Vanessa Rossi

Da esquerda à direita; Das frases prontas aos rompantes de criatividade.

Qual o valor da paz?


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Quando afirmar escolhas e compromissos depende do sentimento da paz individual e intransferível.

Casar ou comprar uma bicicleta? Ganhar muito dinheiro ou ter realização profissional? Amor cabana ou status social? Definitivamente a vida é feita de escolhas. A partir dessas escolhas, damos rumo a nossa trajetória individual e única. O mais mágico de tudo é justamente essa capacidade que temos de possuir livre arbítrio e poder pensar e distinguir o que deve ou não ser melhor para nós.

Quantos de nós pensamos inevitavelmente em algum momento da vida, que se tivéssemos feito determinada escolha talvez tivéssemos sido mais ou menos feliz? Quantos de nós após realizarmos uma escolha, ainda que aos olhos dos outros pareça pouco atraente, agradecemos o fato de termos tido esse tipo de coragem?

Admiro pessoas corajosas. Tenho lido interessantes relatos de pessoas que largaram tudo, uma vida profissional altamente promissora, um “status quo” bastante atrativo para viver uma vida mais simples e consequentemente mais feliz.

Dinheiro nem sempre traz felicidade. Ser retaliado continuamente por imposições sociais também não. A verdade é que precisamos de pouco para sermos felizes. Não entendam como falta de ambição ou um ode a vida monótona e sem desafios. A indústria midiática com suas propagandas inteligentes, converge para criarmos necessidades que não possuímos. A partir daí somos obrigados a trabalhar dobrado, para atender as exigências baseadas nos ditames sociais e não nas nossas reais necessidades.

Somos consumidos por estresses absurdos, advindo problemas de saúde devido ao desajuste emocional e físico que criamos para nós, incompatível com o bem-estar de uma vida alegre.

Disso resulta que todos nós devemos ter uma vida estável e com poucas ambições? De modo algum. Apenas analisar a nossa cadeia de prioridades e invertê-las. Nem sempre o que está no topo da base é o que realmente importa, visto que pequenas coisas é que compõem o todo.

Particularmente prefiro a valorização das coisas simples. Sentir à graça de um dia de sol, ter um trabalho onde possa ser eu mesma, exercitar a criatividade (Pessoas criativas são mais felizes) em suma, aspectos que nos permitam quantificar a existência em um conjunto de valores, porque a vida é composta de valor e não de preço.

E para vocês, queridos leitores, qual o valor da paz?


Vanessa Rossi

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