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We were fated to pretend.

Cássio Poerschke

Formado naquilo que não faz, já trabalhou em várias coisas e, hoje, é na noite que tem se encontrado. E na escrita também.

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    caleidoscópica pantográfica

    Inspira e incha a barriga. Toma meio comprimido. Vai que dá.

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    Quando surgiu o designer

    Falar sobre o surgimento do design e, por conseguinte, do surgimento do profissional que exerce essa atividade é um desafio. Apesar das inúmeras discussões, baseio-me aqui em três autores reconhecidos (Adrian Forty, em seu livro Objetos de desejo: design e sociedade desde 1750; John Heskett, em seus dois livros chamados Desenho Industrial e Design e Rafael Cardoso Denis, em Uma introdução à história do design) para expor, brevemente, o processo de surgimento do designer, suas raízes na produção artesanal e sua evolução.

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    Sexo, gênero e roupas

    Sexo e gênero são coisas distintas. Ser masculino não depende da constituição biológica de cada um, mas, sim, da construção de uma identidade. Ou seja, é algo intangível. São as convenções sociais que fazem com que nos enquadremos em algum gênero. E é a moda, o vestuário, uma das principais formas que sempre tivemos de nos expressar socialmente. Porque nós, seres humanos, somos muito limitados para lidar com o intangível.

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    O que é que a Carmen tinha?

    Portuguesa de nascimento, brasileira de estilo, fenômeno nos Estados Unidos. Maria do Carmo Miranda da Cunha saiu de uma família humilde e, com seu turbante na cabeça, tornou-se Carmen Miranda, a mulher mais bem paga de Hollywood à sua época. A primeira artista multimídia do Brasil morreu cedo, aos 46 anos, sucumbindo ao sistema hollywoodiano. Mas seu mito vive até hoje.

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    A nossa vida ou we were fated to pretend

    Vou sentir saudades das brincadeiras, dos animais e de cavar procurando minhocas. Vou sentir saudades do conforto de minha mãe e do peso do mundo. Vou sentir saudades da minha irmã, do meu pai, do meu cachorro e da minha casa. É, vou sentir saudades da chatice, da liberdade, e do tempo passado sozinho. Mas não há nada que possamos fazer. O amor deve ser esquecido, a vida sempre pode recomeçar [...]. Nos afogaremos no nosso vômito e esse será o fim. Estávamos destinados a fingir.