Vanessa Rossi

Da esquerda à direita; Das frases prontas aos rompantes de criatividade.

Positividade


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Ser blasé dá sono. Tenho preguiça da atitude preconizada pelos heróis dos livros românticos, que são pálidos, cadavéricos e tristonhos. Não consigo ver poesia na tristeza. Gosto mesmo é da alegria ruidosa, vulgar, escandalosa. E é nisso que eu vejo beleza. É nisso que eu vejo vida. Tenho preguiça de ouvir problemas (por isso desisti da Psicologia) mantenho hermética distância de gente baixo astral. Calma lá minha gente! é importante saber ouvir e blá blá blá e entender que a vida não é feita só de dias quentes e balões coloridos que voam livremente pelo céu. Não é fácil conviver com as dificuldades da vida, com as tristezas que nos afetam a todos, igualmente, cada um de uma forma. Mas alicerçar a vida em fracassos, perdas, negatividade, medo... não mesmo! me oponho ferrozmente. Mimimi o tempo inteiro? óh céus! quando vejo pessoas que só reclamam, logo penso: será que elas não possuem algo mais produtivo do que reclamar? procuro me revestir da paciência (que eu não tenho) e pensar que a reclamação provém de uma fase negativa da vida, que não durará eternamente. Admiro a energia, a capacidade de "sacudir a poeira" que algumas pessoas possuem. Não devemos dar crédito a tristeza. Aos desmerecimentos de toda espécie. Aos "sugadores" da nossa auto-estima. Aos acontecimentos que tentam nos desacreditar da força interna que possuímos. Quando tristes, acredito que devamos sofrer até esgotar a nossa dor. E pronto. Nada de vivê-la eternamente. Nada de drama. Até no sofrimento, devemos ter dignidade. Ficar expondo conchavos infinitos da própria lamúria (como se o nosso sofrimento fosse maior que o dos outros) permitir que as pessoas tenham piedade de nós, acho de péssimo gosto. Além de indelicado. As pessoas que estão próximas de nós não são obrigadas a conviver com o nosso baixo astral, muito menos com os nossos problemas. Afinal de contas, eles são nossos. Acredito que somos fruto do que criamos a nós mesmos. Se você cria uma imagem de sucesso pra si mesmo, fatalmente você será uma pessoa de sucesso. Pode parecer clichê e pode até ser clichê o que estou dizendo (pensamento de marketeira nata) mas a gente tem que ter fé. Não me refiro a fé religiosa, mas a primordial: a fé em si mesmo. Se queremos algo, temos que traçar um objetivo e ir atrás dele. Pra se sustentar diante da meta, precisamos construir mentalmente o que queremos e onde queremos chegar. E para isso, não podemos abrir mão de traçar caminhos positivos. Pensar positivamente sobre o que se deseja. Sou fã de tudo que me faz sorrir. Das pessoas que possuem essa capacidade, então, sou apaixonada delas. De todos os mantenedores do bom humor. Em contrapartida, sou avessa aos noticiários que promovem escandalosamente, as desgraças sociais que vivemos. Aos pessimistas de todos os gêneros. Aqueles que querem destruir os sonhos de quem sonha. Aos que querem apagar a esperança de quem quer que seja. Devemos ser realistas, sim. Não podemos e nem devemos nos ocultar diante das realidades ásperas que existem no nosso dia a dia. Dos antagonismos que a vida nos impõe: a miséria ao lado da opulência; a saúde em meio a doença...Mas, acredito que podemos mudar a maneira de encarar as mazelas da vida. Extrair o bom até mesmo dentro da redoma das dificuldades. Talvez aí resida o segredo. Vamos rir mais, chorar menos; viver mais, se lamentar menos. Ser positivo é viver melhor. É modificar a realidade com a nossa visão de mundo. É atrair boas coisas pra si. É transmitir boas coisas aos outros. É germinar em si mesmo essa semente da felicidade através da boa perspectiva de que embora as coisas sejam como são, nós devemos acreditar sempre, que elas poderão e deverão ser ainda melhores.


Vanessa Rossi

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