o olhar amor na arte após o fim da arte e da filosofia

Veja ao seu redor - a saída existe e está em tudo e em todos nós

Contreraman

Antes:
E as coisas que continuam já se foram. E as que se foram continuam para nunca terminarem. Até um fim que nunca vem.

Depois:
Vale o que tem amor.

Quando o amor vence o braço de ferro

A gente sabe como tudo vai se dar. A gente sabe como vai terminar. E daí?


stallone-falcao-01g.jpgNuma peça recente, escrita pelo Little Beat (técnico do teatro Cemitério de Automóveis, autor e ator), havia lá ao fundo do palco um cartaz do Sylvester Stallone. E, no texto, uma menção a este clássico dos clássicos de ação: Falcão, o campeão dos campeões (de Menahem Golan).

Um filme que eu devo haver visto há muito tempo, mas dele me esquecido. Comprei a fita numa promoção numa padaria, e levei várias semanas para reconhecê-la nas pilhas de fitas prontas para serem vistas – agora que tenho um tempo mais esparso a gastar com o imaginário meu e de outros (que sigo e que me seguem).

A história a gente reconhece nos primeiros minutos. Um caminhoneiro que pega seu filho "emprestado" da ex-esposa e contra o desejo do seu (do filho) avô milionário para com ele tentar compensar algo do seu desaparecimento por dez anos. O filho não gosta de nada do que vê e menos ainda do fato de ele, Falcão, viver a vida (também) ganhando torneios de braço de ferro espalhados pelas estradas que ele precisa percorrer.

A gente sabe como tudo vai se dar. A gente sabe como vai terminar. A gente já consegue imaginar os clichês da história. A gente sabe de tudo antes mesmo de ver. Mas não consegue deixar de gostar. A psicologia tentará explicar.

E daí? Pouca diferença faz.

Versão anterior: http://cinema.rcontrera.com.br/2014/08/as-regras-de-bannen-dir-jesse-warren.html


Contreraman

Antes: E as coisas que continuam já se foram. E as que se foram continuam para nunca terminarem. Até um fim que nunca vem. Depois: Vale o que tem amor..
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