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E as coisas que continuam já se foram. E as que se foram continuam para nunca terminarem. Até um fim que nunca vem.

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O Menestrel do inconsciente

Sigmund Freud comparava a mente humana a um iceberg do qual apenas uma pequena parte está visível; a maior parte está submersa e, portanto, oculta como o inconsciente. Por Priscila Vidal, 11/01/2015


fin d't 015.jpgAlguns seres, acredito eu, crescem conduzidos a viver com pequenas e vagas memórias do passado.

Faltam informações que a memória, depois de um certo tempo, sendo trabalhada apenas de uma maneira, nos faz esquecer de tantos grandes detalhes de nossa própria existência. Como por exemplo, quem eu sou?

Todos temos um passado. Teu pai, tua mãe, tua avó, enfim, todo ser existente nesta terra, possui uma história, antes mesmo de você iniciar a sua. Isso serviu e serve pra mim até hoje como reflexão.

Todos temos um passado na terra, dessa ou de outrora. Crescemos sendo julgados, e julgando. Nos esquecemos simplesmente de ouvir. Queremos sempre, estar certos!

Negligência com a busca da sabedoria, por simples inocência. Rejeitamos amor sem perceber, e novamente esquecemos, desta vez, que cada pessoa ama do seu jeito.

Eu costumo colocar um vídeo que assisti há alguns anos pela primeira vez. A gerente de uma loja, muito querida, colocou para o meu grupo de colegas, para reforçar as vendas. Era um daqueles vídeos de auto-ajuda a que muita gente não dá muita importância. Mas eu sou curiosa, e ela, muito querida. Percebo às vezes que sentir algo incomoda. Seria só o fato de sentir?

Então fecho os olhos. Chama-se “O Menestrel de Shakespeare”. Lindo. Emocionante. Ouço há anos, e sempre me emociono. Crio com ele forças, que, para mim, soam divinas e encorajadoras.

"Um dia você descobre que só porque alguém não o ama do jeito que você quer que ame, não significa que esse alguém não o ama com tudo que pode, pois existem pessoas que nos amam, mas simplesmente não sabem como demonstrar isso." (William Shakespeare)

Para alguns isso soa como algo tão simples. Para outros, pode ser algo muito complexo.

De qualquer forma, traz um certo prazer, com tempo determinado, ou não, quando a memória falha, e esquecemos, até, de onde viemos.

Seria “simplesmente” porque todo evento psíquico é determinado por eventos anteriores, assim como pela existência do inconsciente, que se manifesta de diferentes modos na vida mental? Bom, isso foi para Freud. Isso é para mim, e quem sabe, para mais alguns!

Copyright, Priscila Vidal, 2015


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