o reverso do ser

reflexões sobre literatura e arte

Sara Timóteo

Sara Timóteo publicou Deixai-me cantar a floresta e Chama fria ou lucidez em 2011 pela Papiro Editora na sequência da atribuição, respetivamente, do 1.º e do 2.º lugar no 2.º Concurso de Poesia Aníbal Faustino em 2009.

Publicou em 2012 Refúgio Misterioso; em 2014 publicou Os Passos de Sólon (prémio Mensagem Notável atribuído pela Lua de Marfim Editora), Elixir Vitae e Os quatro ventos da alma (menção especial no Prémio Literário Glória Marreiros 2014), todos através da Lua de Marfim Editora.

Em 2015, publicou O Telejornal (peça de teatro infantil) através dos Cadernos de Santa Maria.

Em 2016, publicou O Corolário das Palavras (Rui M. Publishing, e-book) e o livro de poesia Refracções Zero.

Em 2017, publicou Compassos e Diário Alimentar (Costelas Felinas, Brasil).

Em 2018, publicou «Manual dos Ofícios: um conto longo sobre a anuência do mal», concorrente ao Prêmio Oceanos 2019.

Tem dois livros de não-ficção e um livro de poesia bilingue publicados nos E.U.A..

A era televisiva e uma nova percepção da realidade


Esta recensão crítica incide sobre os textos «A política da forma narrativa: a emergência das convenções noticiosas na imprensa e na televisão» de Michael Schudson, «Os acontecimentos mediáticos: o sentido de ocasião» de Elihu Katz e «As notícias de jornal e as notícias de televisão» de Paul H. Weaver. Estes três textos analisam o impacto da era televisiva no retrato social que o público concebe da “realidade”..

Para estudar esta questão comum, os autores adoptaram estratégias diferentes: Schudson recorre à análise micro-histórica, Katz recorre à aplicação do conceito de acontecimento mediático como explicação do fenómeno e Weaver recorre à análise comparativa das notícias produzidas pelo jornal e pela televisão.

Schudson adopta o esquema de inteligibilidade dialéctico para estudar a política na forma narrativa, defendendo que essa forma narrativa constitui um momento do processo de transformação da narrativa política incompreensível fora desse conjunto que representa (Schudson, 1982-1993:278-279).

Katz recorre ao esquema de causalidade actancial para explicar por que é que a radiodifusão não roubou à sociedade o sentido de ocasião, fazendo depender o sentido de ocasião do comportamento dos actores sociais e não de inovações tecnológicas que a rádio e/ou a televisão apresentam (Katz, 1979-1993:52-53).

Por fim, Weaver socorre-se de um esquema hermenêutico para questionar quais as implicações do advento da televisão sobre a sociedade americana (Weaver, 1993:294-295). Para o autor, o fenómeno do advento da televisão na sociedade americana é a expressão de um sentido que se traduzirá em percepções públicas e opiniões que é necessário elucidar. Schudson recorreu à problemática já utilizada no contexto da investigação de uma análise de conteúdo da página frontal do New York Times elaborada por Christine Ogan, estudo esse que colocou o problema conceptual de “orientação do tempo” nas ‘estórias’ de primeira página, acabando por distinguir orientação de tempo “imediata” de orientação de tempo a “longo prazo” (Christine Ogan et al. citados por Schudson, 1982-1993:287).

Katz, por sua vez, refere brevemente um estudo efectuado por Schramm acerca do fim-de-semana de luto depois do assassínio de Kennedy como ponto de partida para a concepção do acontecimento mediático como fornecedor de um centro de interesse na dor (Schramm citado por Katz, 1979-1993:59) e vários outro estudos para identificação dos acontecimentos mediáticos mais emblemáticos: alunagens, visita de Sadat a Jerusalém, coroação de Isabel II e debates presidenciais de 1960 e 1976, bem como certos acontecimentos políticos- para além, claro, do fim-de-semana que se seguiu ao assassínio de Kennedy (Lang e Lang; Schramm; Halloran et al.; Real; Kraus; Briggs; Arlen citados por Katz, 1979-1993:53).

Weaver não refere especificamente nenhum estudo, mas refere o equilíbrio de Tocqueville como ponto de partida para sugerir a relação entre o equilíbrio do sistema político e a percepção da realidade veiculada pela televisão (Tocqueville citado por Weaver, 1993:304-305). Neste caso, o problema seria de cariz metodológico, pois como analisar semelhante relação? Weaver aponta os seguintes indicadores: mobilização constante do público e ideia de uma única agenda (Weaver, 1993:304-305).

Posição dos autores Michael Schudson interroga-se sobre em que é que as normas variáveis no jornalismo sobre a natureza da política e sobre o que deve ser uma ‘estória’ noticiosa afectaram o modo como a mensagem é relatada. O autor propõe-se demonstrar que as convenções se alteram ao longo do tempo no que diz respeito à cobertura de acontecimentos políticos, estudando a forma como essas convenções se modificaram ao longo do tempo.

Schudson considera que a televisão não mudou a nossa concepção de política (1982-1993:278) e por isso não se detém excessivamente no debate entre os que exageram e os que menosprezam a influência da televisão; o objectivo é estabelecer uma correlação entre as mudanças na política e as mudanças no jornalismo: as notícias num jornal ou na televisão têm uma relação com o “mundo real” não só no conteúdo mas na forma; isto é, no modo como o mundo é incorporado em convenções narrativas inquestionáveis e despercebidas, sendo então transfigurado, deixando de ser um tema de discussão para se tornar uma premissa de qualquer possível conversa (Schudson, 1982-1993:279).

Para demonstrar a sua hipótese, Schudson estudará os relatos do Estado da União americano, dividindo-os em três fases de acordo com a alteração de convenções noticiosas que foi ocorrendo: • 1790/1850- registo estenográfico dos assuntos congressionais; • 1850/1900- cronologia e comentário sobre o ritual congressional; • de 1900 em diante- reportagem da mensagem, com um ênfase crescente no seu conteúdo e nas suas implicações políticas de longo alcance. (Schudson, 1982-1993:281).

Em suma, à medida que o tempo passa, assistimos a uma evolução no sentido de uma maior profissionalização, especialização e autonomização dos jornalistas (Riesman citado por Schudson, 1982-1993:289; Hays citado por Schudson, 1982-1993:290; Wiebe citado por Schudson, 1982-1993:290; Smith citado por Schudson, 1982-1993:290; Gans citado por Schudson, 1982-1993:293; White citado por Schudson, 1982-1993:293), de uma “orientação do tempo” cada vez mais a “longo prazo” (Ogan et al . citados por Schudson, 1982-1993:287), bem como de uma cada vez maior importância do “sistema presidencial” relativamente ao “sistema parlamentar” (Binkley; Burns; Cunliffe; Schlesinger; Juergens citados por Schudson, 1982-1993:288).

As mudanças verificadas de forma dramática no relato das comunicações presidenciais, segundo o autor, explicam-se pelo facto de a notícia informar os seus leitores sobre a política, mas de uma maneira específica, assumindo o seu significado nas instruções que dá acerca daquilo que se deve atender e de como atender dentro da entidade existente da vida política americana. Ou seja, a notícia pede ao leitor para estar interessado na política, mas na política como a comunidade de jornalistas a entende (Schudson, 1982-1993:292-293). Excluem-se, assim, as explicações tradicionais de “objectividade” (Schudson, 1982-1993:285; 287-288) e de “interpretação” diferente por parte do jornalista (Schudson, 1982-1993:288-290). A hipótese proposta pelo autor é verificada, assim, pelo estudo da evolução da cobertura de acontecimentos políticos (comunicações presidenciais) na imprensa e na televisão desde 1790 até 1970, aproximadamente.

Elihu Katz põe em causa a afirmação de que a radiodifusão roubou à sociedade o sentido de ocasião. O autor desenvolve a tese de que o sentido de ocasião continua a existir, com algumas diferenças e explora os efeitos destas diferenças nos meios de comunicação social e logo na sociedade (Katz, 1979-1993:52).

Primeiramente, Katz afirma que a radiodifusão não roubou à sociedade o sentido de ocasião, uma vez que existem programas que restituem todo esse sentido de ocasião à comunidade. O autor apresenta o conceito de “acontecimentos mediáticos” como os “grandes dias de festa dos media” (Davis; Faris citados por Katz, 1979-1993:53) em que o sentido de ocasião se encontra no seu auge (Katz, 1979-1993:52-53), dando desde logo alguns exemplos: as alunagens, a visita de Sadat a Jerusalém, o fim-de-semana de pesar que se seguiu ao assassínio de Kennedy, a coroação de Isabel II, os debates presidenciais de 1960 e 1976 e certos acontecimentos políticos (Lang e Lang; Schramm; Halloran et al.; Real; Kraus; Briggs; Arlen citados por Katz, 1979-1993:53).

Seguidamente, Katz apresenta a definição desses acontecimentos mediáticos mediante as suas características: • são radiodifundidos ao vivo; • não são iniciados pelos media, ao contrário dos pseudo-acontecimentos (Boorstin citado por Katz, 1979-1993:53); • contêm um elemento de grande drama ou correspondem a um ritual; • são pré-planeados; • estão enquadrados no tempo e no espaço (cf com Tehranian citado por Katz, 1979-1993:54); • enfatizam a centralidade da personagem; • constituem-se como obrigatoriedade.

Katz distingue também acontecimentos mediáticos, centrados na resolução de conflitos e com características de reverência e de assumpção de um papel sacerdotal por parte dos jornalistas que fazem a cobertura, dos acontecimentos noticiosos que exarcerbam o conflito (Katz, 1979-1993:55).

Quais são, então, os tipos de acontecimentos mediáticos que existem? Katz propõe a seguinte tipologia:

• missão heróica (corresponde à ‘estória’ de um herói que desafia a lei natural); • ocasião de Estado (marca o começo ou o fim de uma era, quando se abre um poço de incerteza- Arden citado por Katz, 1979-1993:56); • competição (quando a confrontação tem um significado simbólico, com regras partilhadas e obrigatórias e com um sentido de comum mais importante do que um sentido de partidarismo.

Quais são os elementos que fazem do acontecimento mediático um acontecimento tão apelativo porque tão dramático? Katz identifica três elementos dramáticos do acontecimento mediático: a sua natureza programada, o seu drama e o seu mistério (Lewis citado por Katz, 1979-1993:56).

O autor aplica esta tipologia ao estudo do documentário em directo, identificando os problemas decorrentes da escolha do próprio acontecimento e da ‘estória’ que se conta (Katz, 1979-1993:57).

Katz analisa, com base no estudo do documentário em directo, os possíveis efeitos dos media nos acontecimentos e nas audiências: por um lado, os acontecimentos são moldados em parte pelos media (Lang e Lang citados por Katz, 1979-1993:58), tendo como consequência a criação de um sentido de ocasião e o fornecimento de um centro de interesse na expressão da emoção (Schramm citado por Katz, 1979-1993:59); por outro lado, há uma série de efeitos cognitivos que não podem ser menosprezados, quer em termos de percepção, quer em termos de imagem (Himmelweit citada por Katz, 1979-1993:59), que poderão, por sua vez, criar novos efeitos a nível político.

Assim, os acontecimentos mediáticos poderão apresentar os seguintes perigos:

• opinião pública inflamada pode perder o controlo (Himmelweit citada por Katz, 1979-1993:59); • dramatização de um acontecimento até aumentar a sua probabilidade de fracassar (Eban citado por Katz, 1979-1993:60); • confusão entre processos políticos e cerimoniais pode desembocar nos media ao serviço da política estilizada (Benjamin citado por Katz, 1979-1993:60).

Weaver tenta analisar a diferença que o advento da televisão imprimiu à sociedade americana, comparando a imprensa escrita e a televisão no relato que produzem da realidade através de notícias cujas semelhanças e diferenças (em termos de vantagens e de desvantagens) explora (Weaver, 1993:294).

Em primeiro lugar, o autor considera que o impacto da televisão na sociedade americana constitui um objecto de estudo importante, embora sem esquecer que muitos dos vícios e das virtudes que as pessoas atribuem à televisão e aos jornais são característicos da notícia como tal (Weaver, 1993:294-295).

Quais são, então, as características que aproximam a notícia de jornal e a notícia de televisão? • Tanto a notícia de jornal como a notícia de televisão consistem num relato actual de acontecimentos actuais (James citado por Weaver, 1993:295); • A notícia de jornal e a notícia de televisão cobrem acontecimentos actuais por meio de reportagem- o que traz como vantagem o concreto, o imediato, a fidelidade à particularidade dos acontecimentos e que traz como desvantagens a instabilidade, a incapacidade de lidar bem com a complexidade e com a ambiguidade e o efeito de Heisenberg que se traduz em pseudo-acontecimentos e na encenação; • A notícia de jornal e a notícia de televisão são produzidas por profissionais especializados que trabalham em organizações com objectivos especiais, o que é o mesmo que dizer que ambos os tipos de notícias reflectem o ethos da comunidade jornalística e são moldados pela sua estrutura e processos; • A notícia de jornal e a notícia de televisão são relatos melodramáticos dos assuntos actuais, focando o presente e determinando o que será noticiável amanhã; • Por fim, a notícia de jornal e a notícia de televisão são cortadas do mesmo tecido intelectual e retórico, assemelhando-se na utilização de temas, fórmulas e símbolos na construção de linhas de acção dramática que dão significado e identidade aos acontecimentos.

E quais são as diferenças que distanciam a notícia de jornal e a notícia de televisão?

Em termos estruturais, a notícia de televisão é organizada e apresentada no tempo, ao passo que a edição do jornal é organizada no espaço, o que tem como consequência imediata o facto de a notícia de televisão ser muito mais coerentemente organizada e coesa do que a notícia de jornal (Weaver, 1993:296). Em termos gerais, isto significa que, como um todo, uma edição de jornal se assemelha a um menu à la carte, ao passo que um noticiário televisivo se assemelha a uma table d’hôte, tendo como consequências o facto de o jornal se encontrar dotado de uma qualidade solta, aberta e discursiva a nível de conteúdo e de estrutura e de a televisão conter muito mais ‘estórias’ cuidadosamente escolhidas devido ao seu interesse e equilíbrio e apresentadas como um pacote relativamente coerente e integrado (Weaver, 1993:297). Assim, em termos estruturais, o jornal corresponde a um agregado diverso, numeroso e frequentemente incompleto, ao passo que a televisão corresponde a um todo unificado que, embora imperfeito, oferece uma interpretação única dos acontecimentos do dia (Weaver, 1993:296-297).

Em termos técnicos, a principal diferença reside no facto de a televisão ser um medium visual e auditivo, ao passo que o jornal é um medium visual. Isto tem como consequência a dotação do jornal de uma voz narrativa impessoal (que induz à crença na verdade e imparcialidade, na neutralidade e na intensidade irradiada pelo autor, mas que também se manifesta na não transmissão do conhecimento e do sentir do repórter, na desarticulação e nas intenções pouco claras) e a dotação da televisão de uma voz pessoal (que inspira autoridade e omnisciência, mas que também provoca dúvidas acerca dessa mesma omnisciência e irritação com a arrogância e/ou pouca exactidão por parte do pivot, bem como a desconfiança de sobranceria intelectual e política) (Weaver, 1993:300-303).

Depois, há uma característica que é própria da televisão, o ênfase que esta dá ao espectáculo, não só pela capacidade enorme e sofisticada para descrever a imagem e o som dos acontecimentos, mas porque os jornalistas americanos se empenham em explorar e enfatizar esta capacidade em particular, esforço que se revela na preocupação com o filme. O ênfase no espectáculo tem como consequências tornar os acontecimentos mais interessantes e estimulantes do que na vida real, viciando; fixar as imagens e os sons superficiais dos acontecimentos; melodramatizar; enganar pelo interesse, emoção e espectáculo e aumentar o drama nacional ((Weaver, 1993:303-304).

Weaver conclui que é importante estudar o jornalismo televisivo, pois este tem consequências importantes para todos os aspectos da vida americana, e talvez especialmente para a política americana, no que diz respeito à mobilização constante do público e à ideia de uma única agenda política (Weaver, 1993:304-305; cf. com Tocqueville citado por Weaver, 1993:304-305).

Todos os textos estudados se debruçam sobre o impacto da era televisiva no retrato social que o público forma da “realidade”.

Schudson debruça-se sobre a relação entre convenções noticiosas e a alteração do conteúdo e da forma de ‘estória’ noticiosa, ou seja, este autor defende que as alterações que se verificaram no processo noticioso não têm tanto a ver com a inovação tecnológica que a televisão veio introduzir e incorporar, mas antes com a própria evolução das convenções que regem todo o processo noticioso (cf. com Tuchman, 1972-1993:74).

Elihu Katz defende uma posição semelhante ao afirmar que a radiodifusão não roubou à sociedade o sentido de ocasião. Para Katz, a relação que se estabelece entre o sentido de ocasião e o comportamento dos actores envolvidos na mesma ocasião apresenta-se como muito mais relevante. Neste sentido, outros autores são muito mais explícitos relativamente à causa deste fenómeno: «A escrita jornalística é uma “transacção social” que se apoia nas convenções culturais existentes.» (Hall citado por Bird e Dardenne, 1988-1993:275). E:«As notícias oferecem tranquilidade e familiariedade em experiências comunitárias partilhadas.» (Mead citado por Bird e Dardenne, 1988-1993:266).

Por este motivo, o consumo das notícias tem sido comparado à religião (Gerbner citado por Bird e Dardenne, 1988-1993:266), à actividade ritual (Carey citado por Bird e Dardenne, 1988-1993:266), à celebração (Capo citado por Bird e Dardenne, 1988-1993:266) e ao jogo (Glasser; Stephenson citados por Bird e Dardenne, 1988-1993:266). Weaver defende uma posição assaz diferente: para o autor, é indispensável estudar as consequências do advento da televisão na sociedade americana, que se tornam visíveis em termos de percepções públicas e de opiniões. Para tal posição contribuiu o facto de que

As notícias televisivas, com os seus apresentadores vistos em pessoa pelos seus públicos, têm cooptado o papel do contador de ‘estórias’ e fabricante de mitos tão eficazmente que neste momento é considerado como a fonte de notícias com mais autoridade e, por conseguinte, “verdadeira”. (Sperry citado por Bird e Dardenne, 1988-1993:275).

Em sentido lato, estes textos reproduzem o grande debate que ainda hoje decorre a partir da existência do meio de comunicação social televisivo. É impossível saber qual das posições é mais correcta, pois, sendo a comunicação social uma área em constante mutação e cada vez mais sujeita a inovações tecnológicas frequentes, é difícil efectuar uma avaliação objectiva (quantitativa ou qualitativa) do impacto dessas inovações nas práticas, nos discursos e nas representações gerados, por sua vez, por inovações mais antigas.

Bibliografia

Bird e Dardenne (1988) “Mito, registo e ‘estórias’: explorando as qualidades narrativas das notícias” in Nelson Traquina (org) Jornalismo: Questões, Teorias e “Estórias”(1993), Lisboa, Veja

Katz, Elihu (1979) “Os acontecimentos mediáticos: o sentido de ocasião” in Nelson Traquina (org) Jornalismo: Questões, Teorias e “Estórias”(1993), Lisboa, Vega

Quivy e Campenhoudt (1998) Manual de Investigação em Ciências Sociais, Lisboa, Gradiva

Schudson, Michael (1982) “A política da forma narrativa: a emergência das convenções noticiosas” in Nelson Traquina (org) Jornalismo: Questões, Teorias e “Estórias”(1993), Lisboa, Vega

Tuchman, Gaye (1972) “A objectividade como ritual estratégico: uma análise das noções de objectividade dos jornalistas” in Nelson Traquina (org) Jornalismo: Questões, Teorias e “Estórias”(1993), Lisboa, Vega

Weaver, Paul H. (1993) “As notícias de jornal e as notícias de televisão” in Nelson Traquina (org) Jornalismo: Questões, Teorias e “Estórias”(1993), Lisboa, Vega


Sara Timóteo

Sara Timóteo publicou Deixai-me cantar a floresta e Chama fria ou lucidez em 2011 pela Papiro Editora na sequência da atribuição, respetivamente, do 1.º e do 2.º lugar no 2.º Concurso de Poesia Aníbal Faustino em 2009. Publicou em 2012 Refúgio Misterioso; em 2014 publicou Os Passos de Sólon (prémio Mensagem Notável atribuído pela Lua de Marfim Editora), Elixir Vitae e Os quatro ventos da alma (menção especial no Prémio Literário Glória Marreiros 2014), todos através da Lua de Marfim Editora. Em 2015, publicou O Telejornal (peça de teatro infantil) através dos Cadernos de Santa Maria. Em 2016, publicou O Corolário das Palavras (Rui M. Publishing, e-book) e o livro de poesia Refracções Zero. Em 2017, publicou Compassos e Diário Alimentar (Costelas Felinas, Brasil). Em 2018, publicou «Manual dos Ofícios: um conto longo sobre a anuência do mal», concorrente ao Prêmio Oceanos 2019. Tem dois livros de não-ficção e um livro de poesia bilingue publicados nos E.U.A...
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