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Todo pensamento deveria lembrar a ruína de um sorriso.

Marcelo Vieira

"Pode ser artista apenas aquele que tem uma religião
própria, ou seja, uma intuição do infinito". (Friedrich Schlegel)

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    Um sorriso mais bonito que o meu...

    __ Ísis era o nome dela... o que houve Cássio?

    __ Ela encontrou alguém com o sorriso mais bonito que o meu.

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    O Ser e o Nada de Glória Langeweile - capítulo I "A anunciação - (L'annunciazione)"

    Notas de uma existência; de um outono; do abismo que nos seduz, abismo que somos Nós; notas sobre ser a Angústia; Eu sou a Angústia.

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    "Adagio, Ma Non Troppo E Molto Espressivo" (Contos Das Quatro Estações - Conto De Outono)

    Um pequeno inventário do amor que finda. “Sinto muito, ela não mora mais aqui”. A frase que minhas mãos frias me trazem de volta toda vez que as lanço no escuro da noite, carregadas de um desejo infantil de alcança-la. Em vão. A valsa acabou. Silêncio... silêncio... silên...

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    "Elefantes Em Conserva" (Contos das Quatro Estações - Conto De Verão)

    “Elefantes em conserva” um conto de amor, um canto sobre o absurdo do amor. É preciso que a tragédia da vida se converta em lírios para nos afogarmos em beleza, não mais em lágrimas. Com uma pequena fagulha inicio um projeto gigantesco, incendiar as noites brancas com as palavras de Dostoiévski: "O amor é mestre, mas é preciso saber adquiri-lo, porque se adquire dificilmente, ao preço de um esforço prolongado; é preciso amar, de facto, não por um instante, mas até ao fim."

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    Sob o signo do caos

    O cinema independente é marginal, é arte, e acima de tudo é Caos. Seja ele o caos das formar já consagradas, os enquadramentos já mornos em nossos olhos. É preciso ir além. inventar novas formas, novos amores, novas intrigas, novas melancolias oníricas. Jean-Luc Godard uma vez declarou: “Tudo que você precisa para um filme é uma arma e uma garota”. A garota esta aqui no (Caos em Lá menor) e a arma também, e esta arma é o Amor. Uma arma carregada, que causa maiores danos quando não é descarregada, quando ela insiste em não disparar!

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    Acidentes felizes; Cultura da Interface

    O TEXTO em si é encantatório, produzimos, lemos, dissecamo-lo, etc., a nosso bel-prazer. Desde o surgimento da escrita e seu aperfeiçoamento através dos séculos, certos “mecanismos” permaneceram iguais: por ex. formular uma sentença em nosso cérebro dotada de uma sequencia lógica para somente então transcrevê-la no papel, papiro, pedra (exagerando a dimensão da escrita), etc. Será que o “mecanismo” citado acima ainda é o mesmo? Segundo Steven Johnson esse singular processo de escrever mudou e muito, tudo por causa da tecnologia e nosso convívio direto com ela. Essa mudança, ao contrário do que parece não nos é prejudicial. Steven Johnson em seu livro sobre cultura digital nos mostra o que ganhamos e perdemos com o advento da tecnologia; para ele uma justa medida.

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