oficina da imaginação

É difícil imaginar qualquer coisa simples

Luciano Oliveira

Mais ou menos designer e blogueiro, recém formado em #Marketing e entusiasta da comunicação digital. Curioso por natureza e investigador das tendências e tecnologias disruptivas. Acredito que para ser feliz é preciso hackear a vida e não se acomodar.

Seu nome era Aylan

Infelizmente guerra e fome são palavras presentes no cotidiano de muitos meninos, essa é a realidade de milhões de crianças no mundo inteiro. E uma dessas era Aylan Kurdi, um garotinho sírio de apenas 3 anos


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A morte do menino Sírio Aylan Kurdi é uma afronta, um grito pela vida contra a morte. Um menino morto na beira da praia onde acontece a o lindo encontro do mar com a terra, nesse momento não acontece a felicidade desse encontro, mas o som desesperador de uma trágica notícia de arte nosso peito e faz chover nossos corações em pranto. Um menino em busca de refúgio no mundo, fugindo da guerra contra a vida, fugindo do terrível e cruel som das armas, fugindo da fome.

Menino Ayalan na praia.jpg

A imagem da desolação que representou o guarda ao salva-lo, a luz, a praia turca, a costa que mais parece um símbolo da própria passagem descalça do menino por um mundo que nunca mais poderá recebe-lo, nem ele e nem tantos outros.

Uma machadada cruel desses últimos tempos que só retrata a consciência do mundo em que vê a triste necessidade de conviver com a expressão de afronta. O guarda com seu gesto desesperado representou o mundo que antes não pode salva-lo. Seu único destino, sua única vontade era sobreviver; não desejava ter profissão, amores e despedidas; sua vontade era que talvez naquele momento pudesse desenhar na ateia a casa, o barco, e agora já não há nem casa, nem barco, nem nada. Não há nada.

O mundo levou-lhe tudo: nem este país nem outro: o responsável por esta terrível expressão desses tempos é o mundo inteiro, porque esse menino representa o mundo inteiro.

"Seu nome era Aylan."

Infelizmente guerra e fome são palavras presentes no cotidiano de muitos meninos, essa é a realidade de milhões de crianças no mundo inteiro. E uma dessas era Aylan Kurdi, um garotinho sírio de apenas 3 anos que resistiu à tudo, bombas e fome em seu país, mas infelizmente não teve condições de transpor as barreiras geográficas que o separavam de um futuro melhor


Luciano Oliveira

Mais ou menos designer e blogueiro, recém formado em #Marketing e entusiasta da comunicação digital. Curioso por natureza e investigador das tendências e tecnologias disruptivas. Acredito que para ser feliz é preciso hackear a vida e não se acomodar..
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