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Entre linhas e palavras, é possível transbordar.

Isabella de Andrade

Jornalista por formação, atriz por paixão.
Escrever é um dos poucos vícios socialmente aceitos, permito-me abusar.

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    Um pouco de Clarissa, por que motivo escrevemos?

    Quando me perguntam por que motivo, ideia ou razão escrevo, sinto-me perdida. Escrevo por impulso, desejo, escape, necessidade. Encontrar novamente as palavras é como poder entender um pouco mais da verdade que carrego e daquela me cerca. Veracidade, é esse o motivo de toda e qualquer escrita, necessária ou em vão.Apresento-lhes abaixo um pouco de Clarissa, do meu primeiro livro, Veracidade. Clarissa não é real, nem mentira. É um fragmento de sentido e sensação encontrado no tempo.

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    Há prazeres em solidão

    A gente tenta preencher os corpos dessa fome de mundo, mas não existem fatos suficientes para cobrir a quantidade de espaços que se criam ao retirar de seu posto fixo uma profunda sensação. O espaço arde inicialmente, não aprendemos lá muito bem a lidar com vazios.

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    Somos todos plenamente adaptáveis

    Procuramos encontrar, por vezes, uma essência única e imutável, que nos defina e nos acompanhe, mas mudamos, fluímos, o rio corre. E é gostoso o sabor da mudança, a única certeza que temos é a do movimento.

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    O que você quer ser?

    Com o correr dos anos finalmente entendi que podemos ser e nos pertencer em vários pedaços diferentes.Não tento mais me entender como ideia única ou me reduzir a um só.São vários olhares que fazem parte de uma mesma essência.

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    Meninas, se querem ser livres desafiem-se à liberdade

    Talvez seja esse o desafio maior, viver para fazer bem aos seus próprios olhos, sem a imposição do olhar alheio.

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    Sensações literárias, Olhai os lírios do campo

    “As pessoas que entram em casa trazem nos sapatos o barro dos caminhos”. (Olívia)

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    Sentir histórias

    Minha companhia predileta tinha se tornado essa, imaginar histórias. Encontros e desencontros. Começos e fins. E ali no meio ia tudo se passando. Queria entrar na vida das pessoas de algum jeito ou, pelo menos, de uma pessoa só. Queria que elas sentissem coisas boas e coisas estranhas. Eu queria que elas sentissem.

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    Eu vejo um museu de grandes curiosidades, o pensamento criativo compartilhado

    A modificação interna que mais me marca em relação ao aprendizado artístico é, justamente, a vontade de perguntar mais, de criar cada vez mais questionamentos até que meu próprio pensamento, a respeito de determinado assunto, possa ser formado.

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