o reverso do ser

reflexões sobre literatura e arte

Sara Timóteo

Sara Timóteo publicou Deixai-me cantar a floresta e Chama fria ou lucidez em 2011 pela Papiro Editora na sequência da atribuição, respetivamente, do 1.º e do 2.º lugar no 2.º Concurso de Poesia Aníbal Faustino em 2009.

Publicou em 2012 Refúgio Misterioso; em 2014 publicou Os Passos de Sólon (prémio Mensagem Notável atribuído pela Lua de Marfim Editora), Elixir Vitae e Os quatro ventos da alma (menção especial no Prémio Literário Glória Marreiros 2014), todos através da Lua de Marfim Editora.

Em 2015, publicou O Telejornal (peça de teatro infantil) através dos Cadernos de Santa Maria.

Em 2016, publicou O Corolário das Palavras (Rui M. Publishing, e-book) e o livro de poesia Refracções Zero.

Em 2017, publicou Compassos e Diário Alimentar (Costelas Felinas, Brasil).

Em 2018, publicou «Manual dos Ofícios: um conto longo sobre a anuência do mal», concorrente ao Prêmio Oceanos 2019.

Tem dois livros de não-ficção e um livro de poesia bilingue publicados nos E.U.A..

A objectividade em jornalismo

Este artigo trata do conceito de objectividade em jornalismo.


PROBLEMÁTICA

Estes três textos tratam da produção jornalística e dos critérios de selecção dos acontecimentos noticiosos. Assim, Galtung e Ruge (1965-93:63) tratam da questão de como é que os acontecimentos se transformam em notícias; por sua vez, Tuchman (1972-93: 74-75) identifica como é que o processo noticioso é trabalhado pelos jornalistas de forma a criar uma espécie de “escudo” que lhes permita defenderem-se das críticas internas e externas, através de um conceito de “objectividade” verificável pelo público e pelos superiores hierárquicos; por fim, Mesquita (2000: 27), trata especificamente a objectividade jornalística em termos de evolução técnica e ideológica.

POSIÇÃO DOS AUTORES

Galtung e Ruge (1965-93: 71) identificam 12 condições que um acontecimento tem de satisfazer para se tornar notícia: F1) condição de frequência; F2) condição de threshold (ou de sinal para chamar a atenção) em termos de intensidade absoluta e/ou de aumento de intensidade; F3) condição de inequivocidade; F4) condição de significância em termos de proximidade cultural e/ou de relevância; F5) condição de consonância em termos de “predictabilidade” e/ou de exigência; F6) condição de imprevisibilidade em termos de “impredictibilidade”e/ou de escassez; F7) condição de continuidade; F8) condição de composição; F9) condição de referência a nações de elite; F10) condição de referência a pessoas de elite; F11) condição de referência a pessoas; F12) condição de referência a algo negativo. A partir daqui, estabelecem tipologias de padrões de estrutura noticiosa e, analisando como é que os factores se relacionam uns com os outros na promoção de um produto final, estabelecem duas hipóteses (hipótese de aditividade e hipótese de complementaridade) para explicar a selecção, distorção e repercussão de um acontecimento enquanto notícia (Galtung e Ruge, 1965-93:71-72). Tuchman (1972-93:74) parte da tese central de que a objectividade pode ser vista como um ritual estratégico, protegendo os jornalistas dos riscos da sua profissão, para analisar como é definida essa objectividade, em que se aplica como noção operativa, que procedimentos podem ser apontados como “prova” de que uma notícia é objectiva e qual a utilização do termo “objectividade” noutras profissões. Mesquita afirma que:

O jornalismo deixará de fazer sentido enquanto actividade autónoma se perder de vista que tem por função «colocar à disposição do público a informação de que este necessita para poder formar um juízo». E, mesmo correndo o risco de parecer «fora de moda», prefiro assumir o meu olhar subjectivo, contrapondo ao relativismo que se molda à lógica de interesses estabelecidos, a velha estatueta da Santa Objectividade. (Mesquita, 2000:27).

Assim, analisa a “objectividade” da seguinte forma:

Creio que podemos situar a doutrina da ‘objectividade’ a três níveis: no plano deontológico, enquanto ‘dever’ ou ‘compromisso ético’, prescrito pelos códigos deontológicos; no plano da investigação jornalística, enquanto conjunto de normas processuais; no plano das retóricas, enquanto conjunto de regras de natureza estilística. (Mesquita, 2000:23).

Galtung e Ruge tentam apresentar razões mensuráveis pelas quais um dado acontecimento se transforma em notícia, Tuchman apresenta os procedimentos que os jornalistas utilizam na construção de notícias para reivindicarem uma certa “objectividade” que os protegerá dos riscos da sua profissão; e Mesquita, de modo mais radical, diz que sem esse conceito de “objectividade” o jornalismo enquanto profissão distinta de outras áreas da comunicação deixará de existir.

Dos acontecimentos do mundo até à imagem da notícia ou página impressa do jornal existe uma cadeia de comunicação que é influenciada por vários factores (Galtung e Ruge, 1965-93:61-64). De outra forma, o conjunto de acontecimentos mundiais seria ininteligível (Galtung e Ruge, 1965-93:63-64). Esses factores já foram apresentados. No entanto, há factores que são mais próprios da cultura do canto noroeste do mundo (Galtung e Ruge, 1965-93:67). Esses factores são de F9 inclusivé a F12, tornando possível uma dedução de padrões de estrutura noticiosa (Galtung e Ruge, 1965-93:70). Todos os factores e subfactores estudados a partir das implicações de cada factor operam de uma forma considerável, produzindo talvez uma imagem do mundo diferente do que “realmente aconteceu” (Galtung e Ruge, 1965-93:71-72). Mas não é esta a questão, uma vez que “o que realmente aconteceu” não pode ser testado. A questão pertinente passa, pois, a ser como é que os factores e subfactores se relacionam uns com os outros na promoção de um produto final. A partir desta questão, são deduzidas a hipótese de aditividade -quanto mais alta for a pontuação total de um acontecimento, maior será a probabilidade de esse acontecimento se tornar notícia e de se tornar manchete- (Galtung e Ruge, 1965-93:72); e a hipótese de complementaridade- se o acontecimento for baixo numa dimensão ou factor, ele pode compensar isso sendo alto noutro, e ainda ser notícia (Galtung e Ruge, 1965-93:73). Galtung e Ruge colocam estas hipóteses acerca do que pode fazer com que um acontecimento passe a ser notícia numa cultura em que todos os factores sejam válidos e apresentam uma tipologia de acontecimentos de acordo com a sua noticiabilidade (Galtung e Ruge, 1965-93:73).

A forma, o conteúdo e as relações inter-organizacionais presentes no processo de produção de notícias influenciam o conceito de objectividade que os jornalistas utilizam como ritual estratégico para se protegerem dos riscos da sua profissão (Tuchman, 1972-93:74-75). Como é que se define “objectividade” neste contexto? A “objectividade” pode ser vista como um ritual estratégico, protegendo os jornalistas dos riscos da sua profissão (Tuchman, 1972-93:74). No entanto, a noção de objectividade é também importante para outras profissões. Jacobs, por exemplo, põe em questão comparações entre os jornalistas e os sociólogos, chamando a atenção para o facto de os sociólogos reunirem mais dados para um fim diferente e referindo que a primeira regra do seu editor era «obter os factos» e a segunda «não deixar os factos interferir com ‘a estória’» (Jacobs citado por Tuchman, 1972-93:75). Os jornalistas invocam a objectividade segundo três factores: a forma, as relações inter-organizacionais e o conteúdo (Tuchman, 1972-93:75). Assim, os jornalistas invocam procedimentos perceptíveis ao consumidor de notícias para neutralizar críticas e para seguirem rotinas (Tuchman, 1972-93:75). É este o ritual estratégico dos jornalistas, sendo «ritual» definido como um procedimento que tem relativamente pouca relevância ou relevância tangencial para o fim procurado e «estratégia» como uma táctica ofensiva destinada a prevenir o ataque ou a deflectir, do ponto de vista defensivo, as críticas (Tuchman, 1972-93:75). Esta concepção de procedimentos rituais (Hughes citado por Tuchman, 1972-93:75) como sendo estratégias performativas (March e Simon citados por Tuchman, 1972-93:75), pode também ser visto como um prolongamento de uma «táctica de aumento de credibilidade» conotada com a objectividade para aumento de credibilidade na comunicação interpessoal (Weinstein citado por Tuchman, 1972-93:75). Para estudar estas questões, Tuchman analisou dez artigos de jornal (Tuchman, 1972-93:76), discriminando: 1) os procedimentos noticiosos enquanto atributos formais de notícias e jornais; 2) as decisões baseadas nas relações inter-organizacionais; 3) o senso comum enquanto base de avaliação do conteúdo noticioso (Tuchman, 1972-93:88). Os jornalistas têm um reportório limitado com o qual definem e defendem a objectividade de cada notícia, que representa um perigo potencial para eles próprios e para a organização em que trabalham (Tuchman, 1972-93:76-78). Como é que essa objectividade é validada ante as críticas internas e externas? Em primeiro lugar, o jornalista faz «conjecturas»: o processamento de uma notícia passa por uma cadeia organizacional que condiciona a sua forma e o seu conteúdo (Tuchman, 1972-93:77). É neste sentido que Benet refere um sistema de controlo social de que as repreensões e as «correcções a lápis azul» fazem parte (Benet citado por Tuchman, 1972-93:77). Em segundo lugar, é adoptada uma estratégia básica por parte do jornalista, que identifica a objectividade com factos observados e/ou verificáveis (Tuchman, 1972-93:78). Em terceiro lugar, há uma série de procedimentos estratégicos que o jornalista pode adoptar para conseguir a objectividade: 1) a apresentação de possibilidades conflituais; 2) a apresentação de provas suplementares; 3) o uso judicioso das aspas; 4) a estruturação da informação numa sequência apropriada (Tuchman, 1972-93:79-84). Um jornal divide-se em secções e páginas- e as notícias são “encaixadas” nesses espaços de acordo com o news judgement do jornalista. Desta forma, o jornal acaba por ser um espaço que reflecte a relação entre a razão para o procedimento do jornalista e a interpretação que o leitor faz dessa actuação (Tuchman, 1972-93:84-85). Aqui, news judgement define-se como perspicácia profissional; capacidade de escolher «objectivamente» de entre «factos» concorrentes para decidir quais são mais «importantes» ou «interessantes» (Tuchman, 1972-93:83); ou ainda, como o conhecimento sagrado ou capacidade secreta do jornalista que o distingue das outras pessoas (Tuchman, 1972-93:85). A experiência organizacional do jornalista valida o seu news judgement (Tuchman, 1972-93:86-87). Por outro lado, o senso comum desempenha um papel importante na avaliação do conteúdo noticioso, apesar de as críticas atacarem também, e talvez mais do que tudo, o saber profissional especializado (Tuchman, 1972-93:87-88):

Basta salientar que todo o conhecimento dado por adquirido tem uma estrutura altamente socializada, quer dizer, que é suposta ser dado por adquirido, não por mim, mas por nós, por toda a gente (significando ‘toda a gente’ aqueles em que nos integramos). (Schultz citado por Tuchman, 1972-93:88).

Logo, as noções que o jornalista toma por adquiridas são, de facto, um quadro da sua visão da realidade social e política (Tuchman, 1972-93:88). Os procedimentos que o jornalista segue no seu dia-a-dia acabam por não garantir a objectividade, pelas seguintes razões: 1) constituem um convite à percepção selectiva; 2) insistem erradamente na ideia de que «os factos falam por si»; 3) são um instrumento de descrédito e um meio de o jornalista fazer passar a sua opinião; 4) são limitados pela política editorial de uma determinada organização jornalística e 5) iludem o leitor ao sugerir que a «análise» é convincente, ponderada ou definitiva (Tuchman, 1972-93:88-89). Esta conclusão tem duas implicações teóricas interessantes. A primeira é que as profissões desenvolvem procedimentos ritualizados para se protegerem das críticas:

Ao ensinar (...) onde os objectivos estão muito mal definidos-o mesmo acontecimento, consequentemente, com os erros- onde os leigos estão prontos a criticar e a culpar- a forma correcta de tratar os problemas torna-se num ritual, tanto ou mais que uma arte. Se um professor conseguir provar que seguiu o ritual, a culpa passa para a pobre criança ou estudante; e o fracasso pode-lhes ser, e é, imputado. (Hughes, citado por Tuchman, 1972-93:89).

E continua:

Nós temos uma ideia do que pode ser a função mais profunda da arte, culto e ritual de várias profissões. Elas podem fornecer um conjunto de controlos emocionais e até mesmo organizacionais, dos riscos subjectivos e objectivos da profissão. (Hughes, citado por Tuchman, 1972-93:89).

A segunda é que estas conclusões podem ser relevantes para as noções de objectividade utilizadas por outros profissionais:

Nesta noção, a objectividade significa apenas que um sociólogo descreveu os seus procedimentos de forma tão explícita que aqueles que os empregam no mesmo problema chegarão às mesmas conclusões. De facto, esta é uma noção de objectividade enquanto rotinização técnica e apoia-se, no fundo, na codificação dos procedimentos de investigação que foram empregados. Quando muito, esta é uma definição operacional de objectividade que presumivelmente nos diz o que devemos fazer para justificar se uma asserção de uma determinada descoberta é objectiva. Não nos diz, todavia, muito acerca do que a objectividade significa, dos pontos de vista conceptual e conotativo. (Gouldner citado por Tuchman, 1972-93:89).

Finalmente, são colocados outros problemas derivados desta discussão: 1) Será que os rituais estratégicos aumentam a credibilidade dos artigos noticiosos?; 2) Será que a sua prática leva os indivíduos a comportarem-se de uma maneira ou de outra?; 3) Qual é a interacção, se é que existe, entre estas estratégias e o conteúdo?; 4)Se existe uma interacção, será que ela tem influência na reacção do público? (Tuchman, 1972-93:90).

A questão da objectividade no jornalismo no contexto actual dos media noticiosos é estudada para estimular o debate, quando este conceito foi já actualmente substituído por outros conceitos alternativos como os de honestidade, lealdade, jogo limpo, rigor... (Mesquita, 2000:22). O que é a objectividade? «Uma realidade que aparece aos sentidos e à qual a percepção atribui uma natureza real», caracterizando «fenómenos que se prestam a observação e a experimentação» (Thinès e Lemperour citados por Mesquita, 2000:22). Este é o conceito que surge com a modernidade. Que dizer, então, da objectividade no jornalismo? Ela surge no século XIX, na “fase industrial da imprensa”, e não resulta de uma reflexão epistemológica acerca do jornalismo, mas antes de uma nova estratégia comercial da imprensa que se traduz na produção de um relato dos acontecimentos válido para um público alargado (Mesquita, 2000:23). Depois, a objectividade serve para proteger a profissão, distinguindo-a da de relações públicas: «objectivity-as-ethics-concept» (Merrill citado por Mesquita, 2000:23). E se, por um lado, a objectividade é sagrada para os anglo-americanos, no espaço europeu (sobretudo francófono), o conceito de objectividade foi como que renegado: «a objectividade não existe; a honestidade, sim.» (Beuve-Méry citado por Mesquita, 2000:23). Verifica-se, assim, uma atitude de rejeição e de fuga para não haver uma “desresponsabilização do jornalista”:

Enquanto os argumentos acerca da objectividade são intermináveis, o conceito de ‘fairness’ (jogo limpo) é algo que os editores e repórteres podem facilmente compreender e cumprir. (Livro de estilo do Washington Post citado por Mesquita, 2000:24).

Há também uma época em que se verifica um reducionismo instrumental, ou seja, em que a objectividade se converte num conjunto de normas, sem que se resolva o problema, pois os métodos utilizados correspondem a uma selecção subjectiva do real:

Com o tempo, a ideia de objectividade assumiu o carácter de ‘doutrina’, deixando de ser um ‘compromisso ético’ e transformando-se num ‘receituário para a acção’; operou-se um reducionismo instrumental, convertendo-se a objectividade em norma, padrão de actuação profissional. (Melo citado por Mesquita, 2000:24).

Contudo, continua a não ser possível fugir à problemática:

A objectividade é a atitude (quanto à pessoa) ou o método (quanto à aproximação) que permite ligar a realidade à verdade, ver ‘as coisas como elas são’, e não é de forma nenhuma realizada por uma política de informação que vise apenas o equilíbrio e a neutralidade. A realidade, em si mesma, é brutal, excessiva, conflitual. (Cornu citado por Mesquita, 2000:25).

Ou seja, há uma expectativa de objectividade que contribui para a criação de uma deontologia (Mesquita, 2000:26). Qual é o ponto de equilíbrio, então? No jornalismo, os factos não existem independentemente de quem os apreende, mas isso pressupõe uma «conduta de objectividade» (Ricoeur citado por Mesquita, 2000:26); logo, deve haver uma objectividade na investigação que não deixe de supor uma subjectividade do jornalista (Mesquita, 2000:27). Isto porque a objectividade continua a fazer sentido para distinguir o jornalismo de outras profissões.

ANÁLISE CRÍTICA

Gultang e Ruge apresentaram, na parte final do seu texto, uma tabela de acontecimentos de acordo com a sua noticiabilidade, a partir das hipóteses de aditividade e de complementaridade deduzidas das relações entre factores para a promoção de um acontecimento como notícia. Embora este texto seja muito interessante, há algumas questões de difícil resposta que advêm da sua leitura. Os primeiros oito factores são, de certa forma, apresentados como “válidos em todas as culturas”. A construção de uma notícia será igual aqui e na Argentina? A relevância dada aos diferentes factores será igual? Depois, há alguma cultura em que todos os factores sejam válidos? Foi apontado o “canto noroeste” do mundo, mas será que todas as manchetes dessa área geográfica contemplam de igual forma todos os factores? Como enumerar tais factores e subfactores para uma produção noticiosa que acompanha culturas diversas em constante mutação? Quanto à noção de objectividade como ritual estratégico apresentada por Tuchman no seu texto, não ficou claro qual o papel desempenhado pelo leitor nessa noção de objectividade e qual o conceito que este último tem de objectividade jornalística. E não existirá um meio-termo entre a objectividade como um conjunto de procedimentos destinados a proteger o jornalista das críticas internas e externas de Tuchman e a objectividade como característica distintiva da profissão que Mesquita explora no seu texto? Talvez o jornalismo sem um conceito de objectividade continuasse a existir, com conceitos alternativos como base...

BIBLIOGRAFIA

Galtung, Johan e Ruge, Mari Holmboe (1965) “A estrutura do noticiário estrangeiro. A apresentação das crises do Congo, Cuba e Chipre em quatro jornais estrageiros” in Nelson Traquina (org) Jornalismo: Questões, Teorias e “Estórias”(1993), Lisboa, Vega

Mesquita, Mário (2000) “Em Louvor da Santa Objectividade” in Jornalismo e Jornalistas, nº 1, Janeiro-Março

Tuchman, Gaye (1972) “A objectividade como ritual estratégico: uma análise das noções de objectividade dos jornalistas” in Nelson Traquina (org) Jornalismo: Questões, Teorias e “Estórias”(1993), Lisboa, Vega


Sara Timóteo

Sara Timóteo publicou Deixai-me cantar a floresta e Chama fria ou lucidez em 2011 pela Papiro Editora na sequência da atribuição, respetivamente, do 1.º e do 2.º lugar no 2.º Concurso de Poesia Aníbal Faustino em 2009. Publicou em 2012 Refúgio Misterioso; em 2014 publicou Os Passos de Sólon (prémio Mensagem Notável atribuído pela Lua de Marfim Editora), Elixir Vitae e Os quatro ventos da alma (menção especial no Prémio Literário Glória Marreiros 2014), todos através da Lua de Marfim Editora. Em 2015, publicou O Telejornal (peça de teatro infantil) através dos Cadernos de Santa Maria. Em 2016, publicou O Corolário das Palavras (Rui M. Publishing, e-book) e o livro de poesia Refracções Zero. Em 2017, publicou Compassos e Diário Alimentar (Costelas Felinas, Brasil). Em 2018, publicou «Manual dos Ofícios: um conto longo sobre a anuência do mal», concorrente ao Prêmio Oceanos 2019. Tem dois livros de não-ficção e um livro de poesia bilingue publicados nos E.U.A...
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