o olhar amor na arte após o fim da arte e da filosofia

Veja ao seu redor - a saída existe e está em tudo e em todos nós

Contreraman

Antes:
E as coisas que continuam já se foram. E as que se foram continuam para nunca terminarem. Até um fim que nunca vem.

Depois:
Vale o que tem amor.

O melhor sexo é aquele feito com amor

Claro que não dá para provar o título deste artigo. Há quem tenha tido experiências maravilhosas com gente que não amava. Outros, por outro lado, encontram seu maior prazer quando estão com namorada, ou quando o amor envolve tudo.


tumblr_static_tumblr_static_2nxnc3e4yhwkgwos8gow8k8ow_640.jpgUma amiga me disse há alguns meses que, entre casais, o sexo que rola é diferente - ela queria dizer melhor. Claro também que quando a gente se envolve parece jogar mais travas para longe, ou seja, se entrega com mais tesão.

Mas creio entender que o melhor sexo é geralmente feito mesmo com amor. Não vou falar de mim aqui, mas posso lhes garantir que as maiores descobertas no quesito eu tive quando amava. Ou quando me amavam.

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Sem querer dar uma de impertinente, mas dando, o sexo com amor não é necessariamente o sexo de casal. Pois a gente pode se entregar com amor a pessoas que não são nossas parceiras. E as situações em que isso acontece são muito variadas.

A gente pode transar com amor com aquela menina que nunca será nossa (mesmo sabendo isso antes de rolar). A gente pode transar com amor com aquela pessoa que não consegue sentir amor de jeito nenhum. A gente pode fazer sexo com amor até com uma prostituta, como no filme Despedida em Las Vegas.

Óbvio que ao falar isso eu estou separando a ideia de relacionamento da de sexo. Pois não podemos nos fazer de hipócritas: embora existam casais muito bem resolvidos sobre isso, a mania de pular o muro já de cara serve para mostrar que isso deve ser exceção.

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Claro também está que não é porque alguém sente mais prazer no sexo com amor necessariamente se limita a ele. O sexo envolve variáveis que sempre nos surpreendem. Ou seja, nem sempre o sexo mais empático (empatia) é realmente o mais atraente em determinada ocasião.

Mesmo assim, eu diria, sim, que há algo no sexo com amor que o sexo mais fodido parece não ter: uma vontade de entregar-se ao outro, não em simplesmente dar ou receber prazer. E entregar-se significa até fazer o que nunca teve coragem ou vontade.

Vá lá, são centenas os filmes que insistem em querer provar o contrário. Que o proibido exerce um poder afrodisíaco irresistível, que os desconhecidos podem fazer milagres, sem haver qualquer entrosamento a mais, que o momento ou o local determinam o prazer.

Mas eu, aqui comigo, nem sei se exagero: mas ainda insisto: prazer maior, só com amor.

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Contreraman

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