pílulas da literatura

Um mundo onde as palavras vivem

Gilmar Luís Silva Júnior

Uma criatura hiperativa, que teme procurar ajuda médica com receio de ser internado.

Poema Teu Gesto


ternura01.jpg O teu gesto de ternura/ Foi célere, mas perdura/ Na alma que boba se inebria/ E jamais sonhara que um dia/ Fácil e célere ela se riria/

Ao gesto que me deste/ Desnudou-me um arco celeste/ Vedado aos meus olhos inocentes/ do amor ainda não ser um crente/

E ainda o chamam de profano/ O gesto aquele que fizeste/ Quisera alguém sentir o arrepio/ De pureza sobejamente inconteste/ __________________________________________________

O poema acima, de minha autoria, fala de um gesto que, embora de pouca duração, causou fortes impressões em quem o recebera. Há a metonímia - no uso de alma em vez de pessoa. A alma é tratada com o recurso da prosopopeia - dar características humanas a algo ou inanimado, ou normalmente não humano. O sujeito indeterminado - o chamam de profano - diz respeito a muitas pessoas que censuram os gestos íntimos.


Gilmar Luís Silva Júnior

Uma criatura hiperativa, que teme procurar ajuda médica com receio de ser internado..
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