, hoje ou, ainda, em sociedades ritualísticas, o corpo foi (é) uma forma de comunicação e revelação do que constitui os grupos humanos espalhados pela terra. Hans Belting nos dá uma ideia de como se processava a relação com o corpo e outros artíficos de comunicação e manifestação da cultura.

"La pintura del cuerpo y la máscara facial proporcionan finalmente también una llave para los trasfondos de la relación con la mirada que mantenemos con imágenes del tipo más diverso, al animarlas involuntariamente. Nos sentimos mirados por ellas. Este intercambio de miradas, que en realidad es una operación unilateral del espectador, era en verdad un intercambio de miradas en que la imagen era generada por la máscara viviente o por el rostro pintado. Ahí participaban en la imagen, así fuera de manera visible o invisible, los ojos de otra persona que se presentaba al espectador en imagen y que le devolvía la mirada" (BELTING, 2007, p. 48-49).

Sujeito e imagem se fundem, pois se olham como num espelho. O ser humano com a máscara ou com o rosto pintado domina uma técnica, mas é possuído também pela imagem que representa; essa ocorrência cultural dá ensejo a um intercâmbio, no qual a face humana e a máscara, ou o rosto pintado, se confundem, não se distinguem, apesar do intuito ser a busca da identidade cultural. Na metrópole contemporânea que explode e se ilumina (néons por todos os lados, outdoors coloridos, etc.) de imagens, a exposição pode ser angustiante. No filme estadunidense Vanilla Sky, de Cameron Crowe, do ano de 2001, há uma cena, uma das primeiras da obra, na qual o personagem interpretado por Tom Cruise corre desesperado por uma Nova York vazia de seres humanos, mas plena de publicidade. São mensagens, fotos, desenhos, caracteres que expõem uma fratura entre o homem e as imagens que tomaram conta da cidade. Um momento desolador de abandono.

Vanilla-Sky-Tom-Cruise-empty-Times-Square.png Tom Cruise em "Vanilla Sky". Pesadelo é encontrar-se sozinho em Nova York.

No entanto, sem ignorar a importância dessa encenação no filme, a metrópole mesmo vazia ainda comporta sítios indefectíveis de comunicação. Imagens que nos capturam, forçando o diálogo. Segundo Canevacci, na nova metrópole os antigos conceitos não são capazes de abranger o fluxo de comunicação urbana. Paradigmas que sustentavam dualismos clássicos – sujeito/objeto, orgânico/inorgânico, mente/corpo, real/virtual – passam pelo crivo de constestações fomentadas pelo mundo digital (tais fronteiras já foram discutidas e dissolvidas pela filosofia que vai de Espinosa a Adorno, de Nietzsche a Deleuze). Mundo digital que não se resume mais a uma técnica, mas se eleva a categoria de cultura, produtora de cultura. Essa é a recente realidade da metrópole. O digital proporciona um modo inédito de observação e vivência na cidade. Neste novo meio se engendram formas distintas de relação entre o bodyscape e o location. A flutuação comunicacional, numa metrópole que se apresenta dotada de imagens que se multiplicam, transformam-se , exige um escape do indivíduo. Tornar o corpo panorâmico, bodyscape, palco informacional, traço comunicante, pode ser essa forma de se destacar e de se integrar à volúpia urbana.

Flutuar entre os interstícios é encontrar lugares que provocam um novo olhar, que promovem uma abertura ao desconhecido, a um estupor, que Canevacci define como expressão de curiosidade e desejo em relação ao estranho. E daí a importância de um estupor metodológico, que seria um treinamento da nossa corporeidade para a abertura ao mistério, ao estranho a partir de um eu que deseja. Esse estupor é reflexivo, apesar de ser primeiramente um encanto, uma atração. O estupor é flexível, um movimento interno-externo, que se confronta, choca-se, contamina-se.

As fronteiras se tornaram porosas. No que concerne ao conhecimento, a síntese não é mais exigência, ou pelo menos as proposições atuais possuem elementos que provocam mudanças de perspectivas não passando pela formalização dialética. É preciso uma visão dialógica para a análise do mundo numa sociedade do espetáculo de ruptura e continuidade, contradições que coabitam em frenesi e ultrapassamentos. O estupor é a incidência diante da mercadoria, perante um interstício, a sensibilidade que irrompe para o outro lado do não-conhecido, daquilo que está para se revelar àquele que, como aponta Canevacci, se faz “olho”. A maneira de perceber e entender o desconhecido é se fazer olho, é proceder segundo o estupor metodológico, assim ver e se ver. Experiência aberta de caminhar pela metrópole visual. Experiência aberta para as imagens que o próprio corpo do andante carrega. A metrópole comunicacional avança entre imagens.

Em sua tese de doutorado Denize Dall' Bello percorre a história da imagem e sua relevância para a cultura. Ao lermos o texto "A Pedra e a Escrita: Escavações na Mídia Secundária", percebemos o quanto a imagem está entranhada no processo de comunicação humana. As imagens recebem a tarefa não apenas de revelar algo, mas de manter esse algo como coisa presente. "Reparemos que a imagem, que é uma estratégia de permanência, foi colocada a serviço da morte. [...] As gravuras pré-históricas contestavam o significado de destruição da vida. Elas se transformaram em portadoras de desejos de imortalidade" (DALL' BELLO, 2004, p. 92). O ser humano enxergou no corpo um transporte para vencer a morte, na verdade, ele inscreveu a morte em seu corpo. Essa era a função primeva da imagem, perpetuar o homem. Da caverna à metrópole comunicacional, as imagens triplicaram-se a ponto de serem essenciais na vida do homem, ao ponto de escravizá-los. As imagens não apenas ilustram o que somos, elas têm o poder de nos definir, de nos vestir e de nos desnudar diante do olhar do outro, diante da consciência do outro que nos tenta apreender. O comunicológo Norval Baitello Junior defende que estamos na "Era da Iconofagia", pois nos condicionamos a trabalhar as imagens em nós, a ponto de tentar transformar o nosso corpo em uma imagem perfeita. Iconofagia da devoração das imagens ou sustentada pelas imagens, no qual corpos devoram imagens, na medida que imagens devoram corpos. Vivemos uma saturação da imagem, uma hipertrofia que Baitello diz estar no fenômeno da iconofagia: “Como as imagens passaram a habitar o nosso planeta, elas passaram a se tornar referências de si mesmas, e então temos a seguinte mudança: deixamos de produzir as imagens a partir de nós, e a partir do nosso interior escuro e a partir de nossa visão do mundo. Também as coisas do mundo e sua dura realidade deixarem de ser ponto de referência para as imagens” (BAITELLO JUNIOR, 2005, p. 75).

As imagens nos devoram, nós devoramos as imagens. Elas se autoproduzem e são objetos de desejo, de consumo. Na verdade, produzimos a imagem para despertar o afã pelo consumo na sociedade contemporânea de consumidores. Os centros urbanos e seus painéis, seus outdoors eletrônicos e de aço (ou ainda madeira) a alimentar desejos e gerar cobiça e afeto pelas mercadorias. O sociólogo Zygmunt Bauman percebe a mudança do papel do produtor na sociedade. Exigia-se dele conformidade à expectativa de posses, evitar o luxo era o limite, algo que não fosse desproporcional aos seus vizinhos, nada aquém ou além dessa referência. Pretendia-se a segurança. Mas na sociedade de consumidores (na "modernidade líquida", de fluxos, inconstância, liberdade mais almejada que a segurança) o corpo do consumidor é um corpo que deseja sem vislumbrar regras ou os limites de outrora.

O consumo fomenta os desejos. Luxo ou necessidade? O que Bauman nos revela é o indivíduo que emerge dessa "sociedade líquida". O seu estado é de "aptidão", um estado não delimitado por características ou propensões que soem como asseverações, "[...] 'estar apto' significa ter um corpo flexível, absorvente e ajustável, pronto para viver sensações ainda não testadas e impossíveis de descrever de antemão" (BAUMAN, 2001, p. 91). O corpo é um receptor, ou melhor, um "caçador" de experiências que precisa ser flexível. Caçador, fazedor e consumidor de imagens. Construtor e prisioneiros de imagens: essa dualidade é a única, talvez, a afetar o corpo que rompe na metrópole as dicotomias que sustentavam as teorias clássicas do conhecimento.

Para Jean Baudrillard, há um modelo estrutural que guia os desejos de consumo. No entanto, expõe o autor, "a sociedade de consumo se pensa a si mesma como tal, refletindo-se narcisisticamente na própria imagem. Semelhante processo difunde-se ao nível de cada indivíduo, sem cessar de ser função coletiva – assim se explica que ele não contradiga o conformismo[...]" (BAUDRILLARD, 2008, p. 115). A efetivação dos modelos na sociedade de consumo é refracção de traços coletivos. Baudrillard prossegue denunciando as artimanhas criadas para que o indivíduo acredite que ao se entregar aos desejos de consumo, crendo que essa é a sua genuína vontade, ele está também agradando aos outros componentes da sociedade. O consumo passa a ser uma forma de conquista da atenção do outro (e por que não, da bajulação do próximo). Um exemplo que Baudrillard se utiliza é o do mito da Mulher para falar da complacência no ato de consumir: a Mulher como modelo coletivo e cultural da complacência. O apelo à Mulher, ao modelo feminino ideal, se dá "pela substituição da relação espontânea mediatizada por meio de um sistema de signos" (BAUDRILLARD, 2008, p. 116). A mulher se consome instigada pelos signos que constituem o Modelo Feminino que, em última instância, é o verdadeiro objeto de consumo. Trata-se, diz Baudrillard, da feminilidade funcional, que faz desaparecer os traços singulares de beleza e de sensualidade espontânea para elevar "valores exponenciais de naturalidade (sofisticada), de erotismo, de «linha» e expressividade" (BAUDRILLARD, 2008, p. 116.

nicole kidman.jpg Nicole Kidman em "Moulin Rouge" (2001). Símbolo de beleza a ser copiado.

Contudo, o consumo é algo inerante à sociedade contemporânea. É algo presente, cada vez mais difundido, cujas campanhas publicitárias feitas para alavancar os desejos se tornam mais sofisticadas e fetichistas. A metrópole transpira esse estado de coisas. Mas o fundamental é pensar como ela, imensa vitrine da produção humana, comunica essa vastidão de propostas e realizações das mais infinitas áreas artísticas e criações culturais. Arquitetura, propaganda, instalação, pintura, desenho e o corpo, nas mais variadas manifestações, formam o complexo urbanístico. Um conceito que se apresenta primordial para captar as imagens que essa situação promove é o de atrator desenvolvido por Massimo Canevacci. O atrator é algo que estimula a atração do olhar, que exprime um enigma. O atrator é a parte do objeto fetichizado que atrai o meu olhar. O poder do atrator é comparável a algo que se imprime em alguma superfície. Uma imagem de intensa força, que marca e instiga o olhar a se deixar capturar. Canevacci (2008, p. 14-15) define atratores também como "fragmentos simbólicos que atravessam os modos perceptivos de um olhar". Mais uma vez imagens a dialogar com os nossos sentidos. O primeiro sentido para Aristóteles no que se refere aos graus do conhecimento: o da visão. O olho se faz, e esse é o movimento de se fazer atrator. Num movimento sem ingenuidade, petulância, estratégias de manipulação, porém, que pode ser decodificado e precisa selecionar e não se deixar prostar de maneira indescernível do objeto. O atrator se vincula ao comportamento dinâmico do olhar contemporâneo que não se fixa, não se prende a posição de observação; o olhar sempre tende para um outro ponto. Esse ponto, o qual justamente o olhar insiste em se deslocar, é o atrator. Atrator que gera atrito ao mirar a imagem, movimento que produz uma velocidade nula. O atrator é o movimento zero que se estabelece nesse ponto.

Os atratores são polimorfos, sincréticos e fetiche; são enigmas somatizados. Estão repletos de formas, são variantes e exercem esse poder de atração nos convocando para a mercadoria em sua porção mais fetichista. Atratores, bodyscape e location são conceitos precípuos nesse trânsito que atravessa, expande e revela a cidade. Um grão de perturbação que sucessivo forma uma tempestade. Fluxo comunicacional de consumo, cultura, produção de valores, dinâmicos como corpo, bodyscape, corpo panorâmico que flutua entre os interstícos, lugares conhecidos, mas são mutantes como a location, o lugar de encontro entre o corpo e a zona flutuante, o interstício. Uma dialógica se estabelece na metrópole, o que a torna comunicacional, favorecendo a evidência de um fenômeno que já era constitutivo das metrópoles, a hibridazação. Não apenas no que concerne a cultura, mas também as imagens, que são múltiplas, imagens do corpo que emite sinais, expõe-se, carrega e divulga todo tipo de informação. Firma com o outro e com os objetos vínculos comunicacionais, interrelações, cunha símbolos – imagens – que nos dão novas orientações, agora, de formas impensáveis e acelerada com a tecnologia digital.

publicite gaultier classique.jpg Perfume Madame Gaultier. Atratores: o vidro do perfume imita a silhueta feminina.

Há todo uma possibilidade de novas significações que estão para se codificar ou aguardam um novo cruzamento entre o bodyscape e o interstício. Atratores que "grudaram" num observador que se fará olho para mergulhar na imagem que o provoca, constrange para que se efetue uma compreensão, e nessa relação que se engendra o fetichismo, ponto deveras relevante no que diz respeito às interações urbanísticas. O fetichismo ocorre tanto – podendo se referir ao consumo – daquilo que é material, do que se tem intuito de possuir em espécie ou do que é imaterial, ou seja do campo simbólico, das imagens que tentamos capturar, tornar pertencentes a nós. Uma das características do fetiche é dar às coisas inanimadas, inorgânicas, uma carga de sedução erótica. Assim como transformar um corpo vivo em morto, um bodycorpse, corpo-vivo e corpo-morto ao mesmo tempo, proporciona o trânsito entre o orgânico e o inorgânico, no qual a fronteira entre o corpo vivo e o corpo morto se torna um espaço liso.

A metrópole comporta, gera, desfila um fetichismo visual que acirra os sentimentos, envolvendo o arrebatamento que é estupor. Fazer-se olho é necessário e uma etnografia é tarefa urgente, como defende Canevacci, para criar a capacidade de localizar os interstícios pela metrópole. Fazer-se olho exige um fetichismo metodológico que desfaz a ideia de fetiche como algo ligado à religião, ao animismo ou taras sexuais obscuras. Fetichismo metodológico elenca tópicos a ser implementados: observação observada; fazer-se ver; biografia cultural das mercadorias visuais; transformar-se em coisa-que-vê e que-se vê. Tais procedimentos são um salto na relação comunicacional que se estabelece na metrópole, considerando a tecnologia e sua renovação e assimilação pelas pessoas com uma velocidade espantosa.

No mundo contemporâneo as imagens terão cada vez mais presença em nossas vidas, pois o nosso corpo é a primeira imagem que enviamos para o mundo, na tentativa de revelarmos pelo menos o mínimo sobre nós. Hoje, a imagem que se pretende do corpo é a de um ideal de perfeição, o que acaba sendo mais uma forma de perversão. Imagens estão por todo lado gerando estupor, o maravilhamento, sendo bodyscape ou produção digital. A obra de Massimo Canevacci é elucidativa de como os contornos na metrópole comunicacional parecem cada vez mais indistintos, como as fronteiras que nos davam conforto se apagam com a geração em profusão de imagens, sejam elas da arquitetura, da publicidade, da moda, do cinema, do corpo feito arte ou feito informação. Se há o risco do incômodo, há a certeza da luz que se lança para entender os sujeitos (multivíduos) que percorrem as metropóles de modo ativo, não querendo permanecer mais como meros espectadores, e metrópoles que convidam à interação e à criação.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

BAUDRILLARD, Jean. A sociedade de consumo.Tradução Artur Morão. Lisboa: Edições 70, 2008. (Arte & comunicação; 54)

BAITELLO JUNIOR, Norval, Org.; CONTRERA, Malena Segura, Org.; MENEZES, José Eugênio de O., Org. Os meios de incomunicação. São Paulo: Annablume; CISC, 2005.

BAUMAN, Zygmunt. Modernidade líquida. Tradução Plínio Dentzien. Rio de Janeiro: Zahar, 2001.

BELTING, Hans. Antropologia de la imagem. Buenos Aires: Katz Editores, 2007.

CANEVACCI, Massimo. Fetichismos visuais: corpos erópticos e metrópole comunicacional. São Paulo: Ateliê Editorial, 2008. (Coleção Azul de Comunicação).

DALL' BELLO, Denize. A pedra e a escrita: escavações na mídia secundária. Tese (Doutorado em Comunicação e Semiótica) Pontíficia Universidade Católica, São Paulo, 2004.


Wuldson Marcelo

Corintiano apaixonado por literatura e cinema, nascido em 1979, em Cuiabá, que possui Mestrado em Estudos de Cultura Contemporânea e graduação em Filosofia (ambos pela UFMT). É autor do livro de contos “Subterfúgios Urbanos” (2013, Editora Multifoco)..
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