o olhar amor na arte após o fim da arte e da filosofia

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Contreraman

Antes:
E as coisas que continuam já se foram. E as que se foram continuam para nunca terminarem. Até um fim que nunca vem.

Depois:
Vale o que tem amor.

Quem quer amar, precisa se preparar

Para estar pronto/a não basta querer. O corpo nos diz muitas vezes o que acontece. O espírito parece estar amarfanhado naqueles que ainda não estão prontos. É como se o coração não estivesse aberto o suficiente. Como se a dor impedisse o contato verdadeiro. E amor é contato.


ready-for-love.jpgPara fazer qualquer coisa satisfatoriamente, é preciso estar pronto/a para isso. Isso também vale para amar. Não se consegue amar se o momento é errado, se os problemas parecem impedir o contato, se questões pessoais prementes exigem mais atenção.

Mas para estar pronto/a não basta querer. O corpo nos diz muitas vezes o que acontece. O espírito parece estar amarfanhado naqueles que ainda não estão prontos. É como se o coração não estivesse aberto o suficiente. Como se a dor impedisse o contato verdadeiro. E amor é contato.

Querer amar é uma coisa. Estar disposto/a a isso, outra bem diferente. Para estar pronto/a, não basta querer nem estar disposto. É preciso algo mais, uma entrega maior, algo que a outra pessoa percebe que é diferente. Muitos casais não dão certo porque a entrega entre eles é diferente.

Tem gente que sai atrás de outra em busca de contato, ou alguma emoção. Muitas vezes consegue. Mas amor é outra coisa. Como diz a música das Velhas Virgens, é realmente outra coisa. Sem dúvida, é algo maior. E que por ser maior exige que a pessoa esteja pronta.

Muitos que querem amar não estão prontos ainda. São como jogadores que se dispõem a entrar no campo sem perceberem o drama que é perderem o jogo. São jogadores mal-preparados que não dão a devida importância ao jogo que vêem de longe. Geralmente se dão mal, e ficam se recriminando quanto àquilo que fizeram.

É que não estavam prontos. Não haviam se dedicado, em seus interiores, à demanda que é amar e se entregar a outra pessoa. Não haviam cogitado os riscos que iriam correr, não haviam se preparado, espiritualmente, à pegada de deixarem suas vidas nas mãos de outro alguém. Por isso, lamentam quando perdem e são deixados à míngua. Como se não tivessem sabido dos riscos. Eles sabiam que era arriscado. Só não sabiam o quanto.

Para amar para valer, é preciso mais do que uma dedicação qualquer. É preciso bem mais do que ser compreensivo/a, ou mesmo dedicado/a, à outra pessoa. É preciso estar pronto, e o maior risco é não se amar o suficiente quando o amor chega. Porque só consegue amar mesmo quem se ama muito, acima de tudo.

Por isso, cuidado àqueles que dizem querer amar. Muitas vezes essas pessoas não estão prontas, e falam da boca para fora. Quendo o amor chega para elas, muitas vezes não sabem como lidar com ele. Metem os pés pelas mãos, e depois saem para culpar os outros. É preciso ser maduro/a para amar. Não é qualquer menino/a que consegue.

Pois, como dizem as Velhas Virgens, amor é outra coisa.


Contreraman

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